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quinta-feira, 23 de abril de 2015

Os maiores seriais killers

Muitos que acompanham meu blog são a favor da redução da maioridade penal e do armamento civil, pois temos direitos a termos nossa própria defesa e que a condenação dos delinquentes não se limite apenas aos bichos grandes, metafóricamente dizendo, a cobra já morde desde pequena, então, se punir os mini vidalokas, se prender esta racinha de vadios que não querem saber de estudar e pra variar, gostam de furtar doce no mercado, ou passar a mão na bunda daquela vizinha que acham a gatinha da rua, estes aí, serão o dito “MAL CORTADO PELA RAIZ”. O destino certo desta malacada toda é um só… “COMER A PLANTA PELA RAIZ”.
Pois bem, mando então, para conhecimento de todos, um ranking maldito dos maiores filhos da puta, serial killers de nossa história. É de se espantar o número de pessoas mortas por uma só.

O post é meio grandinho, por isso quem quiser continuar lendo fique a vontade, pegue um copo de café bem quente, uma bacia de pipocas e deleite-se numa leitura que vai nutrir vossos cérebros com mais informações inúteis.

Definições

Matador em Massa:- Mata quatro ou mais vítimas em um só local, num só evento. Em geral, sua explosão de violência é dirigida para o grupo que supostamente o oprimiu, ameaçou ou rejeitou.
Serial killer:- são indivíduos que cometem uma série de homicídios com um intervalo entre eles, durante meses ou anos, até que seja preso ou morto. As vítimas têm o mesmo perfil (prostitutas, mochileiros, crianças, idosos) e mesma faixa etária, sexo, raça etc. As vítimas são escolhidas ao acaso dentro deste perfil e mortas sem razão aparente; ela é objeto da fantasia do serial killer.
Spree Killer:- (Matador Impulsivo) As vítimas dele estão no lugar errado, na hora errada. O criminoso mata várias pessoas num período de horas, dias ou semanas, e não passa por fases e se acalma até precisar matar novamente. Ele pode parar de matar tão rápido quanto começou.
Conheça os maiores seriais Killers a partir de agora.

Thug Behram (900 +)

Pra quem acompanha meu blog, já fiz uma matéria obre este cara, inclusive com todas as explicações sobre a Deusa que ele adorava e matava em nome dela (Deusa Kali ou Khalli).
O maior assassino do mundo e da história respondia ao nome de Thug Behram (ou Buhram). Um indiano que estrangulou 931 pessoas entre 1790 e 1830. Behram era seguidor do sikhismo ou sijismo, uma religião hindu seguida por 23 milhões de pessoas no mundo que se desenvolveu durante o conflito entre o islã e o hinduísmo e que combina o monoteísmo muçulmano com tradição indiana. Ele preferencialmente assassinava sua vítimas com o “rumal” um lenço cerimonial branco e amarelo. Outro método de asfixia usada pelo indiano era o uso de um laço de seda com um peso de chumbo pendurado nas pontas, parecido as boleadeiras dos gaúchos. Normalmente, Behram não atuava só, senão que muitas vezes saía com seu séquito de capangas, um bando entre 30 e 50 homens apelidados de os “Thugee”, uma liga de assassinos considerados como sendo a primeira rede de mafiosos do mundo. Eles eram tão temidos pelas forças colonizadoras britânicas que hoje em dia “thug” é sinônimo de delinqüente. Quando finalmente as forças Britânicas capturaram o assassino na Índia, Thug proclamou com muito orgulho suas matanças, ainda que não recordasse o número exato de assassinatos que havia cometido pelas próprias mãos. Thug Behram é considerado o maior serial killer não militar da história e dificilmente alguém tome dele este posto. Behram é considerado o maior assassino de todos os tempos com o recorde de 931 assassinatos, mas de acordo com fontes da época, se evidencia que Behram realmente fez declarações incongruentes sobre a quantidade de assassinatos que cometeu, dizia que tinha estado presente em mais de 931 homicídios cometidos por sua quadrilha de 25 a 50 homens, por outro lado admitia que pessoalmente estrangulou em torno de 125 pessoas.


Pedro Alonso Lopez (300+) 


O mais mortal serial killer dos arquivos, conhecido como Monstro dos Andes, agiu em 3 países. Nasceu na Colômbia, mãe prostituta que o expulsou de casa aos 8 anos de idade por ele ter acariciado sua irmã mais nova. Para piorar as coisas, foi recolhido por um pedófilo e sodomizado à força. Aos 18 anos, foi espancado na prisão por uma gangue e se vingou matando 3 de seus algozes.
Ao ser solto, começou matando meninas com júbilo e impunidade. Em 1978, já havia assassinado mais de 100 meninas no Peru. Mudou-se para Colômbia e Equador, onde matava em média de 3 vezes por semana. Ele gostava mais de matar meninas equatorianas, pois segundo ele, eram mais gentis e confiáveis, mais inocentes. A polícia atribuiu o grande número de desaparecimentos de meninas às atividades de escravização e prostituição na área.
Em 1980, um dilúvio de sangue revelou a primeira de suas vítimas. Quando foi preso, contou aos investigadores as assustadoras histórias de sua trilha de morte. No início, as autoridades estavam cépticas sobre o relatado, mas todas as dúvidas desapareceram quando ele mostrou o local onde estavam enterradas mais de 50 corpos. Acredita-se que 300 assassinatos ainda seja uma baixa estimativa para este serial killer.

Gilles de Rais (140+)

Herói de guerra francês do século XV, Gilles foi o pior matador medieval da Europa. Aliado de Joana D’Arc durante a Guerra dos Cem Anos, era expert em retirar ingleses da França. Depois de ser nomeado Marechal da França pelo Rei Charles VII, estabeleceu-se na Bretanha, onde dirigiu seus heróicos impulsos para torturar e assassinar. Gostava principalmente de matar meninos, que eram sodomizados e depois decapitados. Também divertia-se observando seus servos “destrinchando” os corpos dos meninos e masturbava-se sobre suas entranhas.
Pelo fato de ser barão, ninguém associou o desaparecimento de meninos nas redondezas de seu castelo com a sua pessoa. Era patrono das artes, além de praticar magia negra e alquimia. Seu reinado de terror só terminou quando o Duque da Bretanha encontrou restos mortais mutilados de 50 meninos em seu castelo. Ele confessou ter assassinado 140 garotos, mas acredita-se que este número deve ser maior que 300. Em 1440, Gilles foi enforcado e queimado simultaneamente. Seus dois cúmplices e servos foram queimados vivos.

Luis Alfredo Gavarito (140)

Em 1999, o colombiano Garavito confessou estuprar, torturar e matar 140 crianças em 5 anos de matança. Foram encontrados 114 esqueletos. Em seu bolso, o matador carregava um velho caderno, onde em 140 linhas estavam simbolizadas cada uma de suas vítimas.
Os corpos mutilados, a maioria masculinos com idade entre 8 e 16 anos, foram descobertos em mais de 60 cidades da Colômbia Os corpos estavam decapitados e com sinais de amarradura e mutilação.
A Caçada Nacional foi disparada depois que 36 corpos em decomposição foram encontrados perto da cidade de Pereira, em 1997. Na época da investigação, as suspeitas eram de que se tratava de casos relacionados com rituais de magia negra. As autoridades também suspeitaram de tráfico de órgãos e pedofilia. Depois de 18 meses de investigação, Garavito foi preso sob acusação de estuprar uma criança, em Villavivencio.
Nascido na Colômbia, na região cafeeira, era o mais velho de sete crianças. Foi repetidamente espancado pelo pai e violentado por dois vizinhos. Garavito também era alcoólatra grave, além de ter sido tratado por depressão e tendências suicidas. Declarou ter cometido a maioria dos crimes enquanto bêbado. Estudou somente por 5 anos, e saiu de casa aos 16 anos. Trabalhou como caixeiro de loja e vendedor de rua de imagens religiosas e cartões de oração. Os promotores do caso declararam que ele encontrava suas vítimas nas ruas, ganhando sua confiança ao dar-lhes refrigerantes e dinheiro. Aparentemente, cometeu o primeiro assassinato em 1992.
A polícia só se deu conta que havia um serial killer à solta depois que 25 corpos foram encontrados na cidade de Pereira. As vítimas foram encontradas com a garganta cortada, e alguns traziam nos corpos sinais de tortura e estupro. Eram crianças pobres, que perambulavam pelas ruas do mercado ou moravam na rua. Garavito era conhecido como PATETA, O LOUCO e O PADRE. Se apresentava como vendedor de rua, monge, indigente, doente ou representante de fundações fictícias para idosos e educação infantil. Dessa maneira, conseguia entrada livre nas escolas como palestrante.
Mudou-se para diversas partes do país depois que começou a matar grande número de vítimas, em 1994. Passou um tempo no Equador, mas não se sabe quantas vítimas fez ali.br>
A maioria dos assassinatos ocorreu no estado de Risaralda e sua capital, Pereira. Quarenta e um corpos foram encontrados ali e 27 na cidade vizinha de Valle de Cauca. Em maio de 2000, na cidade de Bogotá, foi condenado a 1.853 anos de prisão.

Dr. Jack Kevorkian (130+)
Em 26 de março de 1999, este médico foi condenado por homicídio em 2º grau pela morte de um homem doente através de uma injeção letal. A morte foi filmada e veiculada na mídia pelo programa 60 Minutos. Foi o primeiro de 5 julgamentos onde foi considerado culpado. Não consideraram homicídio em 1º grau por ter sido um ato de senso comum.br>
Kevorkian, aos 70 anos, ainda pode ser condenado à prisão perpétua sem condicional, pela morte de Thomas Youk, que sofria da doença de Lou Gehrig. Também é acusado por vender drogas controladas.
Após a apresentação na mídia do suicídio assistido, Kevorkian foi processado e chamado de Dr. Morte. Sua fiança foi estabelecida em U$ 750.000. Apesar do consentimento de Youk para que fosse morto, esta não é uma defesa viável para tirar a vida de alguém segundo a promotoria americana.
O Dr. Morte é supostamente envolvido em 130 suicídios assistidos desde 1990. Este n.º faz dele o mais ativo serial killer hoje nos EUA.
Já foi absolvido 3 vezes, mas a atual acusação foi de assassinato, e não suicídio assistido. Mudou seu Modus Operandi de monóxido de carbono ou químicos intravenosos para injeção letal.
Kevorkian representou a si mesmo no tribunal, e disse que não tinha muito a perder se sua pena fosse perpétua, pois não lhe restava tanto tempo de vida.

Delfina & Maria de Jesus Gonzales ( 91+)
Delfina e María de Jesús González (conhecidas como "Las Poquianchis") eram duas irmãs mexicanas da cidade de Guanajuato, localizada a cerca de 200 quilômetros ao norte da Cidade do México. Durante a infância elas foram criadas sobre forte influência da doutrina católica. As irmãs eram donas nos anos 50 e início dos anos 60 do Rancho Loma de San Angel, no município de San Francisco del Rincón, conhecido como o "bordel do inferno". Uma jovem mulher desnutrida e maltratada chamada Josefina Gutiérrez foi em uma delegacia em Léon acompanhada de sua mãe e denunciou uma rede de seqüestros de jovens na área de Guanajuato e durante o interrogatório, ela entregou as irmãs. Ele era uma vítima que já estava mantida em cativeiro com as irmãs já faziam muitos meses. Policiais revistaram a propriedade das irmãs e encontraram uma dúzia de mulheres, que estavam com problemas de saúde e higiene. Muitas das mulheres relataram ter sido seqüestradas e mantidas presas e espancados quase diariamente. Se ficassem grávidas, seus filhos eram tirados e enterrados em segredo. Lá foram encontrados os corpos de onze homens, oitenta mulheres e vários fetos. As investigações revelaram o esquema que era recrutar prostitutas através de anúncios nas cidades de León e San Francisco que ofereciam ajuda, embora os anúncios afirmassem que as meninas se tornariam empregadas das duas irmãs. Muitas mulheres deixavam suas casas na esperança de encontrar um emprego e juntar um dinheiro, e acabavam até sem a liberdade. Em vários casos, as famílias jamais iriam revê-las. Mantidas sob forte pressão psicológica, eram forçados a bater e roubar de seus clientes quando não cumpriam as regras. Muitas das meninas eram forçadas a consumir heroína ou cocaína. Então, quando as prostitutas ficavam muito doentes, destruídas por excesso de violações, perdiam suas aparências, ou paravam de agradar aos clientes, elas eram mortas. Elas também matavam clientes que se apresentavam grandes quantias de dinheiro. Julgadas em 1964, as irmãs González foram condenados a quarenta anos de prisão. Na prisão, Delfina morreu devido a um acidente e Maria cumpriu sua pena e saiu de cena depois de sua libertação. Embora sejam freqüentemente citadas apenas as duas como as assassinas, elas tinham também outras duas irmãs que ajudaram em seus crimes, Carmen e Maria Luisa. Ambas foram condenadas a pequenas penas após ser comprovado que não participaram dos assassinatos, apenas eram cúmplices em crimes menores. Carmen morreu na prisão devido a um câncer; Maria Luisa enlouqueceu porque temia ser morta por manifestantes quando saísse da prisão. Algumas fontes mencionam a participação de três irmãs, outras falam nas quatro já citadas. Embora somente de duas foram provados o envolvimento nas mortes e passaram mais tempo na cadeia.

Elizabeth Bàthory (40+)
Condessa húngara do século XVI, Bàthory adorava tomar banho em sangue, pois acreditava que assim permaneceria com aspecto jovem. O número estimado de moças assassinadas para levar à cabo 10 anos de tratamento de beleza varia entre 40 e 600.

A sangrenta condessa, viúva de um herói húngaro e descendente do legendário Vlad o Impalador, filho do Conde Drácula, passou a vida mergulhada em magia negra e sadismo. Sabe-se que, por exemplo, extirpou a boca de uma serviçal por ela ser muito barulhenta. Em janeiro de 1611, após rumores sobre seu comportamento, um grupo liderado pelo Conde Thurzo (primo) entrou no Castelo Csejthe e flagrou-a em seu banho estético.
Para proteger o nome de família, a condessa nunca foi formalmente acusada de nenhum crime, mas o Conde condenou-a a prisão domiciliar. A condessa foi trancada em sua torre por maçons. Duas cúmplices suas tiveram os dedos amputados antes de serem queimadas. O único cúmplice homem foi decapitado. A condessa morreu em 21 de agosto de 1614, três anos depois de ter sido trancada em seu quarto. Parece que o elixir fazia mesmo diferença…
Gaiola de Cravos
Atribui-se geralmente a invenção desse engenhoso instrumento à condessa húngara Elizabeth Bàthory, que, todavia, existem registros de seu uso já no tempo dos romanos. Frise-se, porém, que não era um modo de interrogatório ou punição judicial, sendo utilizado apenas por certos indivíduos, isoladamente.
Basicamente, o engenho era uma gaiola cilíndrica de lâminas de ferro afiadas, cujo interior era guarnecido de pontas aguçadas de ferro. A vítima era trancada na gaiola e o torturador, armado de um archote, um ferro em brasa ou ainda de um ferro pontiagudo, começava a espetar ou atiçar o prisioneiro, que, em seus movimentos de recuo, ia chocar-se contra as pontas e lâminas da gaiola. O resultado final é fácil de imaginar-se.
Embora a maioria das gaiolas de cravos de que se tem notícia fossem colocadas diretamente sobre a terra, diz-se que a gaiola de Elizabeth Bàthory (aperfeiçoada para que ela tomasse os famosos banhos de sangue que, segundo supunha, a manteriam sempre jovem e bela) era suspensa no teto; a condessa sentava-se abaixo dela e o sangue corria diretamente sobre seu corpo.
(Fonte: O Martelo das Feiticeiras de Malleus Maleficarum)

Jane Toppan (31+)

Nascida em Boston com o nome de Nora Kelly, em 1854. Ainda era criança quando sua mãe morreu e seu pai, alfaiate, foi internado por tentar costurar seus próprios olhos para sempre. Depois de um breve tempo no orfanato, Nora foi adotada pela família Toppan e trocou seu nome para Jane. Levou uma vida normal até que foi rejeitada por seu noivo. Teve então um colapso nervoso e tentou cometer suicídio, mas fracassou.
Na escola de Enfermagem, sua curiosidade mórbida por autópsias começou. Foi demitida depois que dois pacientes sob seus cuidados morreram misteriosamente.
Passou então a trabalhar em domicílio. Logo foi considerada bondosa e sensível enfermeira, que cuidava dos doentes e idosos das melhores famílias de Boston. Ainda assim, a maioria de seus pacientes e suas famílias morriam misteriosamente depois de ingerir a sua “especial poção”. Por mais de duas décadas, Jane brilhou em lares da alta sociedade da Nova Inglaterra com seus coquetéis de morfina, que causaram pelo menos 31 mortes.
O primeiro “Anjo da Morte” americano, terminou seu reinado em 1901, quando quatro membros da família Davis morreram. A suspeita logo caiu sobre a enfermeira que cuidava deles, e o marido da quarta vítima pediu a polícia de Massachusetts que fosse feita uma autópsia em sua esposa. As autoridades confirmaram então uma dose letal de morfina e atropina como causa da morte. Jane fugiu, mas foi presa em Amherst em outubro de 1901.
Já em custódia, confessou 31 assassinatos, mas acredita-se que este número está entre 70 e 100 mortes. Em seu julgamento, em 1902, médicos testemunharam que Jane nasceu com uma “condição mental fraca”, mas ela acabou dizendo no tribunal que sua ambição era assassinar mais pessoas que qualquer homem ou mulher, vivo ou morto.
Depois desta declaração, foi considerada insana e mandada para um asilo, onde morreu aos 84 anos, em 1938. Até morrer tinha fantasias assassinas.

Patrick W. Kearney (28+)

O mais importante serial killer de estradas da Califórnia. Meticuloso, limpo e organizado assassino, deixava suas vítimas desmembradas e lavadas em sacos de lixo ao longo das estradas da Califórnia. Kearney e seu amante, David D. Hill, eram ambos veteranos de guerra, viviam numa arrumadíssima casa em Redondo Beach, de onde iniciavam suas ações homicidas.
Os “assassinos do Saco de Lixo”, como ficaram conhecidos, iniciaram suas atividades em 1975 e terminaram em 1977, quando o casal entrou no centro de informações do xerife em Riverside, viram seu próprio pôster de procurados e se entregaram.
Depois, foram soltos por falta de provas. Kearney carregou a culpa sozinho e confessou que matar excitava-o e lhe dava uma sensação de domínio.

Bom galera... por hoje é só, mas assim que tiver um tempo falarei mais sobre este assunto, que muitos gostam, pois é um dos assuntos mais buscados dentro do blog. Abraços procês e até breve.

domingo, 4 de agosto de 2013

Canibais do Século 19 e de Agora

Porto Alegre-1863

No século 19, a Província de Porto Alegre foi cenário para a ação de José Ramos – e a população, sua matéria-prima. Considerado um homem elegante, refinado e culto, Ramos lucrava com o açougue que mantinha com a mulher, Catarina Pulse. Especialmente com as linguiças feitas artesanalmente pelo casal. O ingrediente secreto, porém, provocou repulsa: tratava-se de carne humana.
O caso ficou registrado no livro de Décio Freitas, O Maior Crime da Terra: O Açougue Humano da Rua do Arvoredo. Ao pesquisar documentos da época, o autor não pôde constatar quantas mortes foram de responsabilidade do casal (com a ajuda de um terceiro, chamado Carlos Claussner). O relato, entretanto, é de que as vítimas eram iludidas pela promessa de uma noite com Catarina. Distraídas, eram surpreendidas por um golpe de machadinha na cabeça. A partir daí, elas eram degoladas, esquartejadas, fatiadas e moídas, convertendo-se em ingrediente para as famosas linguiças.
Livro de Décio Freitas - O Maior crime da terra
Décio Freitas (escritor) escreveu sobre o caso em O Maior Crime da Terra: O Açougue humano da Rua do Arvoredo. Cenas dignas de Sweeney Toddy, aquele filme, estrelado por Johnny Depp, o açougueiro atraia as vitimas com a promessa de uma noite de Amor e Luxuria com Catarina. Ao que tudo indica, as vítimas eram mortas com uma machadada na cabeça e na sequencia, eram desmembradas, desossadas, moídas  e depois... VIRAVAM LINGÜIÇA COM AS PRÓPRIAS TRIPAS. (N.B. Acreditem, ao pesquisar sobre esta matéria, eu jurei nunca mais comer lingüiça...)
José Ramos, foi considerado o primeiro  serial killer brasileiro. Foram feitas várias peças e curta-metragens sobre a história do casal, destacando-se em especial, a peça O Moedor que sempre se apresenta no Sesc.
Mudando de assunto um pouco...
Se você nobre leitor acha que isso nunca aconteceu, pense bem, antes de comer aquele salgado delicioso na rua, ou comprar carne que não seja Friboi.. heheheh, pois recentemente houve um outro caso que as vitimas não viravam lingüiças, mas sim COXINHAS.

Dias de Hoje
A polícia de Pernambuco prendeu no dia 13 de Abril de 2013, uma família acusada de matar, provocar canibalismo e vender restos da carne humana na forma de coxinha, que era distribuído em  bares e restaurantes da cidade de Garanhuns.
A cidade onde nasceu o Ex-Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva foi palco desta barbárie cometido por Jorge Negromonte, Isabel Cristina e Jessica Camila, foram presos, acusados de matar, esquartejar e ocultar o corpo de duas mulheres.
O crime violento e de contornos macabros impressiona. Segundo o delegado responsável pelo caso, Wesley Fernando, a suspeita Isabel Cristina confessou que circulava pelos bares, restaurantes e ruas de Garanhuns, em Pernambuco, a vender coxinhas, empadas e risólis recheados com a carne humana das suas vítimas.

"Depois de eles esquartejarem, a carne era congelada, desfiada e também utilizada para alimentar a família, inclusive dando partes dos corpos para a criança que morava com o trio", disse o delegado.

"Além disso, segundo Isabel, a parte preferida era o coração das vítimas. Nada sobrava. Eles também usavam o fígado e os músculos das pernas que eram fervidos e ingeridos, numa espécie de ritual macabro", acrescentou.

Pedrinho Matador

Aproveitando a deixa do Rodrigo, vamos falar mais um pouquinho sobre os seriais killers... ÊÊÊÊÊÊÊÊÊ!!!
Não podemos nos esquecer que também já tivemos váááários aqui no Brasil, como O linguiceiro da Rua do Arvoredo (caso semelhante ao filme Sweeney Toddy), o Maníaco do Parque, Preto Amaral, O Filho da Luz (não confundir com o Bandido da Luz Vermelha), entre outros, hoje vamos falar sobre o Pedrinho Matador, que tem até um artigo na Wikipédia (o qual vou pegar e modificar um pouco o artigo).
Deu até uma entrevista para o Marcelo Rezende da Rede Record, que vou postar abaixo do texto.
Sem mais delongas, vamos ao caso!!

Pedrinho Matador

Pedrinho Matador
Pedro Rodrigues Filho, vulgo Pedrinho Matador, é um homicida e psicopata.
Pedrinho Matador sempre foi um cara da "Paz" (segundo ele), pois apenas matava aqueles que eram considerados maus.
Matou pela primeira vez aos catorze anos e seguiu matando. Hoje acumula mais de cem homicídios, incluindo o do próprio pai, sendo que 47 pessoas foram mortas dentro dos presídios pelos quais passou. Ainda não respondeu por todos os crimes, mas já foi condenado a quase quatrocentos anos de prisão, a maior pena privativa de liberdade já aplicada no Brasil.
Nasceu numa fazenda em Santa Rita do Sapucaí, sul de Minas Gerais, com o crânio ferido, resultado de chutes que o pai desferiu na barriga da mãe durante uma briga. Conta que teve vontade de matar pela primeira vez aos 13 anos. Numa briga com um primo mais velho, empurrou o rapaz para uma prensa de moer cana. Ele não morreu por pouco.
Aos 14 anos ele matou o vice-prefeito de Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais, com tiros de espingarda em frente à prefeitura da cidade, por ter demitido seu pai, um guarda escolar, na época acusado de roubar merenda escolar. Depois matou outro vigia, que supunha ser o verdadeiro ladrão. Refugiou-se em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, onde começou a roubar bocas-de-fumo e a matar traficantes. Conheceu a viúva de um líder do tráfico, apelidada de Botinha, e foram viver juntos. Assumiu as tarefas do falecido e logo foi obrigado a eliminar alguns rivais, matando três ex-comparsas. Morou ali até que Botinha foi executada pela polícia. Pedrinho escapou, mas não deixou a venda de drogas. Arregimentou soldados e montou o próprio negócio.
Em busca de vingança pelo assassinato da companheira, matou e torturou várias pessoas, tentando descobrir os responsáveis. O mandante, um antigo rival, foi delatado por sua ex-mulher. Pedrinho e quatro amigos o visitaram durante uma festa de casamento. Deixaram um rastro de sete mortos e dezesseis feridos. O matador ainda não tinha completado 18 anos.
Ainda em Mogi, executou o próprio pai numa cadeia da cidade, depois que este matou sua mãe com 21 golpes de facão. A vingança do filho foi cruel: além das 22 facadas, arrancou o coração do pai, mastigou uma parte e depois a cuspiu, segundo dito no programa da Rede Record com o jornalista Marcelo Rezende (o vídeo está no final da matéria)
Pedrinho pisou na cadeia pela primeira vez em 24 de maio de 1973 e ali viveu toda a idade adulta. Conta-se na polícia que certa vez foi posto em um camburão para ser transportado pela PM junto com outro preso, ambos algemados, e que quando foram abrir a traseira do carro o outro preso já estava morto e Pedrinho assumiu a autoria do crime justificando que o companheiro era estuprador. Em 2003, apesar de já condenado a 126 anos de prisão, esteve para ser libertado, pois a lei brasileira proíbe que alguém passe mais de 30 anos atrás das grades, embora um decreto de 1934, assinado pelo então presidente Getúlio Vargas, permita que psicopatas possam ser mantidos indefinidamente em estabelecimentos psiquiátricos para tratamento. Também por causa de crimes cometidos dentro dos presídios, que aumentaram suas penas para quase 400 anos, sua permanência na prisão foi prorrogada pela Justiça até 2017. Pedrinho contava com a liberdade para refazer sua vida ao lado da namorada, uma ex-presidiária cujo nome ele não revela. Eles se conheceram trocando cartas. Depois de cumprir pena de 12 anos por furto, ela foi solta e visitou Pedrinho no presídio de Taubaté.
Jurado de morte por companheiros de prisão, Pedrinho é um fenômeno de sobrevivência no duro regime carcerário. Dificilmente um encarcerado dura tanto tempo. Matou e feriu dezenas de companheiros para não morrer. Certa vez, atacado por cinco presidiários, matou três e botou a correr os outros dois. Matou um colega de cela porque 'roncava demais' e outro porque 'não ia com a cara dele. Para não deixar dúvidas sobre sua disposição de matar, tatuou no braço esquerdo: 'Mato por prazer', coberta recentemente por outra tatuagem.
Pedrinho é a descrição perfeita do que a medicina chama de psicopata - alguém sem nenhum remorso e nenhuma compaixão pelo semelhante. Os psiquiatras que o analisaram em 1982 para um laudo pericial, escreveram que a maior motivação de sua vida era 'a afirmação violenta do próprio eu'. Diagnosticaram 'caráter paranoico e anti-social'.
Tatuagem de Pedrinho
que foi coberta recentemente
Após permanecer 34 anos na prisão, foi solto no dia 24 de abril de 2007. Informações da inteligência da Força Nacional de Segurança indicam que ele foi para o Nordeste, mais precisamente para Fortaleza no Ceará. No dia 15 de setembro de 2011 a mídia local catarinense publicou que Pedrinho Matador foi preso em sua casa na zona rural, onde trabalhava como caseiro, em Balneário Camboriú, litoral catarinense. Segundo o telejornal RBS notícias, ele terá que cumprir pena por acusações como motim e cárcere privado.
Pedrinho Matador foi recapturado em 14 de setembro de 2011, na cidade turística de Balneário Camboriú, no litoral norte de Santa Catarina. O criminoso, que diz ter matado mais de cem pessoas, inclusive o pai, foi detido em casa por volta das 11h, por agentes policiais civis da Divisão de Investigações Criminais da cidade de Balneário Camboriú. O agente policial civil que o localizou conta: "recebi informações anônimas que Pedrinho Matador estaria escondido em um sítio no município de Camboriú. De posse desta informação foram efetuadas diligências para localizar com maior precisão o local aonde Pedrinho estaria e se realmente era o referido. Confirmada a informação nos deslocamos até a região e efetuamos a prisão.".
Segundo a delegada Luana Backes, da Divisão de Investigações Criminais de Balneário Camboriú, Pedrinho Matador já cumpriu a pena pelos homicídios — mais da metade cometidos dentro da cadeia — mas foi condenado novamente em agosto deste ano por participação em seis motins e por privação de liberdade de um agente carcerário durante uma das rebeliões.
Além da quantidade de mortes, Pedrinho Matador ganhou notoriedade no país ao prometer matar criminosos como Maníaco do Parque, que agia em São Paulo. Ele costumava estrangular as vítimas.
Por causa da lista de crimes e do comportamento na cadeia, entrou para a lista dos assassinos em série citados pela escritora Ilana Casoy no livro Serial Killer - Made in Brazil. A publicação conta histórias de bandidos como Vampiro de Niterói e Chico Picadinho.

Abaixo segue a entrevista completa de Pedrinho Matador a Marcelo Rezende.





O palhaço assassino.

Quem aqui nunca viu um palhaço? Esqueça aquela coisa de alegria, risadas e palhaçadas!
A história aqui contada é real, e nada engraçada.

John Wayne Gacy (17 de março de 1942 - 10 de maio de 1994), foi um assassino em série americano, conhecido como o "palhaço assassino".


A origem do ''palhaço assassino''
Nascido em Chicago em 1942 teve uma infância traumática; era espancado e chamado de 'bichinha' pelo pai alcoólatra. Em 1968 Gacy foi preso por praticar atos sexuais com um jovem em um banheiro de um bar. Seu primeiro assassinato foi em 1972 e suas vítimas eram todas do sexo masculino. Os jovens eram seduzidos com propostas de empregos, iam até a casa de Gacy, eram dopados, amarrados em uma cadeira e violentados.

Primeiro Assassinato
Sua primeira vítima foi um adolescente de 15 anos chamado Timotchy Jack McCoy que Gacy conheceu em um terminal de ônibus da cidade. McCoy estava em uma viajem de Michigan a Omaha, quando Gacy levou o garoto para um tour na cidade. À tarde Gacy levou o garoto para sua casa com a promessa de que
John Wayne Gacy junto a primeira dama
Rosalynn Carter (crédito Wikipédia)
McCoy poderia passar a noite e seria levado ao terminal de ônibus a tempo para sua próxima viagem. Gacy alegou que ao acordar na manhã seguinte, se deparou com McCoy na porta de seu quarto com uma faca de mesa em sua mão, Gacy pulou da cama e McCoy levantou seus braços em um gesto de rendição e acidentalmente fez um corte no antebraço de Gacy (havia uma cicatriz em seu antebraço, provando sua alegação). Gacy segurou o garoto pelo pulso, e bateu com sua cabeça na porta do quarto, chutou-o contra o close e foi novamente em sua direção. McCoy então chutou-o na barriga, Gacy segurou o garoto pelo braço e jogou-o no chão e esfaqueou o garoto repetidas vezes. Gacy alegou que foi a cozinha e viu uma caixa de ovos aberta, além de bacon ainda não fatiados. McCoy também havia posto a mesa para dois; McCoy foi ao quarto de Gacy acorda-lo e levou a faca de cozinha consigo. Gacy então enterrou o corpo do garoto em seu porão e mais tarde cobriu seu túmulo com concreto.

Mais de 30 corpos enterrados
Em 1978, a polícia Illinois, Chicago efetuou uma busca na casa de nº 8975 da West Summardale Avenue, interrogando seu morador, John Wayne Gacy, palhaço amador, querido pelas crianças do bairro da cidade. Nunca iriam imaginar que o homem que se encarregava de trazer alegria para o olhar de muitos seria capaz de fazer tal coisa.
Casa de Gacy, foi demolida e reconstruida 3 anos após
o fim dos assassinatos, dizem que ainda continua desabitada
Antes de ir embora um policial questionou o mal cheiro na casa de Gacy; "É só um entupimento nos canos do esgoto", alegou Gacy. Mas como havia pessoas desaparecidas na região, uma delas sabia-se conhecer Gacy, a polícia investigou mesmo assim. Quando Gacy percebeu que seria pego resolveu se entregar, e revelou o paradeiro dos corpos enterrados em seu porão. Gacy desenhou uma planta de seu porão e apontou onde estava os corpos, ainda revelou que havia jogado alguns corpos em um rio. Foram encontrados nada menos que 29 corpos, mais 5 que foram retirados de um rio.





Modo de Agir
Como um lobo faminto, Gacy saia a "caça" de suas vítimas pelas ruas de Chicago, atrás do volante de um Oldsmobile preto, em dias claros. Chegava em rapazes e oferecia serviço em sua imaginária construtora, os rapazes que caiam em sua conversa entrava em seu carro e pegava uma carona até sua "construtora".
Simulação
Modo de agir de Gacy
Uma vez dentro do carro, Gacy atacava a vítima com clorofórmio. Gacy levava as vítimas desacordadas para sua casa, lá eram amarradas torturadas com vários instrumentos, e também eram abusadas sexualmente, para que os vizinhos não escutasse os gritos Gacy amordaçava as vítimas com sua própria cueca 'era sua marca'. Segundo Gacy muitas vezes as torturas eram feitas por uma de suas personalidades, "O Palhaço", vestindo-se de palhaço torturava suas vítimas lendo passagens da bíblia. Depois das torturas e dos abusos sexuais Gacy estrangulava suas vítimas com um instrumento conhecido como Garrote. Instrumento o qual foi apreendido pela polícia na primeira busca em sua casa.




Análise Psicológica
Psicopata nato, Gacy nunca assumiu a culpa de nenhum dos assassinatos que cometeu. Segundo ele, o único crime que cometera era a de não ter licença para ter um cemitério em sua casa.
Segundo Gacy ele possui 4 personalidades
John, O Empreiteiro; John O Palhaço, John O Político e John O Assassino.

Psiquiatras que o examinaram descreveram como:
Pseudoneurótico esquizofrênico paranóico.

Sociopata Personalidade fronteiriça Nacisista Mentiroso patalógico.

Julgamento  
Em 6 de fevereiro de 1980 começou seu julgamento em Chicago, os psiquiatras contratados pela promotoria alegava que Gacy completa noção do certo e do errado, já a defesa, que também contratou psiquiatras que alegavam que o réu era esquizofrênico e sofria de múltiplas personalidades e que isso impedia de perceber oque estava fazendo. Se o juri declarasse que Gacy era insano, ele seria internado em um hospital psiquiátrico, seria tratado e se fosse curado de suas doenças poderia ser solto. Se fosse
declarado são pelo juri, Gacy pegaria a pena de morte. A maioria das testemunhas que deporam contra Gacy, eram amigos e familiares das vítimas. Empregados de John Wayne Gacy também foram ouvidos pela promotoria, os funcionários disseram que Gacy tinha mudanças de humor repentinas, e brincadeiras inconvenientes. Em 24 de fevereiro começou os procedimentos da defesa, para a surpresa de todos, Jeffy Ringal, uma das vítimas que sobreviveu a um de seus ataques, foi a primeira pessoa a ser chamada pela defesa para depor, a estratégia da defesa era mostrar que Gacy não tinha controle de suas ações, um dos advogados de Gacy perguntou a Jeffy se Gacy tinha controle de suas ações no momento do ataque, a vítima respondeu que não. Porém o tiro saiu pela culatra, ao contar os detalhes sórdidos dos ataques Jeffy estressou-se de maneira tal que vomitou na corte e começou a chorar, Gacy olhava tudo sem nem um sinal de remorso. Os advogados querendo reforçar a tese que Gacy era insano chamou familiares e amigos do réu para depor. A irmã de Gacy alegou que ele sofreu vários abusos de seu pai alcoólatra e com uma sinta batia em Gacy. Psiquiatras levados pela defesa disseram que Gacy sofria de transtornos de borderline, tinha múltiplas personalidades e era anti-social. Depois de 5 semanas de depoimento de mais de 100 o juri retirou-se para tomar a decisão. 2 horas depois veio o veredito: O juri decidiu que John Wayne Gacy  Jr., 32 anos, era culpado pela morte de 33 rapazes e tinha completa consciência de seus atos. Foi condenado à morte por injeção letal.

Pinturas curiosidades
Durante os 14 anos que esteve preso, Gacy pintou diversos quadros, pintava como hobby e como forme de ganhar dinheiro, chegou a vender 120 mil dólares em quadro, seus quadros hoje alcançam altos valores no mercado e são vistos como ceticismo por alguns especialistas em obras de arte. Na prisão ainda ganhou
Pintura feita por John Wayne Case
na pisão.
dinheiro com as pinturas que fazia (as mais populares eram pinturas de palhaço, e auto retratos, mas relatou Jesus, Hitler, personagens da Disney e outros criminoso, etc.) e com outros métodos, como um serviço telefônico pago que criou, onde a pessoa que ligava podia ouvir as alegações de inocência. Suas pinturas chegou a fazer parte de exposições. Conta-se que nos que esteve preso tentou o suicídio. Pouco antes de morrer, em 1994, de injeção letal, já sedado, pronunciou suas últimas palavras: "Kiss my ass" ( Beije minha bunda!), outra citação foi: "They were just a bunch of worthless little queers and punks" ( Eles eram um bando de viadinhos e vadios - Sobre suas vítimas)

Fonte: Wikipédia, texto readaptado e traduzido em partes.




sexta-feira, 19 de julho de 2013

Ed Gein

ED GEIN

Atenção, no fim do post tem algumas fotos chocantes, só veja se realmente tiver coragem e se não tiver nem um tipo de problemas cardíacos.
Ed Gein na época da Prisão
Edward Theodore Gein, mais conhecido como Ed Gein (La Crosse, Wisconsin, 27 de Agosto de 1906 —Waupun, Wisconsin, 26 de Julho de 1984) foi um homicida (foi culpado pela morte de apenas 2 pessoas, desta maneira tecnicamente não se encaixa na definição de serial killer) e também ladrão de lápide americano. Gein foi condenado pelos homicídios de duas pessoas, e suspeito no desaparecimento de outras 5 pessoas. Os seus crimes ganharam notoriedade quando as autoridades descobriram que Gein exumava cadáveres de cemitérios locais e fazia troféus e lembranças com eles.
Edward era filho de George P. Gein e Augusta Lehrke, ambos do Wisconsin. Ed tinha um irmão mais velho chamado Henry G. Gein.

Biografia

O pai de Ed era alcoólatra e estava constantemente desempregado. Augusta desprezava o seu marido, mas continuava o casamento devido às suas crenças religiosas. Augusta montou um pequeno armazém em Plainfield, onde os Gein fixaram residência.
Infância
Augusta não deixava estranhos interagirem com os seus filhos: Ed frequentava a escola, mas a sua mãe impedia qualquer tentativa que ele fazia para ter amigos.
Quando não estava na escola, Ed dedicava-se à pequenas tarefas na fazenda. Augusta Gein, luterana fanática, dizia aos filhos que o mundo era um sítio imoral, que a bebida era demoníaca e que todas as mulheres eram prostitutas e instrumentos do diabo. Segundo ela, o sexo servia a uma única finalidade, o da procriação. Augusta reservava algum tempo, durante a tarde, para ler a Bíblia para os filhos, escolhendo partes do Antigo Testamento sobre morte, assassínios e castigos divinos.
Ed, levemente efeminado, era alvo de bullying. Os colegas e os professores recordam os seus maneirismos (Ed às vezes ria-se sozinho, como se estivesse a lembrar de uma piada). Para piorar as coisas, sempre que Ed tentava fazer amigos, a sua mãe impedia-o. Apesar do seu fraco desenvolvimento social, ele saiu-se bem na escola, especialmente em leitura e economia.
Ed tentava agradar a mãe, mas esta raramente se sentia feliz com os filhos. Ela costumava insultá-los, acreditando que eles seriam um fracasso como o pai. Durante toda a adolescência e parte da idade adulta, os dois rapazes só tiveram a companhia um do outro.

Morte dos pais

O pai de Ed morreu em 1940, vítima de um ataque cardíaco. Os dois irmãos passaram a trabalhar para ajudar a mãe, e eram considerados honestos na cidade. Ambos trabalhavam como biscateiros. Além disso, Ed ficava de babá para os vizinhos. Ele gostava de tomar conta de crianças, e relacionava-se melhor com elas do que com adultos.
Henry começou a rejeitar a mãe e preocupava-se com a união entre Ed e a mãe. Ele começou a criticá-la perante Ed, que ouvia tudo mortificado.
A 16 de Maio de 1944 um incêndio deflagrou perto da quinta dos Gein. Os dois irmãos foram ajudar a apagá-lo. Enquanto a noite caía, Ed e Henry separaram-se. Quando o fogo foi extinto, Ed informou à polícia que o seu irmão tinha desaparecido. Foram organizadas buscas. Ed conduziu-os diretamente ao irmão, que estava morto no chão. A polícia teve dúvidas quanto às circunstâncias da descoberta do corpo, uma vez que o sítio onde Henry se encontrava não estava queimado e este tinha manchas pretas na cabeça. Apesar disto, a polícia não descartou a possibilidade de homicídio. Mais tarde a polícia descobriu que a causa da morte foi asfixia.
Augusta morreu a 29 de Dezembro de 1945. Ed ficou completamente sozinho e permaneceu na quinta, sustentando-se com estranhos empregos. Deixou todas as divisões tal como a mãe tinha deixado, e começou a viver num pequeno quarto ao lado da cozinha. Ed só utilizava este quarto e a cozinha.
Começou a interessar-se por livros de aventuras e revistas de cultos à morte e a fazer visitas noturnas ao cemitério local.

Prisão 

A polícia suspeitou do envolvimento de Ed no desaparecimento de Bernice Worden, em 16 de Novembro de 1957. Entraram na propriedade de Ed à noite e descobriram o cadáver de Worden. Tinha sido decapitada, o seu corpo estava suspenso de pernas para o ar, os seus tornozelos estavam presos a uma viga. O seu tronco estava vazio, as suas costelas estavam separadas, tal como um veado. Estas mutilações ocorreram depois da sua morte, causada por vários tiros.Depois de revistarem a sua casa, encontraram:

  • Crânios humanos empilhados sobre um dos cantos da cama;
  • Pele transformada num abajur/quebra-luz e usada para estofar assentos de cadeiras;
  • Peitos usados como seguradores de copos;
  • Crânios usados como tigelas de sopa;
  • Um coração humano (o local onde se encontrava é alvo de discussões: alguns afirmam que estava numa panela no forno, outros que estava num saco de papel);
  • Pele do rosto de Mary Hogan, proprietária da taberna local, encontrado numa bolsa de papel;
  • Puxador de janela feito de lábios humanos;
  • Cinto feito com mamilos humanos;
  • Meias feitas de pele humana;
  • Bainha de pele humana;
  • Caixa com vulvas, que Ed confessou usar;
  • Cabeças prontas para exposição ordenadas
Várias crianças da vizinhança, das quais Gein ocasionalmente tomava conta, tinham visto as cabeças que Ed descreveu como relíquias dos Mares do Sul, enviados por um primo que tinha servido na Segunda Guerra Mundial. A investigação policial concluiu que eram peles faciais humanas, cuidadosamente tiradas de cadáveres e usadas por Gein como máscaras.


Ed confessou ter desenterrado várias sepulturas de mulheres de meia idade, que se pareciam com a sua mãe. Ele levava-as para casa, onde ele bronzeava as peles, um ato descrito como insano ritual travesti. Ed negou ter tido relações sexuais com os cadáveres, porque, segundo ele, estes "cheiravam demasiado mal".
Gein também admitiu que matou Mary Hogan, desaparecida desde 1954. Pouco depois da morte da sua mãe, Gein decidiu que queria uma mudança de sexo. Ele criou uma woman suit (roupa de mulher), que vestia para fingir ser mulher.
Art Schley, um dos policiais que interrogou Ed, o agrediu fisicamente, esmurrando a sua cabeça e empurrando o seu rosto contra um tijolo, o que tornou o primeiro depoimento de Gein inadmissível. Schley morreu com um ataque cardíaco um mês depois de testemunhar no julgamento de Ed. Os seus amigos afirmam que Schley estava traumatizado pelo horror dos crimes.

Julgamento

Gein foi dado como mentalmente incapaz e mandado para o Central State Hospital, que mais tarde se tornou numa prisão. Ele foi transferido para Mendota State Hospital em Madison, Wisconsin.
Em 1968, médicos declararam que ele estava são o suficiente para ir ao tribunal. O julgamento começou a 14 de Novembro e durou uma semana. Ele foi considerado não culpado devido à insanidade. Ed passou o resto dos seus dias num hospital psiquiátrico. Enquanto Ed esteve detido, a sua casa foi incendiada e o carro que Ed usava para transportar as vítimas foi vendido em 1958.

Morte

Ed morreu a 26 de Julho de 1984, vítima de falha cardíaca e respiratória, devido a câncer, no hospital Mendota Mental Health Institute. A sua lápide tem sido vandalizada ao longo dos anos, algumas pessoas retiravam pedaços da lápide para recordação, até que ela foi completamente roubada em 2000. A lápide foi recuperada em Junho de 2001 e dada a um museu em Wautoma, Wisconsin.


No Cinema 

Alguns dos mais famosos personagens assassinos do cinema tiveram alguma inspiração em Ed Gein, tais como:
Jame "Buffalo Bill" Gumb - O Silêncio dos Inocentes
Leatherface - (O Massacre da Serra Elétrica);
Ed Gein - (O Serial Killer);
Buffalo Bill - ( O Silêncio dos Inocentes );
Norman Bates - ( Psicose );
Noite do Terror

Na TV

Bloody Face (Dr. Thredson) - (American Horror Story (segunda temporada));

Na Música

Dead Skin Mask (da banda Slayer)

No youtube tem um doc, contando tudo sobre Ed... segue o vídeo.


Veja algumas fotos das vítimas