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domingo, 7 de fevereiro de 2016

O Assombrado Farol de Santo Agostinho


Texto enviado pelo parceiro ALAN (Angel of Death).

O original farol de Santo Agostinho foi primeiramente construído por colonos espanhóis durante os anos de  1600. Em 1824, tornou-se um farol oficial dos E.U.A em uma das cidades mais antigas da América do Norte: St. Augustine, Flórida. Na época, o assombrado farol foi construído em 1874 e substituiu o anterior original (que ficava localizado 1 / 4 milhas de distância), e foi destruído devido à erosão das marés. O farol anterior tinha uma tragédia: o faroleiro, Sr. Andreu ,caiu fatalmente enquanto pintava a parte externa da torre.
O governo dos E.U.A construiu o atual farol através da compra de lotes de terra de vários colonos. Um dos proprietários, o Dr. Ballard, que “grilava” as terras dos seus vizinhos , é uma dos fantasmas de aparecimento relatado pelos guias turísticos do local.Possivelmente, o Dr. Ballard ou mesmo o Sr. Andreu continuam a assombrar o farol de Santo Agostinho, mas há outras histórias de tragédias associadas ao farol assombrado.
As filhas de Hezekia Pittee, juntamente com uma garota Afro-Americana, morreram afogadas quando o carrinho em que estavam brincando, construído para transportar suprimentos a partir navios até o farol, descarrilou. Há relatos fantasmagóricos de meninas sendo avistadas no Farol de Santo Agostinho, mas não há maneira de saber se são ou não as meninas ou sua amiga. Na verdade, ninguém relata o espírito de uma terceira garota sendo visto. O relato mais fiel tem sido o da aparição de uma única menina.


Um antigo zelador relatou que, por muitas vezes,escutou passos o seguindo durante a sua ronda,e também notou o cheiro de fumaça de charuto, possivelmente de um antigo faroleiro que lhe fôra mentor. O cheiro da fumaça de charuto tem sido notado por muitos visitantes, geralmente dentro do farol torre. Talvez um dos antigos zeladores ainda esteja cuidando do farol.
O assombrado Farol de Santo Agostinho tem outras histórias para contar. Houve um momento em que a Casa do Zelador estava sendo alugada como apartamentos. Os locatários relataram terem visto uma menina vestida roupas antigas que aparece e desaparece em seguida. Várias testemunhas de boa reputação viram uma menina dentro e na nas imediações da casa, na maioria das vezes, perto de uma janela na parte de cima. O último faroleiro (durante a década de 1950) se recusou a viver na casa e negociou a troca de lugar com um Soldado da Guarda Costeira,  que tinham sido transferido ao quartel no local. A irmã do Soldado relatou em carta histórias de como ela e o irmão riam do medo do zelador de ouvir passos na andar de cima.
Ghost capturado no farol pela equipe Ghost Hunters
Outra figura também foi vista na Caverna da Casa do Zelador, e foi apelidado, "O Homem de Azul". Quando a loja do farol foi construída no local ,os trabalhadores também acreditaram que um fantasma , que tinham apelidado de "André",  foi a causa de uma atividade de poltergeist.
A torre do Farol em si também é assombrada, muitos têm testemunhado escutar tanto vozes como passos no seu interior. Os empregados têm relatado encontrar a porta de cima no alto da torre destrancada, embora tivesse sido trancada na noite anterior.
Parece que caminhar através da propriedade durante a noite pode assustar alguns, pois pegadas e as vozes são comumente vistas e ouvidas por vizinhos do assombrado Farol de Santo Agostinho.

A mulher do cabelão


Fala Galerinha!!!! Recebi este texto via Messenger do Facebook do meu parceiro Kleber, que faz parte do nosso grupo de WhatsApp do Blog. Vamos ao relato.
Praticamente em todo lugar tem suas historias, não são exclusividades da cidade. Na aldeia Ipegue, distrito de Taunay, em Aquidauana, a 135 quilômetros de Campo Grande, todo mundo conhece a história da "mulher do cabelão". Alguns dizem que se trata de uma morena, outros teimam que é loira, mas de uma coisa ninguém duvida: Trajando uma longa vestimenta branca, ela aparece debaixo de um pé de manga, em uma área mal iluminada, e prefere os dias de lua cheia. Com a beleza, encanta moradores e os leva para o cemitério da cidade. De longe é linda. De perto, tem o rosto coberto por larvas. O boato, com ares de lenda, existe há mais de 30 anos. É repassado de geração em geração e ainda assusta muita gente. Fabriciane Malheiro, de 29 anos, que nasceu na Aldeia Ipegue, ouviu essa história do próprio tio, que garante ter sido o primeiro a ver a tal assombração, em 1980. Na versão repassada à jovem, o espírito que vaga a aldeia é de uma linda morena, alta, esguia, de cabelos compridos, que aparece apenas para os homens ou para quem quer vê-la. Passava da meia-noite quando o tio de Fabriciane saiu da casa onde estava para ir ao banheiro, que ficava do lado de fora. No caminho, ao passar pelo pé de manga – que fica em uma área cercada de árvores da mesma espécie -, encontrou, pela primeira vez, a "mulher do cabelão". "Quando saiu ele viu uma moça muito bonita saindo debaixo do pé de manga. Ela olhou para ele e continuou andando. Depois, virou a esquina onde tinha um cavalo branco, mas o bicho saiu correndo", contou. O tio, tremendo de medo, tratou de fugir. Anos mais tarde, a mesma assombração teria aparecido para outros dois jovens. Curiosos, eles passaram a segui-la. “Quando ela virou para os meninos, o rosto dela era só coró”, disse. As últimas aparições da “mulher do cabelão” teriam ocorrido no ano passado. “Ela já levou um para o cemitério. Chegou perto e falou: Vamos conhecer minha casa? Quando a pessoa se dá por si já está na porta do cemitério”, relatou. Com a mesma convicção de Fabriciane, Ivaneis Gonçalves Moreira, de 37 anos, que também nasceu na aldeia Ipegue, confirma o relato, mas para ele a história chegou com algumas alterações. A “mulher do cabelão” é loira e não uma morena. O local em que aparece também é diferente. Seria debaixo de um pé de ingá e não de um pé de manga. “Dizem que ela te convida para ir até a casa dela. O pessoal fica meio vendido, meio fascinado. Tem um cara que ficou perdido no meio do mato e só voltou dias depois”. A história, para ele, é verdadeira, incontestável, porque foi repassada por parentes e moradores de confiança. “Não é bem uma lenda, porque todas as lendas são baseadas em histórias verídicas”, destacou. Acadêmico do curso de letras na UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), Ivaneis já tem o tema para o seu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso): literatura e cultura indígena. A ideia é transformar essas histórias em um livro que poderá ser distribuído nas reservas indígenas do Estado. “Está perdendo isso. A pessoa não senta mais com o filho porque já tem televisão, computador. Não conversa, não interage mais”, afirmou. Fora a mulher do cabelão, na aldeia, ressaltou, há uma porção de outros relatos assustadores: do homem que vira lobisomem, do “pé de garrafa”, o andarilho que grita à noite e faz as pessoas se perderem, entre outros.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Abaddon - o Príncipe do Abismo

Abbadon é conhecido na Mitoligia Grega como Apollyon, Abbadon também é conhecido como O 2º princípe do Tartáro, o Princípe do Abismo, o Anjo do Abismo entre outros diversos nomes.
Nas Escrituras hebraicas, Abaddon vem a significar "lugar de destruição", ou o reino dos mortos, e está associado com Sheol.