domingo, 21 de fevereiro de 2016
Festival Fornacalia e Festival das lanternas
Fornacália, o festival romano do “Pão e da Fornalha” e da vegetação. A Fornália festejava a primavera e o renascer da natureza. No início, era uma comemoração de caráter religioso, mas depois esta antiga festa profana degenerou em orgia. Provavelmente, foi este tipo de
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
A mulher da boca rasgada
Nas proximidade de uma certa escola primária, durante o percurso de volta à casa, uma mulher vestida com um longo casaco vermelho aborda um estudante de tenra idade, perguntando:
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
UVB-76 A RADIO FANTASMA
A UVB-76 (também referida como UZB-76, S28, MDZhB - em russo: Жужжалка) é uma estação de rádio de ondas curtas, que transmite uma frequência 4.625 kHz. Conhecida entre os ouvintes de rádio ocidentais como The Buzzer, ela possui um pequeno e monótono Loudspeaker.svg? sinal, repetindo-se a uma taxa aproximada de 25 tons por minuto, durante 24 horas por dia. A estação
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Aokigahara - A floresta dos suicidas
Está para ser lançado o Filme "THE FOREST" ou no Brasil, "A FLORESTA MALDITA", onde uma jovem desesperada com o desaparecimento da sua irmã, adentra uma floresta japonesa conhecida como qa Floresta dos suicidas. Mesmo sendo alertada, Ela adentra a mata para que descobrir o que houve.
Mas você sabia que a "Floresta Maldita" existe de verdade??
Também conhecida como Mar de Árvores (樹海),
é uma floresta de 35km² situada na base noroeste do monte Fuji, no Japão. A
floresta contém um grande número de rochas e cavernas de gelo, alguns dos quais
são pontos turísticos populares. Devido à densidade das árvores, que bloqueiam
o vento, e à ausência de vida selvagem, Aokigahara é conhecida por ser
estranhamente silenciosa. Contam-se muitas lendas acerca da floresta. Algumas
delas a relacionam com demônios e espíritos malignos característicos da
mitologia japonesa e é conhecida por ser um local comum de suicídios. No ano de 2010, 54 pessoas completaram o ato na floresta, apesar de numerosas mensagens,
em japonês e inglês, para que as pessoas reconsiderassem suas ações. Em média,
são encontrados cem corpos por ano, alguns em avançado estado de putrefação ou
até mesmo somente seus esqueletos.
O solo da floresta é principalmente composto por rocha
vulcânica, sendo difícil penetrá-la com ferramentas manuais, como pás. Existem
diversas trilhas não oficiais que são geralmente usadas para a "caça ao
corpo", que acontece com certa regularidade feita por voluntários locais.
Nos últimos anos, excursionistas e turistas começaram a marcar os caminhos por
fita plástica de modo a poder encontrar novamente a mesma trilha, existe também
a hipótese de isso ser feito por suicidas indecisos, que avançam para trilhas
secundárias pensando em cometer o ato. Embora os oficiais as removam de tempos
em tempos, para evitar o depósito de lixo na floresta, muitos turistas
continuam deixando-as nas árvores. Grande parte das marcações encontra-se
espalhada por todo o primeiro quilômetro da floresta, passando pelas trilhas
que levam aos pontos turísticos, como a Caverna de Gelo e a Caverna do Vento.
Depois desses pontos, a floresta está mais próxima da sua condição original,
com poucas trilhas e sem sinais óbvios da presença de pessoas.
A floresta é um lugar comum de suicídios, considerado o mais
comum do Japão e o segundo do mundo, atrás apenas da Ponte Golden Gate, em São
Francisco. As estatísticas variam, no período anterior a 1988, ocorriam cerca
de 30 suicídios cada ano. Os números aumentaram desde então.
Em 2002, 78 corpos foram encontrados dentro da floresta,
batendo o recorde que até então acontecera no ano de 1998, quando 73 corpos
foram encontrados.Em 2003, o número chegou a 100, quando deixou de ser
divulgado pelo governo na tentativa de diminuir a relação da floresta com o
suicídio, outras referências de entidades não ligadas ao governo e dados
informais continuaram a existir.[8] Em 2004, 108 pessoas se mataram na
floresta. Em 2010, 247 tentaram suicídio, mas apenas 54 completaram o ato. O
mês de maior número de suicídios no Japão é março, o fim do ano fiscal no país.
O alto índice de suicídios chamou a atenção das autoridades
japonesas, que colocaram avisos em japonês e inglês desencorajando o ato. A
"Caça ao Corpo" consiste em um pequeno exército formado por
policiais, voluntários e jornalistas que buscam por corpos na floresta, é
realizada desde 1970.
A popularidade da floresta como lugar de suicídios surgiu em
1960, na novela Kuroi Jukai (Mar sombrio das árvores), de Seichō Matsumoto,[12]
que termina com dois amantes cometendo suicídio na floresta. Porém, os relatos
de suicídio na floresta precedem da publicação da novela, e o lugar há muito
tempo era associado à morte. Talvez ele seja praticado na floresta desde o
século XIX. A floresta é supostamente assombrada pelos fantasmas daqueles que
morreram. Também chamada de Floresta do Suicídio.A Série alienigenas do Passados, no episódio que fala sobre lugares misteriosos, foi falado sobre a influência de aliens, devido a deusa Fuiji, que explicarei em outro post.
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Fonte: Wikipédia.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
O Vale da morte na síberia ( Demônios ou Aliens?)
A taiga siberiana é uma vasta região do Norte da Rússia e do Cazaquistão que conta com uma floresta inexplorada e misteriosa com mais de 100 mil km² de área. Algumas regiões, como a de Yakutia, no oeste, são completamente desabitadas. Não há trilhas ou lugares para passear, apenas pântanos, árvores enraizadas umas nas outras e mosquitos.
É nesse lugar que um mistério da natureza alimenta as lendas do Vale da Morte. Segundo os registros de expedições do século passado e de aventureiros que se dispõem a explorar o local, a taiga conta com estruturas metálicas que brotam do solo congelado pelas temperaturas de 40 graus abaixo de zero.
Essas estruturas podem ser encontradas em galerias subterrâneas, cujo acesso é feito por escadas sinuosas. Dentro delas, a temperatura ambiente é agradável e quente. Também chamados de “caldeirões”, essas estruturas de metal estão desaparecendo com o tempo e, em seu lugar, manchas avermelhadas no solo é tudo o que tem restado.
Por alguma razão, esses lugares são perigosos para animais e seres vivos. Basta ficar um pouco próximo a uma dessas manchas para que você sinta tonturas e desmaie. Há relatos de sequelas de uma doença desconhecida e letal.
UFOs e demônios
Para os anciãos da tribo dos Yukatians, a explicação é que todo o ambiente seria a morada de demônios antigos, conhecidos como Niurgun Bootur e Tong Duurai. Ufólogos russos defendem outra tese, a de que os caldeirões nada mais são do que OVNIs destruídos em uma antiga batalha aérea.
Atualmente, o nível de radiação no local vem crescendo e a vida selvagem está deixando a floresta, como se prenunciasse que algo grandioso está para acontecer. Enquanto não se descobre a verdadeira origem dos caldeirões – acredite, não há muitas expedições para lá e as poucas que foram não ganharam muito crédito por parte da comunidade científica –, o mistério permanece.
Tudo o que se sabe por enquanto é que o Vale da Morte é provavelmente um tesouro geológico, com montanhas magnéticas e minérios de titânio em abundância. Trata-se de um mistério ainda não explorado e que, devido às suas condições adversas, não encontra financiadores para expedições mais complexas.
domingo, 7 de fevereiro de 2016
O Assombrado Farol de Santo Agostinho
Texto enviado pelo parceiro ALAN (Angel of Death).
O original farol de Santo Agostinho foi primeiramente construído por colonos espanhóis durante os anos de 1600. Em 1824, tornou-se um farol oficial dos E.U.A em uma das cidades mais antigas da América do Norte: St. Augustine, Flórida. Na época, o assombrado farol foi construído em 1874 e substituiu o anterior original (que ficava localizado 1 / 4 milhas de distância), e foi destruído devido à erosão das marés. O farol anterior tinha uma tragédia: o faroleiro, Sr. Andreu ,caiu fatalmente enquanto pintava a parte externa da torre.
O governo dos E.U.A construiu o atual farol através da compra de lotes de terra de vários colonos. Um dos proprietários, o Dr. Ballard, que “grilava” as terras dos seus vizinhos , é uma dos fantasmas de aparecimento relatado pelos guias turísticos do local.Possivelmente, o Dr. Ballard ou mesmo o Sr. Andreu continuam a assombrar o farol de Santo Agostinho, mas há outras histórias de tragédias associadas ao farol assombrado.
As filhas de Hezekia Pittee, juntamente com uma garota Afro-Americana, morreram afogadas quando o carrinho em que estavam brincando, construído para transportar suprimentos a partir navios até o farol, descarrilou. Há relatos fantasmagóricos de meninas sendo avistadas no Farol de Santo Agostinho, mas não há maneira de saber se são ou não as meninas ou sua amiga. Na verdade, ninguém relata o espírito de uma terceira garota sendo visto. O relato mais fiel tem sido o da aparição de uma única menina.
Um antigo zelador relatou que, por muitas vezes,escutou passos o seguindo durante a sua ronda,e também notou o cheiro de fumaça de charuto, possivelmente de um antigo faroleiro que lhe fôra mentor. O cheiro da fumaça de charuto tem sido notado por muitos visitantes, geralmente dentro do farol torre. Talvez um dos antigos zeladores ainda esteja cuidando do farol.
O assombrado Farol de Santo Agostinho tem outras histórias para contar. Houve um momento em que a Casa do Zelador estava sendo alugada como apartamentos. Os locatários relataram terem visto uma menina vestida roupas antigas que aparece e desaparece em seguida. Várias testemunhas de boa reputação viram uma menina dentro e na nas imediações da casa, na maioria das vezes, perto de uma janela na parte de cima. O último faroleiro (durante a década de 1950) se recusou a viver na casa e negociou a troca de lugar com um Soldado da Guarda Costeira, que tinham sido transferido ao quartel no local. A irmã do Soldado relatou em carta histórias de como ela e o irmão riam do medo do zelador de ouvir passos na andar de cima.
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| Ghost capturado no farol pela equipe Ghost Hunters |
A torre do Farol em si também é assombrada, muitos têm testemunhado escutar tanto vozes como passos no seu interior. Os empregados têm relatado encontrar a porta de cima no alto da torre destrancada, embora tivesse sido trancada na noite anterior.
Parece que caminhar através da propriedade durante a noite pode assustar alguns, pois pegadas e as vozes são comumente vistas e ouvidas por vizinhos do assombrado Farol de Santo Agostinho.
A mulher do cabelão
Fala Galerinha!!!! Recebi este texto via Messenger do Facebook do meu parceiro Kleber, que faz parte do nosso grupo de WhatsApp do Blog. Vamos ao relato.
Praticamente em todo lugar tem suas historias, não são exclusividades da cidade. Na aldeia Ipegue, distrito de Taunay, em Aquidauana, a 135 quilômetros de Campo Grande, todo mundo conhece a história da "mulher do cabelão". Alguns dizem que se trata de uma morena, outros teimam que é loira, mas de uma coisa ninguém duvida: Trajando uma longa vestimenta branca, ela aparece debaixo de um pé de manga, em uma área mal iluminada, e prefere os dias de lua cheia. Com a beleza, encanta moradores e os leva para o cemitério da cidade. De longe é linda. De perto, tem o rosto coberto por larvas. O boato, com ares de lenda, existe há mais de 30 anos. É repassado de geração em geração e ainda assusta muita gente. Fabriciane Malheiro, de 29 anos, que nasceu na Aldeia Ipegue, ouviu essa história do próprio tio, que garante ter sido o primeiro a ver a tal assombração, em 1980. Na versão repassada à jovem, o espírito que vaga a aldeia é de uma linda morena, alta, esguia, de cabelos compridos, que aparece apenas para os homens ou para quem quer vê-la. Passava da meia-noite quando o tio de Fabriciane saiu da casa onde estava para ir ao banheiro, que ficava do lado de fora. No caminho, ao passar pelo pé de manga – que fica em uma área cercada de árvores da mesma espécie -, encontrou, pela primeira vez, a "mulher do cabelão". "Quando saiu ele viu uma moça muito bonita saindo debaixo do pé de manga. Ela olhou para ele e continuou andando. Depois, virou a esquina onde tinha um cavalo branco, mas o bicho saiu correndo", contou. O tio, tremendo de medo, tratou de fugir. Anos mais tarde, a mesma assombração teria aparecido para outros dois jovens. Curiosos, eles passaram a segui-la. “Quando ela virou para os meninos, o rosto dela era só coró”, disse. As últimas aparições da “mulher do cabelão” teriam ocorrido no ano passado. “Ela já levou um para o cemitério. Chegou perto e falou: Vamos conhecer minha casa? Quando a pessoa se dá por si já está na porta do cemitério”, relatou. Com a mesma convicção de Fabriciane, Ivaneis Gonçalves Moreira, de 37 anos, que também nasceu na aldeia Ipegue, confirma o relato, mas para ele a história chegou com algumas alterações. A “mulher do cabelão” é loira e não uma morena. O local em que aparece também é diferente. Seria debaixo de um pé de ingá e não de um pé de manga. “Dizem que ela te convida para ir até a casa dela. O pessoal fica meio vendido, meio fascinado. Tem um cara que ficou perdido no meio do mato e só voltou dias depois”. A história, para ele, é verdadeira, incontestável, porque foi repassada por parentes e moradores de confiança. “Não é bem uma lenda, porque todas as lendas são baseadas em histórias verídicas”, destacou. Acadêmico do curso de letras na UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), Ivaneis já tem o tema para o seu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso): literatura e cultura indígena. A ideia é transformar essas histórias em um livro que poderá ser distribuído nas reservas indígenas do Estado. “Está perdendo isso. A pessoa não senta mais com o filho porque já tem televisão, computador. Não conversa, não interage mais”, afirmou. Fora a mulher do cabelão, na aldeia, ressaltou, há uma porção de outros relatos assustadores: do homem que vira lobisomem, do “pé de garrafa”, o andarilho que grita à noite e faz as pessoas se perderem, entre outros.
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