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quinta-feira, 10 de março de 2016

SCP Foundation


A sigla SCP significa "Secure, Contain, Protect" (Segurança, Contenção e Proteção) e diz respeito à uma Fundação fictícia, que tem como objetivo localizar, catalogar e conter seres, locais e objetos que possuam algum tipo de "poder" anormal.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

O Assombrado Farol de Santo Agostinho


Texto enviado pelo parceiro ALAN (Angel of Death).

O original farol de Santo Agostinho foi primeiramente construído por colonos espanhóis durante os anos de  1600. Em 1824, tornou-se um farol oficial dos E.U.A em uma das cidades mais antigas da América do Norte: St. Augustine, Flórida. Na época, o assombrado farol foi construído em 1874 e substituiu o anterior original (que ficava localizado 1 / 4 milhas de distância), e foi destruído devido à erosão das marés. O farol anterior tinha uma tragédia: o faroleiro, Sr. Andreu ,caiu fatalmente enquanto pintava a parte externa da torre.
O governo dos E.U.A construiu o atual farol através da compra de lotes de terra de vários colonos. Um dos proprietários, o Dr. Ballard, que “grilava” as terras dos seus vizinhos , é uma dos fantasmas de aparecimento relatado pelos guias turísticos do local.Possivelmente, o Dr. Ballard ou mesmo o Sr. Andreu continuam a assombrar o farol de Santo Agostinho, mas há outras histórias de tragédias associadas ao farol assombrado.
As filhas de Hezekia Pittee, juntamente com uma garota Afro-Americana, morreram afogadas quando o carrinho em que estavam brincando, construído para transportar suprimentos a partir navios até o farol, descarrilou. Há relatos fantasmagóricos de meninas sendo avistadas no Farol de Santo Agostinho, mas não há maneira de saber se são ou não as meninas ou sua amiga. Na verdade, ninguém relata o espírito de uma terceira garota sendo visto. O relato mais fiel tem sido o da aparição de uma única menina.


Um antigo zelador relatou que, por muitas vezes,escutou passos o seguindo durante a sua ronda,e também notou o cheiro de fumaça de charuto, possivelmente de um antigo faroleiro que lhe fôra mentor. O cheiro da fumaça de charuto tem sido notado por muitos visitantes, geralmente dentro do farol torre. Talvez um dos antigos zeladores ainda esteja cuidando do farol.
O assombrado Farol de Santo Agostinho tem outras histórias para contar. Houve um momento em que a Casa do Zelador estava sendo alugada como apartamentos. Os locatários relataram terem visto uma menina vestida roupas antigas que aparece e desaparece em seguida. Várias testemunhas de boa reputação viram uma menina dentro e na nas imediações da casa, na maioria das vezes, perto de uma janela na parte de cima. O último faroleiro (durante a década de 1950) se recusou a viver na casa e negociou a troca de lugar com um Soldado da Guarda Costeira,  que tinham sido transferido ao quartel no local. A irmã do Soldado relatou em carta histórias de como ela e o irmão riam do medo do zelador de ouvir passos na andar de cima.
Ghost capturado no farol pela equipe Ghost Hunters
Outra figura também foi vista na Caverna da Casa do Zelador, e foi apelidado, "O Homem de Azul". Quando a loja do farol foi construída no local ,os trabalhadores também acreditaram que um fantasma , que tinham apelidado de "André",  foi a causa de uma atividade de poltergeist.
A torre do Farol em si também é assombrada, muitos têm testemunhado escutar tanto vozes como passos no seu interior. Os empregados têm relatado encontrar a porta de cima no alto da torre destrancada, embora tivesse sido trancada na noite anterior.
Parece que caminhar através da propriedade durante a noite pode assustar alguns, pois pegadas e as vozes são comumente vistas e ouvidas por vizinhos do assombrado Farol de Santo Agostinho.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Exorcismos. Como funciona e o que é.



Você acredita que pessoas podem ser possuídas pelo demônio? Descubra aqui o que falam os especialistas sobre o assunto e desvende, de uma vez por todas, como funcionam os rituais de exorcismo:

Um tema muito explorado pelas produções de Hollywood, os rituais exorcistas consistem em uma espécie de tema que assusta as pessoas, especialmente porque está ligado a assuntos sobrenaturais. Aliás, com todo mundo deve estar cansado de saber, esses ritos servem para expulsar do corpo das pessoas e de determinados ambientes, a presença de maus espíritos ou do próprio demônio.
Muita gente por aí diz não acreditar que esse tipo de coisas seja real ou que entidades de outro mundo possam, simplesmente, tomar conta do corpo de uma pessoa viva. Acontece, no entanto, que inúmeros casos assim já foram registrados na vida real e os rituais exorcistas existem de verdade, contam com regras, utensílios e um passo-a-passo, reconhecido pela Igreja. Todo esse conjunto, no final das contas, teria o poder de mandar o demônio embora, em nome de Deus.

Variedades de rituais

Aquele ritual cheio de cruzes e água benta é, na verdade, apenas um dos tipos de rituais exorcistas realizados por aí, especialmente pela Igreja Católica, para livrar as pessoas da possessão do demônio. Mas há ainda uma infinidade de outros rituais como, por exemplo, o exorcismo do batismo, feito para abençoar uma criança que esteja recebendo esse sacramento do catolicismo e para livrá-la do chamado pecado original, que nada mais é que a forma natural pela qual ela foi concebida (o sexo). Outros rituais ainda podem servir para abençoar um local ou objeto ou mesmo livrá-los da influência do mal.

Identificando a possessão

Pouca gente sabe, mas a própria Igreja Católica tem suas diretrizes na hora de identificar uma possessão demoníaca. E as regras e instruções para isso não foram criadas por agora: elas existem desde 1614, mas foram reformuladas e atualizadas em 1999. A primeira coisa que essas regras trazem, aliás, é identificar se a pessoa realmente está possuída por um espírito do mal ou se ela apresenta apenas transtornos mentais.Como o sacerdote faz essa diferenciação? Bom, dentre várias coisas que precisam ser observadas, hoje em dia, os padres se baseiam bastante nos exames psiquiátricos e psicológicos. Antes de tomar qualquer providência também, o membro da igreja faz uma investigação detalhadas da vida da pessoa em questão, para conhecer seus hábitos, como ela costuma se comportar e assim por diante.Depois disso, se for identificada alguma anormalidade que leva a suspeita de que algo sobrenatural realmente esteja acontecendo, os padres buscam ainda alguns sinais que, embora pareçam clichê, costumam os orientar nessa missão: aversão a água benta e a outros objetos sagrados; habilidade de falar idiomas que nunca tenha estudado e de dar informações impossíveis de serem descobertas, como detalhes da vida e do dia-a-dia os presentes. Somado a isso tudo, também costumam ser indícios de possessão comportamento extremamente agressivo, uso de linguagem obscena e uma força física muito maior que o porte da pessoa aparenta ser capaz de manifestar.

Durante o Ritual

Se, no final, a pessoa realmente estiver possuída, o ritual é preparado. O padre de veste com uma sobrepeliz (uma espécie de camisola) preta e uma estola (uma fita de tecido que desce por trás do pescoço) roxa e traz consigo relíquias sagradas da igreja, como cruzes, imagens de santos e assim por diante. A cerimônia, então tem início, baseada do Rituale Romanun (Ritual Romano), um dos livros que descrevem os ritos oficiais da igreja católica e que orienta o sacerdote a realizar uma série de orações, declarações e apelos, invocando a Deus que a pessoa dominada pelo demônio possa ser libertada e ordenando ao mal que atenda as ordens do Senhor.Todos os presentes são ungidos com água benta e o padre, então, pousa sua mão sobre o possuído. Em seguida, ele faz o sinal da cruz sobre si mesmo e sobre a pessoa que está passando pelo procedimento. Logo começa a parte das relíquias religiosas.Se, no final da cerimônia, o sacerdote achar que ainda existem traços de possessão, uma nova sessão é marcada e a pessoas supostamente possuída, recebe todas as orações e procedimentos novamente, quantas vezes forem necessárias.

Explicações Lógicas

Mas, mesmo com tantos filmes e relatos sobre o assunto, há pessoas mais céticas por aí que tentam explicar os episódios de exorcismos usando a lógica. Um grandes pesquisador do assunto, chamado Michael Cuneo, conta que já viu mais de 50 rituais de expulsão do demônio em várias partes do mundo e, em nenhum deles, havia sinais sobrenaturais, com arranhões sem explicação que aparecem na pele durante as sessões exorcistas ou mesmo levitações de corpo.Para ele, a maioria dos casos, pelo menos com relação aos que ele já presenciou, tanto a pessoa que se dizia endemoniada, quanto o próprio exorcistas apresentavam sérios desequilíbrios emocionais e psicológicos. Além disso, invariavelmente, essas pessoas estavam ligadas de uma forma muito forte à religião. Isso as faziam suscetíveis a sugestões subconsciente, de forma que  se acreditassem que realmente estavam possuídas e que o ritual de exorcismo funcionaria, eles acabavam funcionando mesmo. É como a cura de doenças a partir de remédios com “efeitos placebo”, que não têm funcionalidades químicas, mas que ajudam a pessoa se convencer de que está livre do mal que perturbava sua saúde.Agora, se você está procurando explicações para os supostos sinais físicos da possessão, que mencionamos mais acima e que tratam de força física descomunal, grunhidos, babas, enrijecimento corporal e outras coisas do tipo, Cuneo também tem argumentos lógicos para os casos. Segundo ele, todos os sinais interpretados como de possessão demoníaca casam com sintomas de doenças que afetam diretamente a parte motora, como epilepsia,  síndrome de Tourette e esquizofrenia. Essa última, inclusive, faz com que a pessoa tenha alucinações vívidas.

O perigo da Crença Cega

Não dá para dizer se todo caso de possessão demoníaca é mesmo verdadeiro ou não, mas o fato é que é preciso muito cuidado para lidar com esse tipo de questão. Interpretações mal feitas de diversos casos, aliás, já foram registradas em várias partes do mundo e, muitas delas, resultaram na morte de pessoas que, na verdade, sofriam de algum mal cientificamente explicável.Exemplo disso, aliás é a história de uma garotinho de apenas 8 anos de idade, autista, que foi morto durante um ritual de exorcismo. Os membros de sua igreja acreditavam que ele estava possuído e que o demônio era o verdadeiro culpado pela forma como se comportava.Outro caso também trágico relacionado ao assunto aconteceu na Romênia, com uma freira, de apenas 23 anos que provavelmente sofreia de esquizofrenia. Ela tinha alucinações frequentes e, para livrá-la das garras do mal, sacerdotes da igreja e populares a prenderam e uma cruz, onde ela ficou vários dias sem comida e sem água, para que o demônio fosse expulso de seu corpo. A moça acabou falecendo.
Fonte : LiveScience e Fatos Desconhecidos

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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Métodos medievais de tortura - 1

Com a dica da minha grande amiga Dany, segue uma breve pesquisa sobre torturas medievais!!!! (as fontes do texto são variadas, por isso não coloquei todas, mas se divirtam um pouco.
Estudar História é mais do que discutir fatos, datas ou analisar as grandes ou pequenas biografias. Estudar História é também lidar com um tema bastante delicado: o fato de que o homem é um ser contraditório, capaz de atos de grande sensibilidade e compaixão, mas que também manifesta, muitas vezes, grande capacidade para fazer o mal.
Esta lista vai mostrar instrumentos que eram utilizados para provocar o medo, infligir a dor, ou até causar a morte. Todos as peças são originais! Portanto, aos que ainda não conhecem ou não viram os instrumentos de tortura e execução abaixo, aconselho cautela! Aos que se sentem ofendidos, agredidos ou abalados com os instrumentos abaixo, sugiro que ignorem este post.

Roda Alta


A roda alta era reservada aos criminosos responsáveis por delitos contra a ordem pública. Era um suplício duplo: o réu era colocado nu, deitado no chão, com os pés e as mãos fixados em anéis de ferro. Sob seus ombros, cotovelos, joelhos e tornozelos, eram colocados robustos pedaços de madeira. Então, o carrasco, com a roda, despedaçava-lhe todos os ossos, esmagando as juntas, mas evitando ferimentos mortais. Na segunda parte, o corpo da vítima era dobrado sobre si mesmo e colocado em cima de uma roda de carroça, sobre uma estaca, e ali deixado por vários dias até morrer.

Viola das Comadres

Foto de coleira de madeira usada como tortura
A viola das comadres existia em vários modelos, mas a sua destinação era sempre a mesma: era usado no confronto daquelas senhoras que tivessem feito um escândalo ou dito fofocas. Outras variações deste instrumentos punitivo, eram reservadas às mulheres que se batiam em público (neste caso eram fechadas em uma única viola e obrigadas a “conviver” por um dia inteiro), além das moças que engravidassem antes de se casar. Neste caso, eram usadas as “tranças de palha”, que as infames eram obrigadas a usar na frente das portas das principais igrejas, nos dias de festa.

Açoite

O açoite é um castigo conhecido e utilizado desde os tempos mais remotos. No período medieval, era reservado principalmente aos vagabundos e mendicantes, mas não eram excluídas as mulheres infieis ou consideradas despudoradas. No período medieval, era usado o flagelo em forma de estrela, aqui apresentado como açoite de ferro. Havia também outro modelo conhecido como “gato de nove rabos”, de efeito atroz. Este, de fato, servia para tirar a pele das costas e do abdômen e, para aumentar o seu efeito, as cordas eram banhadas em uma solução de salmoura.

Cavalete

No cavalete, o condenado era colocado deitado com as costas sobre o bloco de madeira com a borda cortante, as mãos fixadas em dois furos e os pés em anéis de ferro. Nesta posição, era procedido o suplício da água. O carrasco, mantendo fechadas as narinas da vítima, introduzia na sua boca uma enorme quantidade de água: dada a posição, o infeliz corria o risco de sufocar, mas o pior era quando o carrasco e os seus ajudantes pulavam sobre o ventre, provocando a saída da água, então, se repetia a operação, até ao rompimento de vasos sanguíneos internos, com uma inevitável hemorragia.

Berlinda

Foto de berlinda de madeira utilizada para prender cabeça e mãos
A berlinda existia nos locais de mercado e feiras, ou na entrada das cidades. Era um instrumento considerado obrigatório na Idade Média, em quase todas as regiões da Europa. Este e outros instrumentos, fazem parte de uma série de punições corporais, que deviam constituir um exemplo para os outros. Era reservada aos mentirosos, ladrões, beberrões e às mulheres briguentas. Era um castigo considerado leve, mas quase sempre a pena virava suplício e tortura quando a vítima (pescoço e braços imobilizados na trave) levava comumente tapas e/ou era insultada pelo povo.

Algemas

As algemas da época dos antigos egípcios, eram instrumentos utilizados para agrilhoar escravos e condenados. As de madeira, serviam para a transferência de prisioneiros, impedindo, assim, que fugissem. As de ferro, além do uso acima, eram também utilizadas para pendurar as vítimas nos muros das prisões, criando condições de imobilidade que levavam, muitas vezes, à loucura.

Balcão de Estiramento


O suplício do balcão de estiramento, era utilizado comumente já no tempo dos egípcios e babilônios. A vítima era colocada deitada sobre um banco e tinha os pés fixados em dois anéis. Os braços eram puxados para trás e presos com uma corda acionada por uma alavanca. Assim começava o estiramento que, imediatamente, deslocava os ombros e as articulações do condenado, seguido pelo desmembramento da coluna vertebral e, então, pelo rompimento dos músculos e articulações. Antes desses efeitos mortais, porém, o corpo se alongava até trinta centímetros.

O Despertador

O despertador foi idealizado pelo italiano Ippolito Marsili, e deveria marcar uma mudança decisiva na história da tortura. Seria um sistema capaz de obter confissões, sem infligir crueldade ao corpo humano. Não se quebrava nenhum osso. Consistia o aparelho em deixar o condenado acordado o maior espaço de tempo possível. Definido no início como tortura não cruel, diante da Inquisição teve muitas variações, até chegar ao procedimento absurdo de se amarrar as vítimas, suspendê-las e deixá-las cair com todo o peso do corpo contra o ânus e as partes sexuais mais sensíveis.

Esmaga-Seios

No século XV, as bruxas e a magia estavam em evidência. As crenças populares nesse campo eram tão enraizadas, que foi muito ativo o comércio do “óleo santo”, cinzas, sangue de morcego e similares. Então, as bruxas e os bruxos passaram a ser considerados “hereges”. O esmaga-seios, aquecido em brasa, fazia parte dos instrumentos empregados contra as bruxas. Na Franca e na Alemanha, esse instrumento tinha o nome de tarântula, ou aranha espanhola. Com ele se despedaçava o peito das meninas-mães ou das culpadas de aborto voluntário.

Guilhotina

A Revolução Francesa apagou os rastros da tortura, mas deixou de pé o patíbulo. O inventor da guilhotina foi o filantropo Dr. Ignace Guillotin. A Assembléia sancionou uma lei, em 3 de julho de 1791, pela qual “todas as pessoas condenadas à morte terão a cabeça cortada”. Um ano depois, iniciou-se a utilização da guilhotina. Depois de diversas experiências com cadáveres, morreu decapitado o condenado por nome Nícola Pelletieri, e o carrasco foi Charles Sansom, o mesmo que, em seguida, decapitaria o rei da França, Luis XVI.

Empalador

A tortura do empalador está entre os suplícios mais ferozes e bárbaros.  Provavelmente é através dos turcos que sua triste utilização difundiu-se na Europa Medieval. Era uma punição geralmente imposta aos prisioneiros capturados com armas nas mãos. As vítimas eram, primeiramente, desnudadas e, então, literalmente enfiadas de baixo para cima numa estaca pontiaguda. Em similiar posição, eram deixadas sobre os muros aos castelos invadidos, ou em frente às fortalezas assediadas. Atroz era a agonia dos infelizes que sobreviviam por diversos dias até a morte por hemorragia.

Cócegas Espanholas

Similar a um garfo encurvado, as cócegas espanholas eram usadas para fazer “cócegas” no inquirido, em todas as partes do seu corpo. O instrumento acaba deixando marcas permanentes no corpo do torturado. Era usado na Península Ibérica, de 1300 a 1700. Servia, também, para arrastar as vítimas em frente aos tribunais, sem tocá-los com as mãos. Grande parte dos prisioneiros eram sujos, com doenças e infecções.

Esmaga-Polegar

O esmaga-polegar era um instrumento usado como alternativa às principais torturas, ou um tipo de amedontramento, antes de começarem as próprias. O acusado sofria a mutilação do polegar simplesmente com o aperto do parafuso. Usado na Alemanha e na Itália do Norte entre 1300 e 1700, esse método muito doloroso servia para obter delações, informações ou confissões de delitos, muitas vezes não cometidos.

Roda do Despedaçamento

A roda do despedaçamento produzia um sistema de morte horrível. O réu era amarrado com as costas na parte externa da roda. Sob ela colocavam-se brasas, e o carrasco, girando a roda cheia de pontas, fazia com que o condenado morresse praticamente assado. Em outros casos, no lugar de brasas se colocavam instrumentos pontudos, de maneira que o corpo ia sendo dilacerado à medida que se movimentava a roda. Esteve em uso na Inglaterra, Holanda e Alemanha, no período de 1100 a 1700.

Esmaga Joelhos

O esmaga-joelhos era colocado na perna da vítima, na altura do joelho, e apertado até que as pontas penetrassem na carne, estraçalhando a rótula. O exercício era repetido várias vezes, o que causava inutilização permanente da perna. Era uma tortura aplicada na Ásia, principalmente no Sião, até o século XIX. Era utilizada contra ladrões e estelionatários. Para os assassinos, depois da tontura, vinha a morte por decapitação.

Empalador ao Contrário

O empalador ao contrário é considerado ainda pior do que o empalador original. Foi usado pelos turcos de “Solimão, o Magnífico”, na conquista da Europa Oriental. Foi usado, também, na Iugoslávia, Romênia, Hungria e Bulgária. A morte era terrificante e lenta, porque não chegava até que a estaca atingisse a garganta, porquanto o sangramento (uma vez que a vítima estava de cabeça para baixo) era muito lento.

Serrote

O serrote era um instrumento de execução. O condenado era suspenso pelos pés e, então, o carrasco iniciava a operação de serrá-lo de cima para baixo. O motivo desta posição era assegurar uma oxigenação do cérebro e impedir que o sangramento fosse muito forte e rápido. Assim, a vítima não perdia a consciência até que o serrote chegasse no umbigo. A esta morte cruel foram condenados todos os oficiais franceses capturados pelos espanhóis na campanha de Napoleão pela conquista da Península Ibérica, em 1807. No final da guerra, a vingança francesa foi muito brutal.

Agora já sabem onde pesquisar os trabalhos de história que a "tia" da escolinha pede pra vocês fazerem. 
Por hoje é só pessoinhas queridas!!!! Na próxima continuaremos com mais instrumentos de tortura :) :) :) 
Lembrem-se de divulgar a matéria com seus coleguinhas.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Incidente de Passo Dyatlov

Incidente do Passo Dyatlov foi um evento que resultou na morte de nove esquiadores ao norte dos montes Urais na noite de 2 de fevereiro de 1959. O incidente aconteceu na costa leste da montanha Kholat Syakhl (Холат Сяхл), cujo nome em mansi significa "Montanha dos Mortos". Desde então, o passo de montanha onde o incidente ocorreu é chamado de Passo Dyatlov (Перевал Дятлова), baseado no nome do líder do grupo, Igor Dyatlov.
A ausência de testemunhas e as investigações subsequentes acerca da morte dos esquiadores inspiraram intensas especulações. Investigadores da época determinaram que os esquiadores rasgaram suas barracas de dentro para fora, fugindo a pé sob forte nevasca. Apesar dos corpos não demonstrarem sinais de luta, duas vítimas apresentavam o crânio fraturado e duas tinham costelas partidas. As autoridades soviéticas determinaram que uma "força desconhecida" provocara as mortes; o acesso à região foi consequentemente bloqueado a esquiadores e aventureiros por três anos após o incidente. Devido à ausência de sobreviventes, a cronologia dos eventos ainda permanece incerta.

Antecedentes

Um grupo foi formado para uma expedição ao norte das Urais, em Oblast de Sverdlovsk. Liderado por Igor Dyatlov, consistia de oito homens e duas mulheres, a maioria estudantes ou graduados do Instituto Politécnico de Ural (atualmente Universidade Técnica Estadual de Ural).
O objetivo da expedição era alcançar Otorten, uma montanha situada 10 quilômetros ao norte do local do incidente. Esta rota, naquela temporada, era classificada como "categoria III", a mais difícil. Todos os integrantes possuíam experiência em excursões de esqui e expedições em montanhas.
O grupo viajou de trem para Ivdel, cidade ao centro da província de Oblast de Sverdlovsk, desembarcando ali em 25 de janeiro. Eles então tomaram um caminhão para Vizhai, o último assentamento inabitado ao norte, começando a marcha em direção a Otorten em 27 de janeiro. No dia seguinte, um dos integrantes, Yuri Yudin, foi forçado a voltar devido a problemas de saúde.
Diários e câmeras encontrados em seu último acampamento tornaram possível rastrear a derradeira rota do grupo no dia anterior ao incidente. Em 31 de janeiro, eles chegaram na beira de um morro e prepararam-se para escalá-lo. Em um vale silvestre, eles estocaram comida e equipamento extra, que seriam utilizados mais tarde na viagem de volta. No dia seguinte, 1 de fevereiro, os esquiadores começaram a descer o passo. Ao que parece eles planejavam atravessar o local e acampar do outro lado durante a noite seguinte, mas devido à piora nas condições meteorológicas, com tempestades de neve e declínio de visibilidade, o grupo acabou se perdendo e seguindo para oeste, subindo em direção ao topo do Kholat Syakhl. Quando perceberam o equívoco, eles decidiram parar e montar acampamento no declive da montanha.

Busca

Dyatlov combinou que mandaria uma mensagem telegráfica para seu clube esportivo assim que o grupo retornasse a Vizhai. Estimava-se que isso ocorreria por volta de 12 de fevereiro, mas mesmo com o passar da data não houve reação, pois atrasos eram comuns em expedições desse tipo. Em 20 de fevereiro, depois que familiares dos viajantes exigiram uma operação de resgate, os administradores do instituto enviaram as primeiras equipes de busca, formadas por alunos e professores voluntários. Posteriormente, o exército e forças policiais foram envolvidas, com aviões e helicópteros requisitados a juntar-se à operação.
Igor Dyatlov

Em 26 de fevereiro, as equipes de busca encontraram o acampamento abandonado em Kholat Syakhl. A barraca estava arruinada, e um conjunto de pegadas seguiam até a margem de um bosque próximo, estando cobertas por neve após 500 metros. Na beira da floresta, sob um grande e antigo pinheiro, foram encontrados os restos de uma fogueira, juntamente com os primeiros dois corpos, descalços e usando apenas roupa de baixo. Entre o pinheiro e o acampamento estavam outros três corpos, mortos em posição que sugeria que estivessem tentando voltar às barracas. Eles foram encontrados separadamente, a distâncias de 300, 480 e 630 metros do pinheiro.
A busca pelos quatro esquiadores restantes levou mais de dois meses. Eles foram finalmente encontrados em 4 de maio, debaixo de quatro metros de neve, em uma ravina embrenhada na mata próxima ao pinheiro.

Investigação

Um inquérito foi aberto imediatamente após o surgimento dos cinco primeiros corpos. Um exame médico não encontrou ferimentos que pudessem ter provocado as mortes, sendo concluído que todos morreram de hipotermia. Um dos corpos apresentava uma pequena fissura no crânio, inicialmente não considerada um ferimento fatal.
Corpo de Igor Dyatlov
O exame dos quatro corpos encontrados em maio mudou completamente o cenário. Três deles apresentavam ferimentos fatais, sendo dois com fraturas cranianas e dois com extensas fraturas torácicas. A força necessária para provocar tais ferimentos teria de ser extremamente alta, com um dos especialistas comparando-a à força de uma colisão automobilística. O mais notável é que os corpos não traziam feridas externas, como se tivessem sido esmagados por um alto nível de pressão. Apenas um dos mortos tinha um ferimento externo considerável: estava sem a língua. A análise das roupas identificou que elas continham um elevado nível de radiação.
Lev Ivanov, chefe da investigação, disse durante entrevista em 1990 que, nos meses de fevereiro e março de 1959, diversas testemunhas, incluindo militares e meteorologistas, haviam relatado a visão de "esferas voadoras brilhantes" na área. Ivanov afirmou, na mesma entrevista, que já na época do incidente imaginara haver algum tipo de relação entre os casos.
Inicialmente, especulou-se que o povo indígena Mansi poderia ter atacado e assassinado o grupo por invadir seu território, mas as investigações indicaram que a natureza das mortes não suportaria tal tese; apenas as pegadas dos esquiadores eram visíveis, e eles não apresentavam sinais de combate corpo-a-corpo.
Evidências sugerem que o grupo foi obrigado a deixar o acampamento durante a noite, quando já estavam dormindo. Embora a temperatura estivesse baixa (por volta de -25° a -30°C), com tempestade e fortes rajadas de vento, os mortos estavam apenas parcialmente vestidos. Alguns deles tinham apenas um sapato, enquanto outros usavam somente meias. Outros foram encontrados enrolados em pedaços de roupas rasgadas, aparentemente arrancadas daqueles que já haviam morrido.

O veredito final foi que todos os integrantes do grupo morreram devido a uma "força desconhecida". O inquérito foi oficialmente encerrado em maio de 1959 devido à "ausência de parte culposa". Os documentos relativos ao caso foram então arquivados, sendo divulgados ao público somente na década de 1990, ainda assim em fotocópias com diversas partes ausentes.
Documentários
Foi feito uma filmagem atual de sobre o incidente, com outros esquiadores que tentaram repetir a façanha e tudo oque poderia ter conseguido, mas é apenas um filme :( .. 
Até a próxima.

Fotos

Abaixo você vê algumas fotos dos corpos encontrados e o filme-documentário disponibilizado no youtube sobre o incidente. 





Um ótimo documentário contando a história sobre o assunto.


Até a próxima e obrigado por compartilhar

(fontes: wikipédia.org, ceticismo aberto e issoébizarro)

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Os maiores seriais killers

Muitos que acompanham meu blog são a favor da redução da maioridade penal e do armamento civil, pois temos direitos a termos nossa própria defesa e que a condenação dos delinquentes não se limite apenas aos bichos grandes, metafóricamente dizendo, a cobra já morde desde pequena, então, se punir os mini vidalokas, se prender esta racinha de vadios que não querem saber de estudar e pra variar, gostam de furtar doce no mercado, ou passar a mão na bunda daquela vizinha que acham a gatinha da rua, estes aí, serão o dito “MAL CORTADO PELA RAIZ”. O destino certo desta malacada toda é um só… “COMER A PLANTA PELA RAIZ”.
Pois bem, mando então, para conhecimento de todos, um ranking maldito dos maiores filhos da puta, serial killers de nossa história. É de se espantar o número de pessoas mortas por uma só.

O post é meio grandinho, por isso quem quiser continuar lendo fique a vontade, pegue um copo de café bem quente, uma bacia de pipocas e deleite-se numa leitura que vai nutrir vossos cérebros com mais informações inúteis.

Definições

Matador em Massa:- Mata quatro ou mais vítimas em um só local, num só evento. Em geral, sua explosão de violência é dirigida para o grupo que supostamente o oprimiu, ameaçou ou rejeitou.
Serial killer:- são indivíduos que cometem uma série de homicídios com um intervalo entre eles, durante meses ou anos, até que seja preso ou morto. As vítimas têm o mesmo perfil (prostitutas, mochileiros, crianças, idosos) e mesma faixa etária, sexo, raça etc. As vítimas são escolhidas ao acaso dentro deste perfil e mortas sem razão aparente; ela é objeto da fantasia do serial killer.
Spree Killer:- (Matador Impulsivo) As vítimas dele estão no lugar errado, na hora errada. O criminoso mata várias pessoas num período de horas, dias ou semanas, e não passa por fases e se acalma até precisar matar novamente. Ele pode parar de matar tão rápido quanto começou.
Conheça os maiores seriais Killers a partir de agora.

Thug Behram (900 +)

Pra quem acompanha meu blog, já fiz uma matéria obre este cara, inclusive com todas as explicações sobre a Deusa que ele adorava e matava em nome dela (Deusa Kali ou Khalli).
O maior assassino do mundo e da história respondia ao nome de Thug Behram (ou Buhram). Um indiano que estrangulou 931 pessoas entre 1790 e 1830. Behram era seguidor do sikhismo ou sijismo, uma religião hindu seguida por 23 milhões de pessoas no mundo que se desenvolveu durante o conflito entre o islã e o hinduísmo e que combina o monoteísmo muçulmano com tradição indiana. Ele preferencialmente assassinava sua vítimas com o “rumal” um lenço cerimonial branco e amarelo. Outro método de asfixia usada pelo indiano era o uso de um laço de seda com um peso de chumbo pendurado nas pontas, parecido as boleadeiras dos gaúchos. Normalmente, Behram não atuava só, senão que muitas vezes saía com seu séquito de capangas, um bando entre 30 e 50 homens apelidados de os “Thugee”, uma liga de assassinos considerados como sendo a primeira rede de mafiosos do mundo. Eles eram tão temidos pelas forças colonizadoras britânicas que hoje em dia “thug” é sinônimo de delinqüente. Quando finalmente as forças Britânicas capturaram o assassino na Índia, Thug proclamou com muito orgulho suas matanças, ainda que não recordasse o número exato de assassinatos que havia cometido pelas próprias mãos. Thug Behram é considerado o maior serial killer não militar da história e dificilmente alguém tome dele este posto. Behram é considerado o maior assassino de todos os tempos com o recorde de 931 assassinatos, mas de acordo com fontes da época, se evidencia que Behram realmente fez declarações incongruentes sobre a quantidade de assassinatos que cometeu, dizia que tinha estado presente em mais de 931 homicídios cometidos por sua quadrilha de 25 a 50 homens, por outro lado admitia que pessoalmente estrangulou em torno de 125 pessoas.


Pedro Alonso Lopez (300+) 


O mais mortal serial killer dos arquivos, conhecido como Monstro dos Andes, agiu em 3 países. Nasceu na Colômbia, mãe prostituta que o expulsou de casa aos 8 anos de idade por ele ter acariciado sua irmã mais nova. Para piorar as coisas, foi recolhido por um pedófilo e sodomizado à força. Aos 18 anos, foi espancado na prisão por uma gangue e se vingou matando 3 de seus algozes.
Ao ser solto, começou matando meninas com júbilo e impunidade. Em 1978, já havia assassinado mais de 100 meninas no Peru. Mudou-se para Colômbia e Equador, onde matava em média de 3 vezes por semana. Ele gostava mais de matar meninas equatorianas, pois segundo ele, eram mais gentis e confiáveis, mais inocentes. A polícia atribuiu o grande número de desaparecimentos de meninas às atividades de escravização e prostituição na área.
Em 1980, um dilúvio de sangue revelou a primeira de suas vítimas. Quando foi preso, contou aos investigadores as assustadoras histórias de sua trilha de morte. No início, as autoridades estavam cépticas sobre o relatado, mas todas as dúvidas desapareceram quando ele mostrou o local onde estavam enterradas mais de 50 corpos. Acredita-se que 300 assassinatos ainda seja uma baixa estimativa para este serial killer.

Gilles de Rais (140+)

Herói de guerra francês do século XV, Gilles foi o pior matador medieval da Europa. Aliado de Joana D’Arc durante a Guerra dos Cem Anos, era expert em retirar ingleses da França. Depois de ser nomeado Marechal da França pelo Rei Charles VII, estabeleceu-se na Bretanha, onde dirigiu seus heróicos impulsos para torturar e assassinar. Gostava principalmente de matar meninos, que eram sodomizados e depois decapitados. Também divertia-se observando seus servos “destrinchando” os corpos dos meninos e masturbava-se sobre suas entranhas.
Pelo fato de ser barão, ninguém associou o desaparecimento de meninos nas redondezas de seu castelo com a sua pessoa. Era patrono das artes, além de praticar magia negra e alquimia. Seu reinado de terror só terminou quando o Duque da Bretanha encontrou restos mortais mutilados de 50 meninos em seu castelo. Ele confessou ter assassinado 140 garotos, mas acredita-se que este número deve ser maior que 300. Em 1440, Gilles foi enforcado e queimado simultaneamente. Seus dois cúmplices e servos foram queimados vivos.

Luis Alfredo Gavarito (140)

Em 1999, o colombiano Garavito confessou estuprar, torturar e matar 140 crianças em 5 anos de matança. Foram encontrados 114 esqueletos. Em seu bolso, o matador carregava um velho caderno, onde em 140 linhas estavam simbolizadas cada uma de suas vítimas.
Os corpos mutilados, a maioria masculinos com idade entre 8 e 16 anos, foram descobertos em mais de 60 cidades da Colômbia Os corpos estavam decapitados e com sinais de amarradura e mutilação.
A Caçada Nacional foi disparada depois que 36 corpos em decomposição foram encontrados perto da cidade de Pereira, em 1997. Na época da investigação, as suspeitas eram de que se tratava de casos relacionados com rituais de magia negra. As autoridades também suspeitaram de tráfico de órgãos e pedofilia. Depois de 18 meses de investigação, Garavito foi preso sob acusação de estuprar uma criança, em Villavivencio.
Nascido na Colômbia, na região cafeeira, era o mais velho de sete crianças. Foi repetidamente espancado pelo pai e violentado por dois vizinhos. Garavito também era alcoólatra grave, além de ter sido tratado por depressão e tendências suicidas. Declarou ter cometido a maioria dos crimes enquanto bêbado. Estudou somente por 5 anos, e saiu de casa aos 16 anos. Trabalhou como caixeiro de loja e vendedor de rua de imagens religiosas e cartões de oração. Os promotores do caso declararam que ele encontrava suas vítimas nas ruas, ganhando sua confiança ao dar-lhes refrigerantes e dinheiro. Aparentemente, cometeu o primeiro assassinato em 1992.
A polícia só se deu conta que havia um serial killer à solta depois que 25 corpos foram encontrados na cidade de Pereira. As vítimas foram encontradas com a garganta cortada, e alguns traziam nos corpos sinais de tortura e estupro. Eram crianças pobres, que perambulavam pelas ruas do mercado ou moravam na rua. Garavito era conhecido como PATETA, O LOUCO e O PADRE. Se apresentava como vendedor de rua, monge, indigente, doente ou representante de fundações fictícias para idosos e educação infantil. Dessa maneira, conseguia entrada livre nas escolas como palestrante.
Mudou-se para diversas partes do país depois que começou a matar grande número de vítimas, em 1994. Passou um tempo no Equador, mas não se sabe quantas vítimas fez ali.br>
A maioria dos assassinatos ocorreu no estado de Risaralda e sua capital, Pereira. Quarenta e um corpos foram encontrados ali e 27 na cidade vizinha de Valle de Cauca. Em maio de 2000, na cidade de Bogotá, foi condenado a 1.853 anos de prisão.

Dr. Jack Kevorkian (130+)
Em 26 de março de 1999, este médico foi condenado por homicídio em 2º grau pela morte de um homem doente através de uma injeção letal. A morte foi filmada e veiculada na mídia pelo programa 60 Minutos. Foi o primeiro de 5 julgamentos onde foi considerado culpado. Não consideraram homicídio em 1º grau por ter sido um ato de senso comum.br>
Kevorkian, aos 70 anos, ainda pode ser condenado à prisão perpétua sem condicional, pela morte de Thomas Youk, que sofria da doença de Lou Gehrig. Também é acusado por vender drogas controladas.
Após a apresentação na mídia do suicídio assistido, Kevorkian foi processado e chamado de Dr. Morte. Sua fiança foi estabelecida em U$ 750.000. Apesar do consentimento de Youk para que fosse morto, esta não é uma defesa viável para tirar a vida de alguém segundo a promotoria americana.
O Dr. Morte é supostamente envolvido em 130 suicídios assistidos desde 1990. Este n.º faz dele o mais ativo serial killer hoje nos EUA.
Já foi absolvido 3 vezes, mas a atual acusação foi de assassinato, e não suicídio assistido. Mudou seu Modus Operandi de monóxido de carbono ou químicos intravenosos para injeção letal.
Kevorkian representou a si mesmo no tribunal, e disse que não tinha muito a perder se sua pena fosse perpétua, pois não lhe restava tanto tempo de vida.

Delfina & Maria de Jesus Gonzales ( 91+)
Delfina e María de Jesús González (conhecidas como "Las Poquianchis") eram duas irmãs mexicanas da cidade de Guanajuato, localizada a cerca de 200 quilômetros ao norte da Cidade do México. Durante a infância elas foram criadas sobre forte influência da doutrina católica. As irmãs eram donas nos anos 50 e início dos anos 60 do Rancho Loma de San Angel, no município de San Francisco del Rincón, conhecido como o "bordel do inferno". Uma jovem mulher desnutrida e maltratada chamada Josefina Gutiérrez foi em uma delegacia em Léon acompanhada de sua mãe e denunciou uma rede de seqüestros de jovens na área de Guanajuato e durante o interrogatório, ela entregou as irmãs. Ele era uma vítima que já estava mantida em cativeiro com as irmãs já faziam muitos meses. Policiais revistaram a propriedade das irmãs e encontraram uma dúzia de mulheres, que estavam com problemas de saúde e higiene. Muitas das mulheres relataram ter sido seqüestradas e mantidas presas e espancados quase diariamente. Se ficassem grávidas, seus filhos eram tirados e enterrados em segredo. Lá foram encontrados os corpos de onze homens, oitenta mulheres e vários fetos. As investigações revelaram o esquema que era recrutar prostitutas através de anúncios nas cidades de León e San Francisco que ofereciam ajuda, embora os anúncios afirmassem que as meninas se tornariam empregadas das duas irmãs. Muitas mulheres deixavam suas casas na esperança de encontrar um emprego e juntar um dinheiro, e acabavam até sem a liberdade. Em vários casos, as famílias jamais iriam revê-las. Mantidas sob forte pressão psicológica, eram forçados a bater e roubar de seus clientes quando não cumpriam as regras. Muitas das meninas eram forçadas a consumir heroína ou cocaína. Então, quando as prostitutas ficavam muito doentes, destruídas por excesso de violações, perdiam suas aparências, ou paravam de agradar aos clientes, elas eram mortas. Elas também matavam clientes que se apresentavam grandes quantias de dinheiro. Julgadas em 1964, as irmãs González foram condenados a quarenta anos de prisão. Na prisão, Delfina morreu devido a um acidente e Maria cumpriu sua pena e saiu de cena depois de sua libertação. Embora sejam freqüentemente citadas apenas as duas como as assassinas, elas tinham também outras duas irmãs que ajudaram em seus crimes, Carmen e Maria Luisa. Ambas foram condenadas a pequenas penas após ser comprovado que não participaram dos assassinatos, apenas eram cúmplices em crimes menores. Carmen morreu na prisão devido a um câncer; Maria Luisa enlouqueceu porque temia ser morta por manifestantes quando saísse da prisão. Algumas fontes mencionam a participação de três irmãs, outras falam nas quatro já citadas. Embora somente de duas foram provados o envolvimento nas mortes e passaram mais tempo na cadeia.

Elizabeth Bàthory (40+)
Condessa húngara do século XVI, Bàthory adorava tomar banho em sangue, pois acreditava que assim permaneceria com aspecto jovem. O número estimado de moças assassinadas para levar à cabo 10 anos de tratamento de beleza varia entre 40 e 600.

A sangrenta condessa, viúva de um herói húngaro e descendente do legendário Vlad o Impalador, filho do Conde Drácula, passou a vida mergulhada em magia negra e sadismo. Sabe-se que, por exemplo, extirpou a boca de uma serviçal por ela ser muito barulhenta. Em janeiro de 1611, após rumores sobre seu comportamento, um grupo liderado pelo Conde Thurzo (primo) entrou no Castelo Csejthe e flagrou-a em seu banho estético.
Para proteger o nome de família, a condessa nunca foi formalmente acusada de nenhum crime, mas o Conde condenou-a a prisão domiciliar. A condessa foi trancada em sua torre por maçons. Duas cúmplices suas tiveram os dedos amputados antes de serem queimadas. O único cúmplice homem foi decapitado. A condessa morreu em 21 de agosto de 1614, três anos depois de ter sido trancada em seu quarto. Parece que o elixir fazia mesmo diferença…
Gaiola de Cravos
Atribui-se geralmente a invenção desse engenhoso instrumento à condessa húngara Elizabeth Bàthory, que, todavia, existem registros de seu uso já no tempo dos romanos. Frise-se, porém, que não era um modo de interrogatório ou punição judicial, sendo utilizado apenas por certos indivíduos, isoladamente.
Basicamente, o engenho era uma gaiola cilíndrica de lâminas de ferro afiadas, cujo interior era guarnecido de pontas aguçadas de ferro. A vítima era trancada na gaiola e o torturador, armado de um archote, um ferro em brasa ou ainda de um ferro pontiagudo, começava a espetar ou atiçar o prisioneiro, que, em seus movimentos de recuo, ia chocar-se contra as pontas e lâminas da gaiola. O resultado final é fácil de imaginar-se.
Embora a maioria das gaiolas de cravos de que se tem notícia fossem colocadas diretamente sobre a terra, diz-se que a gaiola de Elizabeth Bàthory (aperfeiçoada para que ela tomasse os famosos banhos de sangue que, segundo supunha, a manteriam sempre jovem e bela) era suspensa no teto; a condessa sentava-se abaixo dela e o sangue corria diretamente sobre seu corpo.
(Fonte: O Martelo das Feiticeiras de Malleus Maleficarum)

Jane Toppan (31+)

Nascida em Boston com o nome de Nora Kelly, em 1854. Ainda era criança quando sua mãe morreu e seu pai, alfaiate, foi internado por tentar costurar seus próprios olhos para sempre. Depois de um breve tempo no orfanato, Nora foi adotada pela família Toppan e trocou seu nome para Jane. Levou uma vida normal até que foi rejeitada por seu noivo. Teve então um colapso nervoso e tentou cometer suicídio, mas fracassou.
Na escola de Enfermagem, sua curiosidade mórbida por autópsias começou. Foi demitida depois que dois pacientes sob seus cuidados morreram misteriosamente.
Passou então a trabalhar em domicílio. Logo foi considerada bondosa e sensível enfermeira, que cuidava dos doentes e idosos das melhores famílias de Boston. Ainda assim, a maioria de seus pacientes e suas famílias morriam misteriosamente depois de ingerir a sua “especial poção”. Por mais de duas décadas, Jane brilhou em lares da alta sociedade da Nova Inglaterra com seus coquetéis de morfina, que causaram pelo menos 31 mortes.
O primeiro “Anjo da Morte” americano, terminou seu reinado em 1901, quando quatro membros da família Davis morreram. A suspeita logo caiu sobre a enfermeira que cuidava deles, e o marido da quarta vítima pediu a polícia de Massachusetts que fosse feita uma autópsia em sua esposa. As autoridades confirmaram então uma dose letal de morfina e atropina como causa da morte. Jane fugiu, mas foi presa em Amherst em outubro de 1901.
Já em custódia, confessou 31 assassinatos, mas acredita-se que este número está entre 70 e 100 mortes. Em seu julgamento, em 1902, médicos testemunharam que Jane nasceu com uma “condição mental fraca”, mas ela acabou dizendo no tribunal que sua ambição era assassinar mais pessoas que qualquer homem ou mulher, vivo ou morto.
Depois desta declaração, foi considerada insana e mandada para um asilo, onde morreu aos 84 anos, em 1938. Até morrer tinha fantasias assassinas.

Patrick W. Kearney (28+)

O mais importante serial killer de estradas da Califórnia. Meticuloso, limpo e organizado assassino, deixava suas vítimas desmembradas e lavadas em sacos de lixo ao longo das estradas da Califórnia. Kearney e seu amante, David D. Hill, eram ambos veteranos de guerra, viviam numa arrumadíssima casa em Redondo Beach, de onde iniciavam suas ações homicidas.
Os “assassinos do Saco de Lixo”, como ficaram conhecidos, iniciaram suas atividades em 1975 e terminaram em 1977, quando o casal entrou no centro de informações do xerife em Riverside, viram seu próprio pôster de procurados e se entregaram.
Depois, foram soltos por falta de provas. Kearney carregou a culpa sozinho e confessou que matar excitava-o e lhe dava uma sensação de domínio.

Bom galera... por hoje é só, mas assim que tiver um tempo falarei mais sobre este assunto, que muitos gostam, pois é um dos assuntos mais buscados dentro do blog. Abraços procês e até breve.