Fala Galera... hj não vou comentar nada.. apenas colocar umas imagens bem legais q encontrei na net...
Além do design legal, ainda consta material de terror.
Segue as imagens abaixo:
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quarta-feira, 16 de setembro de 2015
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Fotografias Post-Mortem
Cada povo, em determinado contexto histórico, manifesta sua
cultura ou suas crenças de uma determinada maneira. Neste sentido, as
fotografias post-mortem, feitas após a morte das pessoas, estão inseridas em um
dado momento da história.
O que para nós parece bizarro, mórbido, às vezes até
monstruoso, era algo comum para algumas famílias do século XIX. Assim, é
importante cuidado ao julgar o passado com o olhar do presente. Em várias
fontes pesquisadas, destaca-se este fato com um sensacionalismo exagerado.
Afinal, a morte é a coisa mais natural da vida, em qualquer
momento histórico. Há, inclusive, uma frase em latim – memento mori (lembre-se
que você é mortal) – que nos leva a pensar sempre na brevidade de nossa
existência.
Esta lista foi extraída de uma série de fontes, como Imagens
Históricas, Wikipedia, American Daguerreotypes.
– De acordo com alguns historiadores, as fotos post-mortem,
capturadas após a morte, tiveram origem na Inglaterra, quando a Rainha Vitória
pediu que fotografassem o cadáver de um parente, para que ela guardasse como
recordação.
– Este tipo de foto se popularizou a partir do daguerreótipo
– técnica de sucesso comercial e que reduzia o tempo da fotografia, criada por
Louis Jacques Mandé Daguerre. Sua criação, em 1839, tornou os retratos
acessíveis, principalmente para as famílias menos ricas.
– Foram mais comuns no século XIX, durante a Era Vitoriana,
quando as mortes ocorriam em casa e faziam parte do cotidiano. Eram mais comuns
as fotos de crianças mortas, pois a mortalidade infantil era elevada neste
período.
– Neste período, a expectativa de vida de um homem de classe
média ou alta era de 44 anos. 57 em cada 100 crianças, que nasciam dentro da
classe trabalhadora, faleciam antes de completar cinco anos. Os defuntos e
funerais eram mais comuns do que atualmente.
– De acordo com Mary Warner Marie, este tipo de foto foi
mais frequente durante as primeiras décadas da fotografia, entre clientes que
optavam por capturar a imagem de um ente querido para lembrar nos anos
seguintes. Era uma forma de trazê-los de “volta à vida” e diminuir a dor do
luto.
– As primeiras fotos post-mortem focavam no rosto do morto
ou capturavam o corpo inteiro, raramente mostrando o caixão. O morto geralmente
aparentava estar dormindo, mas algumas famílias preferiam uma aparência mais
vívida.
– Crianças geralmente pareciam estar em repouso, muitas
vezes posando com seus brinquedos favoritos. Em alguns casos, um membro da
família aparecia junto, sendo mais frequente as mães. Em contrapartida, adultos
ou membros mais velhos apareciam em cadeiras, ou mesmo em pé.
– Para fazer o corpo ter aparência vívida, eram utilizadas
várias técnicas. Dentre elas, a pintura de pálpebras após a impressão da foto e
a utilização de maquiagem forte. Para fazer fotos em que o morto está em pé,
eram utilizados estacas de sustentação.
– Muitas vezes, as fotos post-mortem eram tiradas durante os
enterros, com os familiares em volta do caixão. Isto ocorria quando a família
do morto não possuía dinheiro o suficiente para pagar um estúdio fotográfico.
– A prática da fotografia post-mortem perdeu popularidade no
final do século XIX, principalmente após a criação das fotos instantâneas. No
entanto, ainda existem alguns exemplares de fotos tiradas no decorrer do século
XX.
– No ato de fotografar a pessoa que morreu há pouco tempo,
estando o corpo em estado “fresco”, eram criados verdadeiros cenários
elaborados com composições muitas vezes complexas de estúdio
para fazer os
álbuns dos mortos.
– Em outros casos, após algum tempo do falecimento da
pessoa, ocorria o chamado rigor mortis, um sinal reconhecível de morte que é
causado por uma mudança química nos músculos, causando aos membros do cadáver
um endurecimento (“rigor”) e impossibilidade de mexê-los.
– Tipicamente, o rigor acontece várias horas após a morte
clínica, apesar do tempo de início e duração depender da temperatura ambiente.
Na média, começa entre 3 e 4 horas após a morte, com total efeito em 12 horas
e, finalmente, o relaxamento em aproximadamente 36 horas.
– Em caso de rigor mortis, era necessário inventar situações
complicadas para a foto ficar natural, envolvendo a instalação de calços sob
cadeiras e inclinar a câmera fotográfica para que a cena se ajustasse à posição
fixa do cadáver.
– Em algumas montagens, os mortos eram colocados em pé ao
lado de familiares, sentados com pernas cruzadas em sofás, lendo livros,
abraçando um ente querido, ou outra pose que fosse normal para quem estivesse
vivo.
Confira abaixo mais algumas fotos Post-Mortem.
Me siga no face: LuminatiLoti
(fonte:wikipedia, diariodigital, historiadigital, American Daguerreotypes e Thanatos Archive
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Incidente de Passo Dyatlov
Incidente do
Passo Dyatlov foi um evento que resultou na morte de nove esquiadores ao norte
dos montes Urais na noite de 2 de fevereiro de 1959. O incidente aconteceu na
costa leste da montanha Kholat Syakhl (Холат Сяхл), cujo nome em mansi
significa "Montanha dos Mortos". Desde então, o passo de montanha
onde o incidente ocorreu é chamado de Passo Dyatlov (Перевал Дятлова), baseado
no nome do líder do grupo, Igor Dyatlov.
A ausência
de testemunhas e as investigações subsequentes acerca da morte dos esquiadores
inspiraram intensas especulações. Investigadores da época determinaram que os
esquiadores rasgaram suas barracas de dentro para fora, fugindo a pé sob forte
nevasca. Apesar dos corpos não demonstrarem sinais de luta, duas vítimas
apresentavam o crânio fraturado e duas tinham costelas partidas. As autoridades
soviéticas determinaram que uma "força desconhecida" provocara as
mortes; o acesso à região foi consequentemente bloqueado a esquiadores e
aventureiros por três anos após o incidente. Devido à ausência de
sobreviventes, a cronologia dos eventos ainda permanece incerta.
Antecedentes
Um grupo foi
formado para uma expedição ao norte das Urais, em Oblast de Sverdlovsk.
Liderado por Igor Dyatlov, consistia de oito homens e duas mulheres, a maioria
estudantes ou graduados do Instituto Politécnico de Ural (atualmente
Universidade Técnica Estadual de Ural).
O objetivo
da expedição era alcançar Otorten, uma montanha situada 10 quilômetros ao norte
do local do incidente. Esta rota, naquela temporada, era classificada como
"categoria III", a mais difícil. Todos os integrantes possuíam
experiência em excursões de esqui e expedições em montanhas.
O grupo
viajou de trem para Ivdel, cidade ao centro da província de Oblast de
Sverdlovsk, desembarcando ali em 25 de janeiro. Eles então tomaram um caminhão
para Vizhai, o último assentamento inabitado ao norte, começando a marcha em
direção a Otorten em 27 de janeiro. No dia seguinte, um dos integrantes, Yuri
Yudin, foi forçado a voltar devido a problemas de saúde.
Diários e
câmeras encontrados em seu último acampamento tornaram possível rastrear a derradeira
rota do grupo no dia anterior ao incidente. Em 31 de janeiro, eles chegaram na
beira de um morro e prepararam-se para escalá-lo. Em um vale silvestre, eles
estocaram comida e equipamento extra, que seriam utilizados mais tarde na
viagem de volta. No dia seguinte, 1 de fevereiro, os esquiadores começaram a
descer o passo. Ao que parece eles planejavam atravessar o local e acampar do
outro lado durante a noite seguinte, mas devido à piora nas condições
meteorológicas, com tempestades de neve e declínio de visibilidade, o grupo
acabou se perdendo e seguindo para oeste, subindo em direção ao topo do Kholat
Syakhl. Quando perceberam o equívoco, eles decidiram parar e montar acampamento
no declive da montanha.
Busca
Dyatlov
combinou que mandaria uma mensagem telegráfica para seu clube esportivo assim
que o grupo retornasse a Vizhai. Estimava-se que isso ocorreria por volta de 12
de fevereiro, mas mesmo com o passar da data não houve reação, pois atrasos
eram comuns em expedições desse tipo. Em 20 de fevereiro, depois que familiares
dos viajantes exigiram uma operação de resgate, os administradores do instituto
enviaram as primeiras equipes de busca, formadas por alunos e professores
voluntários. Posteriormente, o exército e forças policiais foram envolvidas,
com aviões e helicópteros requisitados a juntar-se à operação.
![]() |
| Igor Dyatlov |
Em 26 de
fevereiro, as equipes de busca encontraram o acampamento abandonado em Kholat
Syakhl. A barraca estava arruinada, e um conjunto de pegadas seguiam até a
margem de um bosque próximo, estando cobertas por neve após 500 metros. Na
beira da floresta, sob um grande e antigo pinheiro, foram encontrados os restos
de uma fogueira, juntamente com os primeiros dois corpos, descalços e usando
apenas roupa de baixo. Entre o pinheiro e o acampamento estavam outros três
corpos, mortos em posição que sugeria que estivessem tentando voltar às
barracas. Eles foram encontrados separadamente, a distâncias de 300, 480 e 630
metros do pinheiro.
A busca
pelos quatro esquiadores restantes levou mais de dois meses. Eles foram
finalmente encontrados em 4 de maio, debaixo de quatro metros de neve, em uma
ravina embrenhada na mata próxima ao pinheiro.
Investigação
Um inquérito
foi aberto imediatamente após o surgimento dos cinco primeiros corpos. Um exame
médico não encontrou ferimentos que pudessem ter provocado as mortes, sendo
concluído que todos morreram de hipotermia. Um dos corpos apresentava uma
pequena fissura no crânio, inicialmente não considerada um ferimento fatal.
![]() |
| Corpo de Igor Dyatlov |
O exame dos
quatro corpos encontrados em maio mudou completamente o cenário. Três deles
apresentavam ferimentos fatais, sendo dois com fraturas cranianas e dois com
extensas fraturas torácicas. A força necessária para provocar tais ferimentos
teria de ser extremamente alta, com um dos especialistas comparando-a à força
de uma colisão automobilística. O mais notável é que os corpos não traziam feridas
externas, como se tivessem sido esmagados por um alto nível de pressão. Apenas
um dos mortos tinha um ferimento externo considerável: estava sem a língua. A
análise das roupas identificou que elas continham um elevado nível de radiação.
Lev Ivanov,
chefe da investigação, disse durante entrevista em 1990 que, nos meses de
fevereiro e março de 1959, diversas testemunhas, incluindo militares e
meteorologistas, haviam relatado a visão de "esferas voadoras
brilhantes" na área. Ivanov afirmou, na mesma entrevista, que já na época
do incidente imaginara haver algum tipo de relação entre os casos.
Inicialmente,
especulou-se que o povo indígena Mansi poderia ter atacado e assassinado o
grupo por invadir seu território, mas as investigações indicaram que a natureza
das mortes não suportaria tal tese; apenas as pegadas dos esquiadores eram
visíveis, e eles não apresentavam sinais de combate corpo-a-corpo.
Evidências
sugerem que o grupo foi obrigado a deixar o acampamento durante a noite, quando
já estavam dormindo. Embora a temperatura estivesse baixa (por volta de -25° a
-30°C), com tempestade e fortes rajadas de vento, os mortos estavam apenas
parcialmente vestidos. Alguns deles tinham apenas um sapato, enquanto outros
usavam somente meias. Outros foram encontrados enrolados em pedaços de roupas
rasgadas, aparentemente arrancadas daqueles que já haviam morrido.
O veredito
final foi que todos os integrantes do grupo morreram devido a uma "força
desconhecida". O inquérito foi oficialmente encerrado em maio de 1959
devido à "ausência de parte culposa". Os documentos relativos ao caso
foram então arquivados, sendo divulgados ao público somente na década de 1990,
ainda assim em fotocópias com diversas partes ausentes.
Documentários
Foi feito uma filmagem atual de sobre o incidente, com outros esquiadores que tentaram repetir a façanha e tudo oque poderia ter conseguido, mas é apenas um filme :( ..
Até a próxima.
Fotos
Abaixo você vê algumas fotos dos corpos encontrados e o filme-documentário disponibilizado no youtube sobre o incidente.
Um ótimo documentário contando a história sobre o assunto.
Até a próxima e obrigado por compartilhar
(fontes: wikipédia.org, ceticismo aberto e issoébizarro)
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