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domingo, 21 de fevereiro de 2016

Festival Fornacalia e Festival das lanternas


Fornacália, o festival romano do “Pão e da Fornalha” e da vegetação. A Fornália festejava a primavera e o renascer da natureza. No início, era uma comemoração de caráter religioso, mas depois esta antiga festa profana degenerou em orgia. Provavelmente, foi este tipo de

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Ritual Ashura ou Ashurya


História

Cabe aqui recorrer a dois conceitos da fenomenologia husserliana, noesis e noema, característica da geografia humanista, onde a primeira denota a ideia e a significação fulcral de determinado objeto e a segunda às diversas interpretações e vivências psico-sensoriais, muito embora, a História que embasa o espetáculo é determinante na emoção coletiva, no compartilhamento do luto, da tristeza e do sentimento de compaixão ao mártir Hussein.
Recuperar os significados codificados na paisagem é condição sine qua non, conforme afirma Cosgrove (2012, p.220) para a interpretação das

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Ritual Quibayo

No mundo todo existem ritos e rituais que nos fogem a percepção... Aqui dentro do Brasil mesmo, temos algumas religiões onde os não adeptos os classificam como "Demoníacas" ou até mesmo "coisa do diabo", que através do dogma imposto pelo catolicismo português, nos fez perder as origens culturais afro-indigenas... Ainda temos um pouco dessa mistura hj, denominada Umbanda, Quimbanda e Candomblé, fora outras coisas, como Santo Daime, União do vegetal etc... Logo não somos um país 100% Cristão... Uma coisa que sempre digo para todos que criticam qqr religião é que a religião afro-indigena, merece um pouco mais de respeito, pois quando chegamos aqui, ela já existia.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Exorcismos. Como funciona e o que é.



Você acredita que pessoas podem ser possuídas pelo demônio? Descubra aqui o que falam os especialistas sobre o assunto e desvende, de uma vez por todas, como funcionam os rituais de exorcismo:

Um tema muito explorado pelas produções de Hollywood, os rituais exorcistas consistem em uma espécie de tema que assusta as pessoas, especialmente porque está ligado a assuntos sobrenaturais. Aliás, com todo mundo deve estar cansado de saber, esses ritos servem para expulsar do corpo das pessoas e de determinados ambientes, a presença de maus espíritos ou do próprio demônio.
Muita gente por aí diz não acreditar que esse tipo de coisas seja real ou que entidades de outro mundo possam, simplesmente, tomar conta do corpo de uma pessoa viva. Acontece, no entanto, que inúmeros casos assim já foram registrados na vida real e os rituais exorcistas existem de verdade, contam com regras, utensílios e um passo-a-passo, reconhecido pela Igreja. Todo esse conjunto, no final das contas, teria o poder de mandar o demônio embora, em nome de Deus.

Variedades de rituais

Aquele ritual cheio de cruzes e água benta é, na verdade, apenas um dos tipos de rituais exorcistas realizados por aí, especialmente pela Igreja Católica, para livrar as pessoas da possessão do demônio. Mas há ainda uma infinidade de outros rituais como, por exemplo, o exorcismo do batismo, feito para abençoar uma criança que esteja recebendo esse sacramento do catolicismo e para livrá-la do chamado pecado original, que nada mais é que a forma natural pela qual ela foi concebida (o sexo). Outros rituais ainda podem servir para abençoar um local ou objeto ou mesmo livrá-los da influência do mal.

Identificando a possessão

Pouca gente sabe, mas a própria Igreja Católica tem suas diretrizes na hora de identificar uma possessão demoníaca. E as regras e instruções para isso não foram criadas por agora: elas existem desde 1614, mas foram reformuladas e atualizadas em 1999. A primeira coisa que essas regras trazem, aliás, é identificar se a pessoa realmente está possuída por um espírito do mal ou se ela apresenta apenas transtornos mentais.Como o sacerdote faz essa diferenciação? Bom, dentre várias coisas que precisam ser observadas, hoje em dia, os padres se baseiam bastante nos exames psiquiátricos e psicológicos. Antes de tomar qualquer providência também, o membro da igreja faz uma investigação detalhadas da vida da pessoa em questão, para conhecer seus hábitos, como ela costuma se comportar e assim por diante.Depois disso, se for identificada alguma anormalidade que leva a suspeita de que algo sobrenatural realmente esteja acontecendo, os padres buscam ainda alguns sinais que, embora pareçam clichê, costumam os orientar nessa missão: aversão a água benta e a outros objetos sagrados; habilidade de falar idiomas que nunca tenha estudado e de dar informações impossíveis de serem descobertas, como detalhes da vida e do dia-a-dia os presentes. Somado a isso tudo, também costumam ser indícios de possessão comportamento extremamente agressivo, uso de linguagem obscena e uma força física muito maior que o porte da pessoa aparenta ser capaz de manifestar.

Durante o Ritual

Se, no final, a pessoa realmente estiver possuída, o ritual é preparado. O padre de veste com uma sobrepeliz (uma espécie de camisola) preta e uma estola (uma fita de tecido que desce por trás do pescoço) roxa e traz consigo relíquias sagradas da igreja, como cruzes, imagens de santos e assim por diante. A cerimônia, então tem início, baseada do Rituale Romanun (Ritual Romano), um dos livros que descrevem os ritos oficiais da igreja católica e que orienta o sacerdote a realizar uma série de orações, declarações e apelos, invocando a Deus que a pessoa dominada pelo demônio possa ser libertada e ordenando ao mal que atenda as ordens do Senhor.Todos os presentes são ungidos com água benta e o padre, então, pousa sua mão sobre o possuído. Em seguida, ele faz o sinal da cruz sobre si mesmo e sobre a pessoa que está passando pelo procedimento. Logo começa a parte das relíquias religiosas.Se, no final da cerimônia, o sacerdote achar que ainda existem traços de possessão, uma nova sessão é marcada e a pessoas supostamente possuída, recebe todas as orações e procedimentos novamente, quantas vezes forem necessárias.

Explicações Lógicas

Mas, mesmo com tantos filmes e relatos sobre o assunto, há pessoas mais céticas por aí que tentam explicar os episódios de exorcismos usando a lógica. Um grandes pesquisador do assunto, chamado Michael Cuneo, conta que já viu mais de 50 rituais de expulsão do demônio em várias partes do mundo e, em nenhum deles, havia sinais sobrenaturais, com arranhões sem explicação que aparecem na pele durante as sessões exorcistas ou mesmo levitações de corpo.Para ele, a maioria dos casos, pelo menos com relação aos que ele já presenciou, tanto a pessoa que se dizia endemoniada, quanto o próprio exorcistas apresentavam sérios desequilíbrios emocionais e psicológicos. Além disso, invariavelmente, essas pessoas estavam ligadas de uma forma muito forte à religião. Isso as faziam suscetíveis a sugestões subconsciente, de forma que  se acreditassem que realmente estavam possuídas e que o ritual de exorcismo funcionaria, eles acabavam funcionando mesmo. É como a cura de doenças a partir de remédios com “efeitos placebo”, que não têm funcionalidades químicas, mas que ajudam a pessoa se convencer de que está livre do mal que perturbava sua saúde.Agora, se você está procurando explicações para os supostos sinais físicos da possessão, que mencionamos mais acima e que tratam de força física descomunal, grunhidos, babas, enrijecimento corporal e outras coisas do tipo, Cuneo também tem argumentos lógicos para os casos. Segundo ele, todos os sinais interpretados como de possessão demoníaca casam com sintomas de doenças que afetam diretamente a parte motora, como epilepsia,  síndrome de Tourette e esquizofrenia. Essa última, inclusive, faz com que a pessoa tenha alucinações vívidas.

O perigo da Crença Cega

Não dá para dizer se todo caso de possessão demoníaca é mesmo verdadeiro ou não, mas o fato é que é preciso muito cuidado para lidar com esse tipo de questão. Interpretações mal feitas de diversos casos, aliás, já foram registradas em várias partes do mundo e, muitas delas, resultaram na morte de pessoas que, na verdade, sofriam de algum mal cientificamente explicável.Exemplo disso, aliás é a história de uma garotinho de apenas 8 anos de idade, autista, que foi morto durante um ritual de exorcismo. Os membros de sua igreja acreditavam que ele estava possuído e que o demônio era o verdadeiro culpado pela forma como se comportava.Outro caso também trágico relacionado ao assunto aconteceu na Romênia, com uma freira, de apenas 23 anos que provavelmente sofreia de esquizofrenia. Ela tinha alucinações frequentes e, para livrá-la das garras do mal, sacerdotes da igreja e populares a prenderam e uma cruz, onde ela ficou vários dias sem comida e sem água, para que o demônio fosse expulso de seu corpo. A moça acabou falecendo.
Fonte : LiveScience e Fatos Desconhecidos

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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Incidente de Passo Dyatlov

Incidente do Passo Dyatlov foi um evento que resultou na morte de nove esquiadores ao norte dos montes Urais na noite de 2 de fevereiro de 1959. O incidente aconteceu na costa leste da montanha Kholat Syakhl (Холат Сяхл), cujo nome em mansi significa "Montanha dos Mortos". Desde então, o passo de montanha onde o incidente ocorreu é chamado de Passo Dyatlov (Перевал Дятлова), baseado no nome do líder do grupo, Igor Dyatlov.
A ausência de testemunhas e as investigações subsequentes acerca da morte dos esquiadores inspiraram intensas especulações. Investigadores da época determinaram que os esquiadores rasgaram suas barracas de dentro para fora, fugindo a pé sob forte nevasca. Apesar dos corpos não demonstrarem sinais de luta, duas vítimas apresentavam o crânio fraturado e duas tinham costelas partidas. As autoridades soviéticas determinaram que uma "força desconhecida" provocara as mortes; o acesso à região foi consequentemente bloqueado a esquiadores e aventureiros por três anos após o incidente. Devido à ausência de sobreviventes, a cronologia dos eventos ainda permanece incerta.

Antecedentes

Um grupo foi formado para uma expedição ao norte das Urais, em Oblast de Sverdlovsk. Liderado por Igor Dyatlov, consistia de oito homens e duas mulheres, a maioria estudantes ou graduados do Instituto Politécnico de Ural (atualmente Universidade Técnica Estadual de Ural).
O objetivo da expedição era alcançar Otorten, uma montanha situada 10 quilômetros ao norte do local do incidente. Esta rota, naquela temporada, era classificada como "categoria III", a mais difícil. Todos os integrantes possuíam experiência em excursões de esqui e expedições em montanhas.
O grupo viajou de trem para Ivdel, cidade ao centro da província de Oblast de Sverdlovsk, desembarcando ali em 25 de janeiro. Eles então tomaram um caminhão para Vizhai, o último assentamento inabitado ao norte, começando a marcha em direção a Otorten em 27 de janeiro. No dia seguinte, um dos integrantes, Yuri Yudin, foi forçado a voltar devido a problemas de saúde.
Diários e câmeras encontrados em seu último acampamento tornaram possível rastrear a derradeira rota do grupo no dia anterior ao incidente. Em 31 de janeiro, eles chegaram na beira de um morro e prepararam-se para escalá-lo. Em um vale silvestre, eles estocaram comida e equipamento extra, que seriam utilizados mais tarde na viagem de volta. No dia seguinte, 1 de fevereiro, os esquiadores começaram a descer o passo. Ao que parece eles planejavam atravessar o local e acampar do outro lado durante a noite seguinte, mas devido à piora nas condições meteorológicas, com tempestades de neve e declínio de visibilidade, o grupo acabou se perdendo e seguindo para oeste, subindo em direção ao topo do Kholat Syakhl. Quando perceberam o equívoco, eles decidiram parar e montar acampamento no declive da montanha.

Busca

Dyatlov combinou que mandaria uma mensagem telegráfica para seu clube esportivo assim que o grupo retornasse a Vizhai. Estimava-se que isso ocorreria por volta de 12 de fevereiro, mas mesmo com o passar da data não houve reação, pois atrasos eram comuns em expedições desse tipo. Em 20 de fevereiro, depois que familiares dos viajantes exigiram uma operação de resgate, os administradores do instituto enviaram as primeiras equipes de busca, formadas por alunos e professores voluntários. Posteriormente, o exército e forças policiais foram envolvidas, com aviões e helicópteros requisitados a juntar-se à operação.
Igor Dyatlov

Em 26 de fevereiro, as equipes de busca encontraram o acampamento abandonado em Kholat Syakhl. A barraca estava arruinada, e um conjunto de pegadas seguiam até a margem de um bosque próximo, estando cobertas por neve após 500 metros. Na beira da floresta, sob um grande e antigo pinheiro, foram encontrados os restos de uma fogueira, juntamente com os primeiros dois corpos, descalços e usando apenas roupa de baixo. Entre o pinheiro e o acampamento estavam outros três corpos, mortos em posição que sugeria que estivessem tentando voltar às barracas. Eles foram encontrados separadamente, a distâncias de 300, 480 e 630 metros do pinheiro.
A busca pelos quatro esquiadores restantes levou mais de dois meses. Eles foram finalmente encontrados em 4 de maio, debaixo de quatro metros de neve, em uma ravina embrenhada na mata próxima ao pinheiro.

Investigação

Um inquérito foi aberto imediatamente após o surgimento dos cinco primeiros corpos. Um exame médico não encontrou ferimentos que pudessem ter provocado as mortes, sendo concluído que todos morreram de hipotermia. Um dos corpos apresentava uma pequena fissura no crânio, inicialmente não considerada um ferimento fatal.
Corpo de Igor Dyatlov
O exame dos quatro corpos encontrados em maio mudou completamente o cenário. Três deles apresentavam ferimentos fatais, sendo dois com fraturas cranianas e dois com extensas fraturas torácicas. A força necessária para provocar tais ferimentos teria de ser extremamente alta, com um dos especialistas comparando-a à força de uma colisão automobilística. O mais notável é que os corpos não traziam feridas externas, como se tivessem sido esmagados por um alto nível de pressão. Apenas um dos mortos tinha um ferimento externo considerável: estava sem a língua. A análise das roupas identificou que elas continham um elevado nível de radiação.
Lev Ivanov, chefe da investigação, disse durante entrevista em 1990 que, nos meses de fevereiro e março de 1959, diversas testemunhas, incluindo militares e meteorologistas, haviam relatado a visão de "esferas voadoras brilhantes" na área. Ivanov afirmou, na mesma entrevista, que já na época do incidente imaginara haver algum tipo de relação entre os casos.
Inicialmente, especulou-se que o povo indígena Mansi poderia ter atacado e assassinado o grupo por invadir seu território, mas as investigações indicaram que a natureza das mortes não suportaria tal tese; apenas as pegadas dos esquiadores eram visíveis, e eles não apresentavam sinais de combate corpo-a-corpo.
Evidências sugerem que o grupo foi obrigado a deixar o acampamento durante a noite, quando já estavam dormindo. Embora a temperatura estivesse baixa (por volta de -25° a -30°C), com tempestade e fortes rajadas de vento, os mortos estavam apenas parcialmente vestidos. Alguns deles tinham apenas um sapato, enquanto outros usavam somente meias. Outros foram encontrados enrolados em pedaços de roupas rasgadas, aparentemente arrancadas daqueles que já haviam morrido.

O veredito final foi que todos os integrantes do grupo morreram devido a uma "força desconhecida". O inquérito foi oficialmente encerrado em maio de 1959 devido à "ausência de parte culposa". Os documentos relativos ao caso foram então arquivados, sendo divulgados ao público somente na década de 1990, ainda assim em fotocópias com diversas partes ausentes.
Documentários
Foi feito uma filmagem atual de sobre o incidente, com outros esquiadores que tentaram repetir a façanha e tudo oque poderia ter conseguido, mas é apenas um filme :( .. 
Até a próxima.

Fotos

Abaixo você vê algumas fotos dos corpos encontrados e o filme-documentário disponibilizado no youtube sobre o incidente. 





Um ótimo documentário contando a história sobre o assunto.


Até a próxima e obrigado por compartilhar

(fontes: wikipédia.org, ceticismo aberto e issoébizarro)

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Zumbis Haitianos: Muito mais medonho que a ficção!!!!

Sabe aquele seu amigo que torce por um apocalipse Zumbi, achando que será um Daryl do the walking dead? Então... este post foi feito pra ele.. Lembrando que estarei falando sobre Vodus Haitianos, e não sobre o caso de zumbificação devido a sais de banho, onde um rapaz comeu o rosto de um morador de rua.


As histórias de Zumbis,  parecem ter sido totalmente desmistificadas nos últimos anos. Hoje, mais do que em qualquer outra época anterior, filmes, seriados, livros e até o mundo da moda abordam o assunto de forma bem-humorada. Porém, as coisas não são tão simples assim....
Vamos lá então ao post!!
O vodu é um tipo de ritual executado por feiticeiros, executado no Caribe e no haití (existem alguns relatos no México e inclusive no Brasil... corram para as colinas), de origem africana e teve seu maior uso na época do colonialismo.
O tema já foi abordado em diversas coisas, até no gibi da Walt Disney A Saga do Tio Patinhas, existe um zumbi. (pra quem quiser é só pedir que tenho o gibi em pdf). 
A lenda é a seguinte. Um feiticeiro tem o poder de ressuscitar os mortos recém-mortos (redundância proposital aqui \o/) e faze-los seu escravo particular.
Nas primeiras décadas do século XX alguns zumbis foram fotografados vagando e trabalhando nas lavouras de seus Mestres.
Mas, onde foi que esta lenda começou a ser revelada?
Um pesquisador canadense chamado Wade Davis divulgou a existência de um Pó Zumbi, utilizado pelos feiticeiros vodus. A composição do pó era química e nada de magia.
Inimigos ou familiares interessados  nos bens de seus parentes encomendavam os mestres vodus a transformação dos "mortos" em zumbis. Havia toda uma preparação para a morte da pessoa, (claro que ela não sabia que ia morrer), era utilizado substâncias encontradas nas peles de sapos venenosos (a substância Bufotoxina) e um principio ativo paralisante encontrado num peixe chamado Baiacu (Tetrodoxina). Com isso em mãos, as pessoas contaminavam a comida do "morto" provocando um diminuição respiratória, cardíaca e motora, confundindo com a morte.
No Haiti, após a morte, acontece um rápido funeral e algumas horas após o enterro, os mestres vodus abriam o caixão e "ressuscitavam" os mortos. Aturdidos pelas drogas e pela situação impensável, as vítimas acreditavam que estavam sendo trazidas de volta da morte. Mantidas drogadas permanentemente com substâncias que causavam perda de memória e transes psicóticos, eram escravizadas em regime de semi-consciência durante anos, servindo a seus mestres.
Uma planta chamada Datura (Datura Stramonium) seria a responsável por manter em transe por anos os "zumbis". Algumas histórias ao longo do século XX reforçam esta teoria: Em 1962, o haitiano Clarvius Narcisse foi declarado morto e enterrado na pequena vila de L'Éstere. Porém, em 1980 retornou ao local com uma surpreendente história: Após receber uma dose de "Pó Zumbi", foi reanimado por um feiticeiro, que o manteve sedado com drogas derivadas da planta alucinógena "Datura", fazendo-o trabalhar durante anos como escravo em uma fazenda. Seu mestre explicou que ele havia sido trazido de volta da morte como uma punição por atos que cometera durante sua vida. 
Alguns anos depois, o mestre de Clarvius morreu, e sem as doses alucinógenas constantes, recuperou a consciência. Mesmo não tendo recuperação total de sua memória, conseguiu fugir da fazenda e vagar durante anos pelo Haiti até encontrar seu vilarejo e familiares em 1980. Algumas décadas antes, em 1937, a haitiana Felícia Felix-Mentor foi encontrada  vagando pelas ruas de uma cidade haitiana quase 30 anos após ter sido sepultada. Estava drogada com psicotrópicos e não se lembrava do que ocorrera desde sua "morte". Seu marido a reconheceu. 
As teorias de Wade são muito criticadas no meio científico, com alegações de que não existe embasamento  suficiente para uma comprovação de que as bufotoxinas e principalmente a tetradoxina poderiam causar os efeitos descritos pelo "Pó Zumbi". 

Abaixo um possível ataque zumbi!!!



domingo, 4 de agosto de 2013

Canibais do Século 19 e de Agora

Porto Alegre-1863

No século 19, a Província de Porto Alegre foi cenário para a ação de José Ramos – e a população, sua matéria-prima. Considerado um homem elegante, refinado e culto, Ramos lucrava com o açougue que mantinha com a mulher, Catarina Pulse. Especialmente com as linguiças feitas artesanalmente pelo casal. O ingrediente secreto, porém, provocou repulsa: tratava-se de carne humana.
O caso ficou registrado no livro de Décio Freitas, O Maior Crime da Terra: O Açougue Humano da Rua do Arvoredo. Ao pesquisar documentos da época, o autor não pôde constatar quantas mortes foram de responsabilidade do casal (com a ajuda de um terceiro, chamado Carlos Claussner). O relato, entretanto, é de que as vítimas eram iludidas pela promessa de uma noite com Catarina. Distraídas, eram surpreendidas por um golpe de machadinha na cabeça. A partir daí, elas eram degoladas, esquartejadas, fatiadas e moídas, convertendo-se em ingrediente para as famosas linguiças.
Livro de Décio Freitas - O Maior crime da terra
Décio Freitas (escritor) escreveu sobre o caso em O Maior Crime da Terra: O Açougue humano da Rua do Arvoredo. Cenas dignas de Sweeney Toddy, aquele filme, estrelado por Johnny Depp, o açougueiro atraia as vitimas com a promessa de uma noite de Amor e Luxuria com Catarina. Ao que tudo indica, as vítimas eram mortas com uma machadada na cabeça e na sequencia, eram desmembradas, desossadas, moídas  e depois... VIRAVAM LINGÜIÇA COM AS PRÓPRIAS TRIPAS. (N.B. Acreditem, ao pesquisar sobre esta matéria, eu jurei nunca mais comer lingüiça...)
José Ramos, foi considerado o primeiro  serial killer brasileiro. Foram feitas várias peças e curta-metragens sobre a história do casal, destacando-se em especial, a peça O Moedor que sempre se apresenta no Sesc.
Mudando de assunto um pouco...
Se você nobre leitor acha que isso nunca aconteceu, pense bem, antes de comer aquele salgado delicioso na rua, ou comprar carne que não seja Friboi.. heheheh, pois recentemente houve um outro caso que as vitimas não viravam lingüiças, mas sim COXINHAS.

Dias de Hoje
A polícia de Pernambuco prendeu no dia 13 de Abril de 2013, uma família acusada de matar, provocar canibalismo e vender restos da carne humana na forma de coxinha, que era distribuído em  bares e restaurantes da cidade de Garanhuns.
A cidade onde nasceu o Ex-Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva foi palco desta barbárie cometido por Jorge Negromonte, Isabel Cristina e Jessica Camila, foram presos, acusados de matar, esquartejar e ocultar o corpo de duas mulheres.
O crime violento e de contornos macabros impressiona. Segundo o delegado responsável pelo caso, Wesley Fernando, a suspeita Isabel Cristina confessou que circulava pelos bares, restaurantes e ruas de Garanhuns, em Pernambuco, a vender coxinhas, empadas e risólis recheados com a carne humana das suas vítimas.

"Depois de eles esquartejarem, a carne era congelada, desfiada e também utilizada para alimentar a família, inclusive dando partes dos corpos para a criança que morava com o trio", disse o delegado.

"Além disso, segundo Isabel, a parte preferida era o coração das vítimas. Nada sobrava. Eles também usavam o fígado e os músculos das pernas que eram fervidos e ingeridos, numa espécie de ritual macabro", acrescentou.

Pedrinho Matador

Aproveitando a deixa do Rodrigo, vamos falar mais um pouquinho sobre os seriais killers... ÊÊÊÊÊÊÊÊÊ!!!
Não podemos nos esquecer que também já tivemos váááários aqui no Brasil, como O linguiceiro da Rua do Arvoredo (caso semelhante ao filme Sweeney Toddy), o Maníaco do Parque, Preto Amaral, O Filho da Luz (não confundir com o Bandido da Luz Vermelha), entre outros, hoje vamos falar sobre o Pedrinho Matador, que tem até um artigo na Wikipédia (o qual vou pegar e modificar um pouco o artigo).
Deu até uma entrevista para o Marcelo Rezende da Rede Record, que vou postar abaixo do texto.
Sem mais delongas, vamos ao caso!!

Pedrinho Matador

Pedrinho Matador
Pedro Rodrigues Filho, vulgo Pedrinho Matador, é um homicida e psicopata.
Pedrinho Matador sempre foi um cara da "Paz" (segundo ele), pois apenas matava aqueles que eram considerados maus.
Matou pela primeira vez aos catorze anos e seguiu matando. Hoje acumula mais de cem homicídios, incluindo o do próprio pai, sendo que 47 pessoas foram mortas dentro dos presídios pelos quais passou. Ainda não respondeu por todos os crimes, mas já foi condenado a quase quatrocentos anos de prisão, a maior pena privativa de liberdade já aplicada no Brasil.
Nasceu numa fazenda em Santa Rita do Sapucaí, sul de Minas Gerais, com o crânio ferido, resultado de chutes que o pai desferiu na barriga da mãe durante uma briga. Conta que teve vontade de matar pela primeira vez aos 13 anos. Numa briga com um primo mais velho, empurrou o rapaz para uma prensa de moer cana. Ele não morreu por pouco.
Aos 14 anos ele matou o vice-prefeito de Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais, com tiros de espingarda em frente à prefeitura da cidade, por ter demitido seu pai, um guarda escolar, na época acusado de roubar merenda escolar. Depois matou outro vigia, que supunha ser o verdadeiro ladrão. Refugiou-se em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, onde começou a roubar bocas-de-fumo e a matar traficantes. Conheceu a viúva de um líder do tráfico, apelidada de Botinha, e foram viver juntos. Assumiu as tarefas do falecido e logo foi obrigado a eliminar alguns rivais, matando três ex-comparsas. Morou ali até que Botinha foi executada pela polícia. Pedrinho escapou, mas não deixou a venda de drogas. Arregimentou soldados e montou o próprio negócio.
Em busca de vingança pelo assassinato da companheira, matou e torturou várias pessoas, tentando descobrir os responsáveis. O mandante, um antigo rival, foi delatado por sua ex-mulher. Pedrinho e quatro amigos o visitaram durante uma festa de casamento. Deixaram um rastro de sete mortos e dezesseis feridos. O matador ainda não tinha completado 18 anos.
Ainda em Mogi, executou o próprio pai numa cadeia da cidade, depois que este matou sua mãe com 21 golpes de facão. A vingança do filho foi cruel: além das 22 facadas, arrancou o coração do pai, mastigou uma parte e depois a cuspiu, segundo dito no programa da Rede Record com o jornalista Marcelo Rezende (o vídeo está no final da matéria)
Pedrinho pisou na cadeia pela primeira vez em 24 de maio de 1973 e ali viveu toda a idade adulta. Conta-se na polícia que certa vez foi posto em um camburão para ser transportado pela PM junto com outro preso, ambos algemados, e que quando foram abrir a traseira do carro o outro preso já estava morto e Pedrinho assumiu a autoria do crime justificando que o companheiro era estuprador. Em 2003, apesar de já condenado a 126 anos de prisão, esteve para ser libertado, pois a lei brasileira proíbe que alguém passe mais de 30 anos atrás das grades, embora um decreto de 1934, assinado pelo então presidente Getúlio Vargas, permita que psicopatas possam ser mantidos indefinidamente em estabelecimentos psiquiátricos para tratamento. Também por causa de crimes cometidos dentro dos presídios, que aumentaram suas penas para quase 400 anos, sua permanência na prisão foi prorrogada pela Justiça até 2017. Pedrinho contava com a liberdade para refazer sua vida ao lado da namorada, uma ex-presidiária cujo nome ele não revela. Eles se conheceram trocando cartas. Depois de cumprir pena de 12 anos por furto, ela foi solta e visitou Pedrinho no presídio de Taubaté.
Jurado de morte por companheiros de prisão, Pedrinho é um fenômeno de sobrevivência no duro regime carcerário. Dificilmente um encarcerado dura tanto tempo. Matou e feriu dezenas de companheiros para não morrer. Certa vez, atacado por cinco presidiários, matou três e botou a correr os outros dois. Matou um colega de cela porque 'roncava demais' e outro porque 'não ia com a cara dele. Para não deixar dúvidas sobre sua disposição de matar, tatuou no braço esquerdo: 'Mato por prazer', coberta recentemente por outra tatuagem.
Pedrinho é a descrição perfeita do que a medicina chama de psicopata - alguém sem nenhum remorso e nenhuma compaixão pelo semelhante. Os psiquiatras que o analisaram em 1982 para um laudo pericial, escreveram que a maior motivação de sua vida era 'a afirmação violenta do próprio eu'. Diagnosticaram 'caráter paranoico e anti-social'.
Tatuagem de Pedrinho
que foi coberta recentemente
Após permanecer 34 anos na prisão, foi solto no dia 24 de abril de 2007. Informações da inteligência da Força Nacional de Segurança indicam que ele foi para o Nordeste, mais precisamente para Fortaleza no Ceará. No dia 15 de setembro de 2011 a mídia local catarinense publicou que Pedrinho Matador foi preso em sua casa na zona rural, onde trabalhava como caseiro, em Balneário Camboriú, litoral catarinense. Segundo o telejornal RBS notícias, ele terá que cumprir pena por acusações como motim e cárcere privado.
Pedrinho Matador foi recapturado em 14 de setembro de 2011, na cidade turística de Balneário Camboriú, no litoral norte de Santa Catarina. O criminoso, que diz ter matado mais de cem pessoas, inclusive o pai, foi detido em casa por volta das 11h, por agentes policiais civis da Divisão de Investigações Criminais da cidade de Balneário Camboriú. O agente policial civil que o localizou conta: "recebi informações anônimas que Pedrinho Matador estaria escondido em um sítio no município de Camboriú. De posse desta informação foram efetuadas diligências para localizar com maior precisão o local aonde Pedrinho estaria e se realmente era o referido. Confirmada a informação nos deslocamos até a região e efetuamos a prisão.".
Segundo a delegada Luana Backes, da Divisão de Investigações Criminais de Balneário Camboriú, Pedrinho Matador já cumpriu a pena pelos homicídios — mais da metade cometidos dentro da cadeia — mas foi condenado novamente em agosto deste ano por participação em seis motins e por privação de liberdade de um agente carcerário durante uma das rebeliões.
Além da quantidade de mortes, Pedrinho Matador ganhou notoriedade no país ao prometer matar criminosos como Maníaco do Parque, que agia em São Paulo. Ele costumava estrangular as vítimas.
Por causa da lista de crimes e do comportamento na cadeia, entrou para a lista dos assassinos em série citados pela escritora Ilana Casoy no livro Serial Killer - Made in Brazil. A publicação conta histórias de bandidos como Vampiro de Niterói e Chico Picadinho.

Abaixo segue a entrevista completa de Pedrinho Matador a Marcelo Rezende.





O palhaço assassino.

Quem aqui nunca viu um palhaço? Esqueça aquela coisa de alegria, risadas e palhaçadas!
A história aqui contada é real, e nada engraçada.

John Wayne Gacy (17 de março de 1942 - 10 de maio de 1994), foi um assassino em série americano, conhecido como o "palhaço assassino".


A origem do ''palhaço assassino''
Nascido em Chicago em 1942 teve uma infância traumática; era espancado e chamado de 'bichinha' pelo pai alcoólatra. Em 1968 Gacy foi preso por praticar atos sexuais com um jovem em um banheiro de um bar. Seu primeiro assassinato foi em 1972 e suas vítimas eram todas do sexo masculino. Os jovens eram seduzidos com propostas de empregos, iam até a casa de Gacy, eram dopados, amarrados em uma cadeira e violentados.

Primeiro Assassinato
Sua primeira vítima foi um adolescente de 15 anos chamado Timotchy Jack McCoy que Gacy conheceu em um terminal de ônibus da cidade. McCoy estava em uma viajem de Michigan a Omaha, quando Gacy levou o garoto para um tour na cidade. À tarde Gacy levou o garoto para sua casa com a promessa de que
John Wayne Gacy junto a primeira dama
Rosalynn Carter (crédito Wikipédia)
McCoy poderia passar a noite e seria levado ao terminal de ônibus a tempo para sua próxima viagem. Gacy alegou que ao acordar na manhã seguinte, se deparou com McCoy na porta de seu quarto com uma faca de mesa em sua mão, Gacy pulou da cama e McCoy levantou seus braços em um gesto de rendição e acidentalmente fez um corte no antebraço de Gacy (havia uma cicatriz em seu antebraço, provando sua alegação). Gacy segurou o garoto pelo pulso, e bateu com sua cabeça na porta do quarto, chutou-o contra o close e foi novamente em sua direção. McCoy então chutou-o na barriga, Gacy segurou o garoto pelo braço e jogou-o no chão e esfaqueou o garoto repetidas vezes. Gacy alegou que foi a cozinha e viu uma caixa de ovos aberta, além de bacon ainda não fatiados. McCoy também havia posto a mesa para dois; McCoy foi ao quarto de Gacy acorda-lo e levou a faca de cozinha consigo. Gacy então enterrou o corpo do garoto em seu porão e mais tarde cobriu seu túmulo com concreto.

Mais de 30 corpos enterrados
Em 1978, a polícia Illinois, Chicago efetuou uma busca na casa de nº 8975 da West Summardale Avenue, interrogando seu morador, John Wayne Gacy, palhaço amador, querido pelas crianças do bairro da cidade. Nunca iriam imaginar que o homem que se encarregava de trazer alegria para o olhar de muitos seria capaz de fazer tal coisa.
Casa de Gacy, foi demolida e reconstruida 3 anos após
o fim dos assassinatos, dizem que ainda continua desabitada
Antes de ir embora um policial questionou o mal cheiro na casa de Gacy; "É só um entupimento nos canos do esgoto", alegou Gacy. Mas como havia pessoas desaparecidas na região, uma delas sabia-se conhecer Gacy, a polícia investigou mesmo assim. Quando Gacy percebeu que seria pego resolveu se entregar, e revelou o paradeiro dos corpos enterrados em seu porão. Gacy desenhou uma planta de seu porão e apontou onde estava os corpos, ainda revelou que havia jogado alguns corpos em um rio. Foram encontrados nada menos que 29 corpos, mais 5 que foram retirados de um rio.





Modo de Agir
Como um lobo faminto, Gacy saia a "caça" de suas vítimas pelas ruas de Chicago, atrás do volante de um Oldsmobile preto, em dias claros. Chegava em rapazes e oferecia serviço em sua imaginária construtora, os rapazes que caiam em sua conversa entrava em seu carro e pegava uma carona até sua "construtora".
Simulação
Modo de agir de Gacy
Uma vez dentro do carro, Gacy atacava a vítima com clorofórmio. Gacy levava as vítimas desacordadas para sua casa, lá eram amarradas torturadas com vários instrumentos, e também eram abusadas sexualmente, para que os vizinhos não escutasse os gritos Gacy amordaçava as vítimas com sua própria cueca 'era sua marca'. Segundo Gacy muitas vezes as torturas eram feitas por uma de suas personalidades, "O Palhaço", vestindo-se de palhaço torturava suas vítimas lendo passagens da bíblia. Depois das torturas e dos abusos sexuais Gacy estrangulava suas vítimas com um instrumento conhecido como Garrote. Instrumento o qual foi apreendido pela polícia na primeira busca em sua casa.




Análise Psicológica
Psicopata nato, Gacy nunca assumiu a culpa de nenhum dos assassinatos que cometeu. Segundo ele, o único crime que cometera era a de não ter licença para ter um cemitério em sua casa.
Segundo Gacy ele possui 4 personalidades
John, O Empreiteiro; John O Palhaço, John O Político e John O Assassino.

Psiquiatras que o examinaram descreveram como:
Pseudoneurótico esquizofrênico paranóico.

Sociopata Personalidade fronteiriça Nacisista Mentiroso patalógico.

Julgamento  
Em 6 de fevereiro de 1980 começou seu julgamento em Chicago, os psiquiatras contratados pela promotoria alegava que Gacy completa noção do certo e do errado, já a defesa, que também contratou psiquiatras que alegavam que o réu era esquizofrênico e sofria de múltiplas personalidades e que isso impedia de perceber oque estava fazendo. Se o juri declarasse que Gacy era insano, ele seria internado em um hospital psiquiátrico, seria tratado e se fosse curado de suas doenças poderia ser solto. Se fosse
declarado são pelo juri, Gacy pegaria a pena de morte. A maioria das testemunhas que deporam contra Gacy, eram amigos e familiares das vítimas. Empregados de John Wayne Gacy também foram ouvidos pela promotoria, os funcionários disseram que Gacy tinha mudanças de humor repentinas, e brincadeiras inconvenientes. Em 24 de fevereiro começou os procedimentos da defesa, para a surpresa de todos, Jeffy Ringal, uma das vítimas que sobreviveu a um de seus ataques, foi a primeira pessoa a ser chamada pela defesa para depor, a estratégia da defesa era mostrar que Gacy não tinha controle de suas ações, um dos advogados de Gacy perguntou a Jeffy se Gacy tinha controle de suas ações no momento do ataque, a vítima respondeu que não. Porém o tiro saiu pela culatra, ao contar os detalhes sórdidos dos ataques Jeffy estressou-se de maneira tal que vomitou na corte e começou a chorar, Gacy olhava tudo sem nem um sinal de remorso. Os advogados querendo reforçar a tese que Gacy era insano chamou familiares e amigos do réu para depor. A irmã de Gacy alegou que ele sofreu vários abusos de seu pai alcoólatra e com uma sinta batia em Gacy. Psiquiatras levados pela defesa disseram que Gacy sofria de transtornos de borderline, tinha múltiplas personalidades e era anti-social. Depois de 5 semanas de depoimento de mais de 100 o juri retirou-se para tomar a decisão. 2 horas depois veio o veredito: O juri decidiu que John Wayne Gacy  Jr., 32 anos, era culpado pela morte de 33 rapazes e tinha completa consciência de seus atos. Foi condenado à morte por injeção letal.

Pinturas curiosidades
Durante os 14 anos que esteve preso, Gacy pintou diversos quadros, pintava como hobby e como forme de ganhar dinheiro, chegou a vender 120 mil dólares em quadro, seus quadros hoje alcançam altos valores no mercado e são vistos como ceticismo por alguns especialistas em obras de arte. Na prisão ainda ganhou
Pintura feita por John Wayne Case
na pisão.
dinheiro com as pinturas que fazia (as mais populares eram pinturas de palhaço, e auto retratos, mas relatou Jesus, Hitler, personagens da Disney e outros criminoso, etc.) e com outros métodos, como um serviço telefônico pago que criou, onde a pessoa que ligava podia ouvir as alegações de inocência. Suas pinturas chegou a fazer parte de exposições. Conta-se que nos que esteve preso tentou o suicídio. Pouco antes de morrer, em 1994, de injeção letal, já sedado, pronunciou suas últimas palavras: "Kiss my ass" ( Beije minha bunda!), outra citação foi: "They were just a bunch of worthless little queers and punks" ( Eles eram um bando de viadinhos e vadios - Sobre suas vítimas)

Fonte: Wikipédia, texto readaptado e traduzido em partes.




sábado, 20 de julho de 2013

Encolhedores de Cabeças

Encolhedores de Cabeças

Shuaras

Os Shuaras ou Shuar, são um povo composto de 80.000 indivíduos que vive na floresta amazônica entre o Peru e Equador. Os Shuaras resistiram a conquista de seu território pelos Incas e Espanhóis. O primeiro contato com os povos europeus se deram por volta de 1599 que deram-lhes os nomes de Jivaros ou Xivaros, sinônimo de selvagem, após assistirem horrorizados os rituais de encolhimento de cabeças que estes nativos submetiam seus inimigos que porventura eram mortos em combates ou por eles feitos prisioneiros. Os relatos de cabeças encolhidas contribuíram para que este povo preservasse sua identidade cultural até os dias de hoje.
A técnica vem de diversas tribos, desde a Amazônia, passando pela África até algumas ilhas da Polinésia e ilhas do Pacífico.
Normalmente são encolhidas as cabeças de parentes próximos ou inimigos, para serem usadas como feitiços ou amuletos.
Após matar os inimigos, ou a morte dos parentes, se retira o cérebro e o crânio, e coloca-se PA secar ao sol, hidratando com banhos de ervas.
Os olhos e as bocas são costurados, e a cabeça enchida com areia ou pedras, mas existe algumas tribos do equador que conseguem encolher as cabeças em até 65% do tamanho real.
Notem que as cabeças permanecem perfeitas.As cabeças podem ser compradas em mercados ilegais. Mas não se anime muito, pois custa muito, mas muito caro!!!
Depois começaram a atacar viajantes e criaram um mercado negro de cabeças encolhidas. Com isso algumas tribos ficaram mal vistas e o governo conseguiu acabar com os caçadores.
Hoje as cabeças encolhidas podem ser vistas em diversos museus pelo Mundo.Cuidado, imagens gráficas e impressionáveis. Só olhe se tiver coragem.