sábado, 17 de maio de 2014

O caso real do Filme Exorcista

Fala galerinha!!! Beleza??  Bom, hoje estou dando início a uma nova série de posts, (ainda estou pesquisando sobre os contos de fadas, e confessor que está tudo meio vago, pois muitas histórias de desencontram num graaaaande quebra cabeça J), mas vamos lá... Já fiz uma pesquisa sobre Ed Gein, que foi o real assassino do Texas Chainsaw Massacre, e como ele deu uma boa repercussão no blog, resolvi pesquisar sobre mais filmes baseados e achei, pouca coisa sobre este tema... Então vamos lá... Hoje falarei sobre o filme “O EXORCISTA”, que na minha opinião é o maior clássico de terror, pois foi através dele, que se mudou o conceito de filmes de terror.
Bom, muita gente assistiu o filme e ficou horrorizado, (minha mãe mesmo foi uma que foi assistir no cinema e passou mal... ) mas poucos sabem que o filme foi baseado em um fato real, que ocorreu em Cottage City, em Maryland nos Estados Unidos, com um GAROTO de 13 anos, chamado Robbie Doe. (O termo Doe pra quem não sabe, nos EUA é usado para denominar nome desconhecido).
Em Janeiro de 1949, Robbie, morava com seus pais e seus avós, e uma tia, o ensinou a utilizar as famosas tábuas Ouija. Interessante que pouco tempo depois, essa tia veio a falecer e Robbie usava a tábua para se comunicar com ela.
Depois de um tempo, o jovem começou a escutar alguns barulhos, passos e barulhos de móveis se arrastando pela casa.
As manifestações começaram em Robbie, que, às vezes, as camas e sofás, onde o garoto estava sentado, começavam a ser arrastados pela casa. Quadros caiam das paredes, e copos eram arremessados. O próprio garoto, começou a ser atormentado por pesadelos constantes, sentia-se irritado e com sensação de enjoo, demostrando desgosto pelas coisas. Seu pai, que estava muito preocupado com o filho, resolve leva-lo para realizações de teste psicotécnico, que no cinema foi representado pela cena da seringa no pescoço.
Os testes não apontavam nada de errado, e quando os pais do garoto, encontraram o Cardeal O’Boyle, que disse aos pais que, havia algo com o menino. Quando o garoto entrou na sala do cardeal, o ambiente se resfriou e Robbie falou com uma voz demoníaca, palavras obscenas. Os pais autorizaram o exorcismo e foi onde a coisa ficou séria.
Foram feitos dois exorcismos em Robbie. O primeiro o levou para o hospital, e internado, amarrado pelos pés e mãos, conseguiu escapara e atacar o padre com uma mola de seu colchão, que abriu o braço do padre do ombro até o punho, sendo necessário mais de 100 pontos. O,o
Assim, a família resolve se mudar para Saint Louis, pois no corpo do garoto apareceram ferimentos que formou a palavra Louis. Os pais acreditavam que lá estava a cura para o pequeno Robbie.
E foi mesmo J!!! Lá eles encontram um padre chamado Walter Halloran, na época com 27 anos, que disse que poderia ajuda-los.
Padre Walter Halloran, fez o exorcismo de  Robbie, faleceu em 2005.
O padre Walter foi rapidamente visitá-los em sua nova propriedade, e, ao chegar, os objetos começaram a se mexer e o garoto começa a gritar e dizer coisas desconexas, palavras em latim e algo que parecia ser em aramaico, seu corpo começou a ficar tão quente que fez com que o lençol de sua cama pegasse fogo.
O padre rapidamente aceita visitá-los na moradia nova, e logo após entrar, objetos começam a se mexer e o garoto não consegue ficar um segundo sem gritar, ele falava coisas sem sentido algum gritando em latim e dialetos, que, supostamente seria aramaico, seu corpo começava a ficar extremamente quente fazendo com que o lençol de sua cama pegasse fogo.
Demônio que acreditavam estar
possuindo Robbie
Foram necessários 24 dias de rezas e orações. Assim, em um momento de consciência, o garoto pergunta aos pais se pode fazer o batismo na igreja católica (lembrando que o garoto e sua família era Luteranos.) Em primeiro momento o demônio que o estava possuindo, gritava que não, que não aceitaria a hóstia, coisa e tal... O padre relatando o caso mais tarde disse que o garoto cuspia com precisão e acertava seu corpo a 1,5 metros... Certa vez viu uma marca em seu ombro e parecia a caricatura do demônio. Eu podia ver suas mãos e não era ele que fazia... Ouvimos a voz e ela falou que não ia embora até que uma certa palavra fosse dita.".
até que no último dia, um segundo demônio “desceu” no garoto e disse a palavra “Dominus” e o garoto ficou curado.
O garoto teve de ser internado, e ficou em coma por 4 dias.
Perguntado mais tarde o garoto disse que a única coisa que se lembrava era de estar do lado de São Miguel Arcanjo.
Após longas conclusões, chegou-se  à conclusão que o  demônio que possuiu Robbie era Pazuzu.

Bom por hoje é só e espero que tenham gostado.
Abaixo segue um resumão do filme e uma matéria do fantástico sobre o tema.




quarta-feira, 14 de maio de 2014

A foto do marido morto



Ao olharmos assim a imagem acima, dizemos que não tem nada demais. Essa foto foi tirada no domingo de 17/08/1997 em um piquenique organizado pelo centro de ajuda em que esta senhora morava.
Mas o que haveria de tão intrigante nesta foto??
Vamos a explicação da foto da senhorinha acima...
O marido dessa senhora havia morrido vários anos antes dela ser internada em um asilo, no dia da foto, todos os seus parentes foram visita-la e resolverem bater uma foto para ficar de recordação.
Quando eles bateram a foto não repararam nada de mais, o tempo passou e um dia uma de suas netas, vendo as fotos de família notou que atrás da senhora havia um senhor, e assim ela procurou outras fotos da família e para a sua surpresa o senhor era o seu avô, aquele mesmo que tinha falecido anos antes. A foto acima foi cortada, abaixo vocês poderão ver ela normal...
Apesar de ser um pouco antiga, e o pessoal que me conhece sabe que entendo um pouquinho de foto, parei pra analisar e achei intrigante, resolvi procurar e descobri que um e-mail, de um cara que diz ser neto dela, enviou a história para um site e de lá, a história se espalhou.
"A mulher na foto é a minha avó. Ela viveu sozinha até os 94 anos, quando sua mente começou a enfraquecer ela teve que ser transferida para uma casa de ajuda para sua própria segurança. No final da primeira semana, houve um piquenique para os moradores e suas famílias. Minha mãe e minha irmã foram. Minha irmã tirou duas fotos naquele dia, e esta é uma delas. Ela foi tirada no domingo, 17/8/97, e acreditamos que o homem por trás dela é o meu avô que faleceu no domingo, 14/8/84. Nós não notamos o homem na foto até o Natal de 2000 (a avó já tinha falecido), enquanto via algumas fotos da família na casa dos meus pais. Minha irmã achou a foto tão bonita da nossa vó que resolveu fazer uma cópia para a mãe, mas ainda assim, ninguém tinha notado o homem atrás por quase três anos! Quando eu cheguei na casa dos meus pais no dia do Natal, minha irmã me entregou a foto e disse: "Quem você acha que esse homem atrás da avó parece?" Demorou alguns segundos, eu estava absolutamente sem palavras. As fotos em preto e branco mostram que ele realmente se parece com nosso avô. "

As imagens em preto e branco podem comprovar que o senhor que aparece atrás na foto é mesmo seu falecido marido, veja as fotos e tire suas conclusões:

O Flautista de Hamelin

Fala aí galera, seguinte, hoje a pedido do meu brother Claudius, vou iniciar uma série sobre os contos de fadas originais... Pode ser que demore um pouco para sair todos, pois são muitos e as fontes são bem escassas... cada fonte fala de um jeito, uma vez que muitos dos contos são meras adaptações do folclore dos países da Europa. Este primeiro “conto” não pode ser descrito assim, pois se trata de um fato real.

Bom sem mais blábláblá, vamos lá.

O Flautista de Hamelin

Hamelin, uma cidade da Alemanha, em 1284, estava infestada por ratos, e a população não sabia mais o que fazer. Os ratos se espalhavam cada vez mais, e um dia, chegou um forasteiro, que dizia ser um “caçador de ratos”.


As pessoas da cidade prometeram ao rapaz que caso ele livrasse a cidade dos ratos, lhe dariam uma moeda para cada rato que ele matasse. O forasteiro concordou e, sacando sua flauta, começa a tocar e hipnotiza todos os ratos, e vai os guiando até um rio, onde os ratos acabam morrendo afogado.
A população então não paga o flautista e ele vai embora com raiva. Uma semana depois ele volta na cidade, em um dia onde estavam todos na igreja, e começa a tocar e hipnotiza todas as 130 crianças da cidade, exceto três, pois um usava muleta e não conseguia acompanhar as outras crianças, outro era surdo e não ouviu a flauta e o outro era cego e não enxergou o caminho.

O flautista então levou as crianças para uma caverna e eles nunca mais foram vistos. Não se sabe exatamente o que ocorreu lá dentro, mas hipóteses levantadas falam sobre pedofilia e necrofilia com as crianças.

Até hoje em uma igreja em Hamelin, existe um vitral mostrando o fato (real) onde é representado o flautista e as crianças.
Abaixo algumas fotos dos vitrais.



sábado, 12 de abril de 2014

A História dos Thugs

Os Thugs (ou tugs) Indianos

Os Thugs foram uma fraternidade secreta de assassinos e ladrões, viajantes, que apareceram na história da Índia. Registros Apontam que se tornaram ativos a partir do Século XVI (mas existem outras fontes que alegam que surgiram no Século XII).
Podem ser classificados como uma seita, que adoravam a Deusa Cali ou Khali (ou ainda Durga), que era a Deusa da Morte dos Indianos. O líder também chamado de "Jamaadaar" que significa Tenente, recrutava homens  Hindus, Sikhs e Muçulmanos. Um dos maiores líderes foi Thug Behram, que segundo registros, assassinou mais de 800 pessoas, (segunda Wikipédia, foram "apenas" 125 pessoas).
Thug Behram (ou Baharam)
Eles se disfarçavam de nativos amigáveis, e quando se ganhava a confiança dos viajantes, levavam a locais determinados e assassinavam, e seu sangue era depositado num local sagrado para a Deusa.
Para fazer o Assassinato, havia todo um ritual. Laçavam-se o pescoço das vítimas com um tecido que os Thugs carregavam na cintura (Rumaal).
Aí você me pergunta, mas como eram escondidos estes corpos?
Simples, eram emparedados ou enterrados ;). Nunca se acharam armas ou qualquer testemunhas.  Os grupos agiam em todo o continente indiano e se estendia para territórios outros territórios. Quando existia alguma criança estava com as vítimas, os thugs, os sequestravam para crescerem como thugs também.
Esse carinha aí do lado, com essa cara de "Ah, É??" é o tal Behram que matou mais de 800 pessoas.

A história da Deusa.


Pensando que uma jovem sem armas nas mãos não era um desafio significativo, Shumbha mandou um pequeno contingente para lutar com ela e capturá-la. A Deusa o derrotou e destruiu, e também um após outro, todos os contingentes que vieram depois. Finalmente, com um enorme exército de demônios comandados pelos generais Chanda e Munda, os próprios Shumbha e Nishumbha vieram lutar contra a Deusa. Vendo Chanda e Munda avançando contra ela, a Deusa se incendiou de fúria. Como o Devi Mahatmya descreve, ocorrem alusões a Kali em alguns Puranas antigos. No entanto, a visão mais elaborada a respeito de sua origem, aparência, personalidade, poder e feitos aparece no Devi Mahatmya, do século V ou VI, uma parte do Markandeya Purana. 
     O Devi Mahatmya contém uma meditação (dhyana) independente sobre Mahakali, e usa os nomes de Kali como Bhadrakali, Kalika, Chandika, ... como epítetos da Devi, em suas diferentes partes. Há, no entanto, dois episódios que expõem de forma mais completa sua origem, papel e outras coisas. Um deles está relacionado com Chanda e Munda, os ferozes demônios que ela mata, e outro, a Rakta-bija. 
    

Os deuses haviam sido derrotados e atirados para fora de sua moradia divina (devaloka) pelos demônios Shumbha e Nishumbha, generais de Mahisha. Os Devas louvaram a Devi e a invocaram para que viesse em seu socorro e libertasse sua morada dos terríveis demônios. Devi, que estava se banhando no rio Ganga sob a forma de Parvati, ouviu o louvor dos deuses e se perguntou a quem eles estavam louvando. Quando ela perguntou isso, brotou dela própria uma forma feminina – uma beleza encantadora que tinha um brilho único, envolta em juventude, ricamente adornada por jóias e com roupas brilhantes. Ela respondeu que era a ela que eles louvavam. Então ela foi para a região que estava infestada pelo exército de Shumbha e se assentou sozinha sob uma árvore. Ouvindo um mensageiro falar sobre sua aparência, Shumbha desejou intensamente se casar com ela e lhe mandou sua proposta. No entanto, a jovem divina enviou de volta seu mensageiro dizendo que ela somente se casaria com alguém que a vencesse em uma batalha.
       Pensando que uma jovem sem armas nas mãos não era um desafio significativo, Shumbha mandou um pequeno contingente para lutar com ela e capturá-la. A Deusa o derrotou e destruiu, e também um após outro, todos os contingentes que vieram depois. Finalmente, com um enorme exército de demônios comandados pelos generais Chanda e Munda, os próprios Shumbha e Nishumbha vieram lutar contra a Deusa. Vendo Chanda e Munda avançando contra ela, a Deusa se incendiou de fúria. Como o Devi Mahatmya descreve:
"Das sobrancelhas de sua testa brotou imediatamente Kali, com sua face assustadora, carregando espada e laço. Ela portava um estranho bastão coroado por um crânio e tinha uma guirlanda de cabeças humanas, estava envolta em uma pele de tigre, e parecia horrorosa com sua pele macilenta, sua boca escancarada, aterrorizando com sua língua para fora, com olhos afundados e vermelhos, e uma boca que enchia os quatro cantos com rugidos."
      A Deusa pediu a Kali que destruísse o exército dos demônios, em particular Chanda e Munda. Kali infligiu grande destruição à sua volta, dançou sobre os cadáveres, matou Chanda e Munda e como troféus de guerra trouxe à Deusa suas cabeças decepadas. A Deusa atribuiu a Kali o epíteto de Chamunda – destruidora de Chanda e Munda. As mortes de Chanda e Munda enfureceram fortemente Shumbha e Nishumbha e eles, com os demônios sob seu comando, incluindo Rakta-bija e outros de seu clã, atacaram a Deusa e a cercaram, juntamente com Kali, por todos os lados. Para enfrentar seu imenso número, a Deusa invocou as Sete Mães (Sapta Matrikas) Brahmani, Maheshvari, Kumari, Vaishnavi, Varahi, Narsimhi e Aindri, os poderes de todos os grandes Devas, Brahma, Shiva, Skanda, Vishnu e Indra.
       Seguiu-se uma batalha feroz, porém o que mais perturbou a Deusa foi a multiplicação de Rakta-bija, pois este tinha um dom pelo qual surgia um novo demônio Rakta-bija de todos os lugares onde caísse uma gota de seu sangue. Finalmente, a Deusa chamou Kali para beber o sangue de Rakta-bija antes que caísse sobre o solo. Com uma boca escancarada, devorando multidões de demônios, e com uma língua que se estendia em todas as direções e que se movia mais depressa do que o demônio, Kali consumiu cada gota de sangue que saía das feridas de Rakta-bija. 
Kali é venerada como a Deusa que garante sucesso na guerra e elimina os inimigos – não apenas no Devi Mahatmya, mas em quase todos os Puranas, particularmente no Agni Purana e no Garuda Purana.
      O Skanda Purana associa a origem de Kali a Parvati. Inicialmente, Parvati tinha uma aparência escura, e por isso Shiva costumava caçoar dela de vez em quando. Um dia, depois de ser chamada duas vezes de Kali (a Negra), Parvati abandonou Shiva e disse que não retornaria a menos que se livrasse de sua aparência escura. Depois que Parvati partiu, Shiva se sentiu muito só. Aproveitando sua ausência e a solidão de Shiva, um demônio chamado Adi, que estava procurando uma oportunidade para matá-lo e se vingar da morte de seu pai, disfarçou-se como se fosse Parvati e conseguiu entrar no quarto de Shiva. Depois de algum tempo, Shiva identificou o demônio e o matou. Enquanto isso, por um ascetismo rigoroso (tapas) e com a ajuda de Brahma, Parvati foi capaz de se desfazer de sua camada externa negra, e de dentro emergiu sua forma dourada. Transformada em Gauri (a dourada), ela retornou a Shiva. Os Deuses, procurando uma forma feminina que pudesse matar Mahisha, transformaram com sua luz esta casca negra de Parvati em Kali, e depois que ela realizou o desejo dos Deuses, Parvati a baniu para a região que fica depois da montanha Vindhya, onde ela se tornou conhecida como Katyayani.          
     O Linga Purana contém ainda um outro episódio responsável pela origem de Kali. Um demônio chamado Daruka tinha um dom de que apenas uma mulher poderia matá-lo. Quando chegaram relatos de suas atrocidades, Shiva pediu a Parvati que o matasse. Então Parvati entrou no corpo de Shiva, e a partir do veneno que estava contido em sua garganta ela se transformou e reapareceu como Kali. Ela reuniu um exército de Pishachas que comem carne humana e com sua ajuda destruiu Daruka. O Skanda Purana amplia mais essa história. Kali não parou a destruição mesmo depois de matar Daruka. Embriagada pelo consumo do veneno e pelo sangue do demônio, Kali se tornou incontrolável, enlouquecida, e por suas atividades destrutivas colocou em perigo o equilíbrio cósmico. Finalmente, Shiva assumiu uma das formas da própria Kali e sugou dos seios dela todo o veneno. Depois disso, ela se acalmou.
     No Sul da Índia prevalece uma tradição semelhante, embora em um contexto diferente. Depois de derrotar Shumbha e Nishumbha, Kali se retirou para uma floresta com sua escolta de companheiros terríveis e começou a aterrorizar a vizinhança e seus habitantes. Um devoto de Shiva foi até ele com o pedido de livrar a floresta do terror de Kali. Quando Kali se recusou a obedecer a Shiva, alegando que estava no seu próprio território, Shiva lhe pediu que competisse com ele dançando. Ela concordou, mas não conseguindo (ou não querendo) atingir o nível de energia de Shiva, Kali foi vencida e saiu. 
     A origem de Kali também foi associada a Sati (a primeira esposa de Shiva) e com Sita (esposa do Senhor Rama) – embora não seja uma conexão muito significativa. Em um relato, quando é insultada por seu pai Daksha, Sati se torna furiosa, esfregou seu próprio nariz e daí apareceu Kali. Em outro relato, Rama estava retornando a Ayodhya depois de vencer Ravana. Em seu caminho ele encontrou um monstro que o assustou tanto que o sangue de Rama se congelou de medo. Então Sita se transformou em Kali e o derrotou.

domingo, 4 de agosto de 2013

Canibais do Século 19 e de Agora

Porto Alegre-1863

No século 19, a Província de Porto Alegre foi cenário para a ação de José Ramos – e a população, sua matéria-prima. Considerado um homem elegante, refinado e culto, Ramos lucrava com o açougue que mantinha com a mulher, Catarina Pulse. Especialmente com as linguiças feitas artesanalmente pelo casal. O ingrediente secreto, porém, provocou repulsa: tratava-se de carne humana.
O caso ficou registrado no livro de Décio Freitas, O Maior Crime da Terra: O Açougue Humano da Rua do Arvoredo. Ao pesquisar documentos da época, o autor não pôde constatar quantas mortes foram de responsabilidade do casal (com a ajuda de um terceiro, chamado Carlos Claussner). O relato, entretanto, é de que as vítimas eram iludidas pela promessa de uma noite com Catarina. Distraídas, eram surpreendidas por um golpe de machadinha na cabeça. A partir daí, elas eram degoladas, esquartejadas, fatiadas e moídas, convertendo-se em ingrediente para as famosas linguiças.
Livro de Décio Freitas - O Maior crime da terra
Décio Freitas (escritor) escreveu sobre o caso em O Maior Crime da Terra: O Açougue humano da Rua do Arvoredo. Cenas dignas de Sweeney Toddy, aquele filme, estrelado por Johnny Depp, o açougueiro atraia as vitimas com a promessa de uma noite de Amor e Luxuria com Catarina. Ao que tudo indica, as vítimas eram mortas com uma machadada na cabeça e na sequencia, eram desmembradas, desossadas, moídas  e depois... VIRAVAM LINGÜIÇA COM AS PRÓPRIAS TRIPAS. (N.B. Acreditem, ao pesquisar sobre esta matéria, eu jurei nunca mais comer lingüiça...)
José Ramos, foi considerado o primeiro  serial killer brasileiro. Foram feitas várias peças e curta-metragens sobre a história do casal, destacando-se em especial, a peça O Moedor que sempre se apresenta no Sesc.
Mudando de assunto um pouco...
Se você nobre leitor acha que isso nunca aconteceu, pense bem, antes de comer aquele salgado delicioso na rua, ou comprar carne que não seja Friboi.. heheheh, pois recentemente houve um outro caso que as vitimas não viravam lingüiças, mas sim COXINHAS.

Dias de Hoje
A polícia de Pernambuco prendeu no dia 13 de Abril de 2013, uma família acusada de matar, provocar canibalismo e vender restos da carne humana na forma de coxinha, que era distribuído em  bares e restaurantes da cidade de Garanhuns.
A cidade onde nasceu o Ex-Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva foi palco desta barbárie cometido por Jorge Negromonte, Isabel Cristina e Jessica Camila, foram presos, acusados de matar, esquartejar e ocultar o corpo de duas mulheres.
O crime violento e de contornos macabros impressiona. Segundo o delegado responsável pelo caso, Wesley Fernando, a suspeita Isabel Cristina confessou que circulava pelos bares, restaurantes e ruas de Garanhuns, em Pernambuco, a vender coxinhas, empadas e risólis recheados com a carne humana das suas vítimas.

"Depois de eles esquartejarem, a carne era congelada, desfiada e também utilizada para alimentar a família, inclusive dando partes dos corpos para a criança que morava com o trio", disse o delegado.

"Além disso, segundo Isabel, a parte preferida era o coração das vítimas. Nada sobrava. Eles também usavam o fígado e os músculos das pernas que eram fervidos e ingeridos, numa espécie de ritual macabro", acrescentou.

Pedrinho Matador

Aproveitando a deixa do Rodrigo, vamos falar mais um pouquinho sobre os seriais killers... ÊÊÊÊÊÊÊÊÊ!!!
Não podemos nos esquecer que também já tivemos váááários aqui no Brasil, como O linguiceiro da Rua do Arvoredo (caso semelhante ao filme Sweeney Toddy), o Maníaco do Parque, Preto Amaral, O Filho da Luz (não confundir com o Bandido da Luz Vermelha), entre outros, hoje vamos falar sobre o Pedrinho Matador, que tem até um artigo na Wikipédia (o qual vou pegar e modificar um pouco o artigo).
Deu até uma entrevista para o Marcelo Rezende da Rede Record, que vou postar abaixo do texto.
Sem mais delongas, vamos ao caso!!

Pedrinho Matador

Pedrinho Matador
Pedro Rodrigues Filho, vulgo Pedrinho Matador, é um homicida e psicopata.
Pedrinho Matador sempre foi um cara da "Paz" (segundo ele), pois apenas matava aqueles que eram considerados maus.
Matou pela primeira vez aos catorze anos e seguiu matando. Hoje acumula mais de cem homicídios, incluindo o do próprio pai, sendo que 47 pessoas foram mortas dentro dos presídios pelos quais passou. Ainda não respondeu por todos os crimes, mas já foi condenado a quase quatrocentos anos de prisão, a maior pena privativa de liberdade já aplicada no Brasil.
Nasceu numa fazenda em Santa Rita do Sapucaí, sul de Minas Gerais, com o crânio ferido, resultado de chutes que o pai desferiu na barriga da mãe durante uma briga. Conta que teve vontade de matar pela primeira vez aos 13 anos. Numa briga com um primo mais velho, empurrou o rapaz para uma prensa de moer cana. Ele não morreu por pouco.
Aos 14 anos ele matou o vice-prefeito de Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais, com tiros de espingarda em frente à prefeitura da cidade, por ter demitido seu pai, um guarda escolar, na época acusado de roubar merenda escolar. Depois matou outro vigia, que supunha ser o verdadeiro ladrão. Refugiou-se em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, onde começou a roubar bocas-de-fumo e a matar traficantes. Conheceu a viúva de um líder do tráfico, apelidada de Botinha, e foram viver juntos. Assumiu as tarefas do falecido e logo foi obrigado a eliminar alguns rivais, matando três ex-comparsas. Morou ali até que Botinha foi executada pela polícia. Pedrinho escapou, mas não deixou a venda de drogas. Arregimentou soldados e montou o próprio negócio.
Em busca de vingança pelo assassinato da companheira, matou e torturou várias pessoas, tentando descobrir os responsáveis. O mandante, um antigo rival, foi delatado por sua ex-mulher. Pedrinho e quatro amigos o visitaram durante uma festa de casamento. Deixaram um rastro de sete mortos e dezesseis feridos. O matador ainda não tinha completado 18 anos.
Ainda em Mogi, executou o próprio pai numa cadeia da cidade, depois que este matou sua mãe com 21 golpes de facão. A vingança do filho foi cruel: além das 22 facadas, arrancou o coração do pai, mastigou uma parte e depois a cuspiu, segundo dito no programa da Rede Record com o jornalista Marcelo Rezende (o vídeo está no final da matéria)
Pedrinho pisou na cadeia pela primeira vez em 24 de maio de 1973 e ali viveu toda a idade adulta. Conta-se na polícia que certa vez foi posto em um camburão para ser transportado pela PM junto com outro preso, ambos algemados, e que quando foram abrir a traseira do carro o outro preso já estava morto e Pedrinho assumiu a autoria do crime justificando que o companheiro era estuprador. Em 2003, apesar de já condenado a 126 anos de prisão, esteve para ser libertado, pois a lei brasileira proíbe que alguém passe mais de 30 anos atrás das grades, embora um decreto de 1934, assinado pelo então presidente Getúlio Vargas, permita que psicopatas possam ser mantidos indefinidamente em estabelecimentos psiquiátricos para tratamento. Também por causa de crimes cometidos dentro dos presídios, que aumentaram suas penas para quase 400 anos, sua permanência na prisão foi prorrogada pela Justiça até 2017. Pedrinho contava com a liberdade para refazer sua vida ao lado da namorada, uma ex-presidiária cujo nome ele não revela. Eles se conheceram trocando cartas. Depois de cumprir pena de 12 anos por furto, ela foi solta e visitou Pedrinho no presídio de Taubaté.
Jurado de morte por companheiros de prisão, Pedrinho é um fenômeno de sobrevivência no duro regime carcerário. Dificilmente um encarcerado dura tanto tempo. Matou e feriu dezenas de companheiros para não morrer. Certa vez, atacado por cinco presidiários, matou três e botou a correr os outros dois. Matou um colega de cela porque 'roncava demais' e outro porque 'não ia com a cara dele. Para não deixar dúvidas sobre sua disposição de matar, tatuou no braço esquerdo: 'Mato por prazer', coberta recentemente por outra tatuagem.
Pedrinho é a descrição perfeita do que a medicina chama de psicopata - alguém sem nenhum remorso e nenhuma compaixão pelo semelhante. Os psiquiatras que o analisaram em 1982 para um laudo pericial, escreveram que a maior motivação de sua vida era 'a afirmação violenta do próprio eu'. Diagnosticaram 'caráter paranoico e anti-social'.
Tatuagem de Pedrinho
que foi coberta recentemente
Após permanecer 34 anos na prisão, foi solto no dia 24 de abril de 2007. Informações da inteligência da Força Nacional de Segurança indicam que ele foi para o Nordeste, mais precisamente para Fortaleza no Ceará. No dia 15 de setembro de 2011 a mídia local catarinense publicou que Pedrinho Matador foi preso em sua casa na zona rural, onde trabalhava como caseiro, em Balneário Camboriú, litoral catarinense. Segundo o telejornal RBS notícias, ele terá que cumprir pena por acusações como motim e cárcere privado.
Pedrinho Matador foi recapturado em 14 de setembro de 2011, na cidade turística de Balneário Camboriú, no litoral norte de Santa Catarina. O criminoso, que diz ter matado mais de cem pessoas, inclusive o pai, foi detido em casa por volta das 11h, por agentes policiais civis da Divisão de Investigações Criminais da cidade de Balneário Camboriú. O agente policial civil que o localizou conta: "recebi informações anônimas que Pedrinho Matador estaria escondido em um sítio no município de Camboriú. De posse desta informação foram efetuadas diligências para localizar com maior precisão o local aonde Pedrinho estaria e se realmente era o referido. Confirmada a informação nos deslocamos até a região e efetuamos a prisão.".
Segundo a delegada Luana Backes, da Divisão de Investigações Criminais de Balneário Camboriú, Pedrinho Matador já cumpriu a pena pelos homicídios — mais da metade cometidos dentro da cadeia — mas foi condenado novamente em agosto deste ano por participação em seis motins e por privação de liberdade de um agente carcerário durante uma das rebeliões.
Além da quantidade de mortes, Pedrinho Matador ganhou notoriedade no país ao prometer matar criminosos como Maníaco do Parque, que agia em São Paulo. Ele costumava estrangular as vítimas.
Por causa da lista de crimes e do comportamento na cadeia, entrou para a lista dos assassinos em série citados pela escritora Ilana Casoy no livro Serial Killer - Made in Brazil. A publicação conta histórias de bandidos como Vampiro de Niterói e Chico Picadinho.

Abaixo segue a entrevista completa de Pedrinho Matador a Marcelo Rezende.





O palhaço assassino.

Quem aqui nunca viu um palhaço? Esqueça aquela coisa de alegria, risadas e palhaçadas!
A história aqui contada é real, e nada engraçada.

John Wayne Gacy (17 de março de 1942 - 10 de maio de 1994), foi um assassino em série americano, conhecido como o "palhaço assassino".


A origem do ''palhaço assassino''
Nascido em Chicago em 1942 teve uma infância traumática; era espancado e chamado de 'bichinha' pelo pai alcoólatra. Em 1968 Gacy foi preso por praticar atos sexuais com um jovem em um banheiro de um bar. Seu primeiro assassinato foi em 1972 e suas vítimas eram todas do sexo masculino. Os jovens eram seduzidos com propostas de empregos, iam até a casa de Gacy, eram dopados, amarrados em uma cadeira e violentados.

Primeiro Assassinato
Sua primeira vítima foi um adolescente de 15 anos chamado Timotchy Jack McCoy que Gacy conheceu em um terminal de ônibus da cidade. McCoy estava em uma viajem de Michigan a Omaha, quando Gacy levou o garoto para um tour na cidade. À tarde Gacy levou o garoto para sua casa com a promessa de que
John Wayne Gacy junto a primeira dama
Rosalynn Carter (crédito Wikipédia)
McCoy poderia passar a noite e seria levado ao terminal de ônibus a tempo para sua próxima viagem. Gacy alegou que ao acordar na manhã seguinte, se deparou com McCoy na porta de seu quarto com uma faca de mesa em sua mão, Gacy pulou da cama e McCoy levantou seus braços em um gesto de rendição e acidentalmente fez um corte no antebraço de Gacy (havia uma cicatriz em seu antebraço, provando sua alegação). Gacy segurou o garoto pelo pulso, e bateu com sua cabeça na porta do quarto, chutou-o contra o close e foi novamente em sua direção. McCoy então chutou-o na barriga, Gacy segurou o garoto pelo braço e jogou-o no chão e esfaqueou o garoto repetidas vezes. Gacy alegou que foi a cozinha e viu uma caixa de ovos aberta, além de bacon ainda não fatiados. McCoy também havia posto a mesa para dois; McCoy foi ao quarto de Gacy acorda-lo e levou a faca de cozinha consigo. Gacy então enterrou o corpo do garoto em seu porão e mais tarde cobriu seu túmulo com concreto.

Mais de 30 corpos enterrados
Em 1978, a polícia Illinois, Chicago efetuou uma busca na casa de nº 8975 da West Summardale Avenue, interrogando seu morador, John Wayne Gacy, palhaço amador, querido pelas crianças do bairro da cidade. Nunca iriam imaginar que o homem que se encarregava de trazer alegria para o olhar de muitos seria capaz de fazer tal coisa.
Casa de Gacy, foi demolida e reconstruida 3 anos após
o fim dos assassinatos, dizem que ainda continua desabitada
Antes de ir embora um policial questionou o mal cheiro na casa de Gacy; "É só um entupimento nos canos do esgoto", alegou Gacy. Mas como havia pessoas desaparecidas na região, uma delas sabia-se conhecer Gacy, a polícia investigou mesmo assim. Quando Gacy percebeu que seria pego resolveu se entregar, e revelou o paradeiro dos corpos enterrados em seu porão. Gacy desenhou uma planta de seu porão e apontou onde estava os corpos, ainda revelou que havia jogado alguns corpos em um rio. Foram encontrados nada menos que 29 corpos, mais 5 que foram retirados de um rio.





Modo de Agir
Como um lobo faminto, Gacy saia a "caça" de suas vítimas pelas ruas de Chicago, atrás do volante de um Oldsmobile preto, em dias claros. Chegava em rapazes e oferecia serviço em sua imaginária construtora, os rapazes que caiam em sua conversa entrava em seu carro e pegava uma carona até sua "construtora".
Simulação
Modo de agir de Gacy
Uma vez dentro do carro, Gacy atacava a vítima com clorofórmio. Gacy levava as vítimas desacordadas para sua casa, lá eram amarradas torturadas com vários instrumentos, e também eram abusadas sexualmente, para que os vizinhos não escutasse os gritos Gacy amordaçava as vítimas com sua própria cueca 'era sua marca'. Segundo Gacy muitas vezes as torturas eram feitas por uma de suas personalidades, "O Palhaço", vestindo-se de palhaço torturava suas vítimas lendo passagens da bíblia. Depois das torturas e dos abusos sexuais Gacy estrangulava suas vítimas com um instrumento conhecido como Garrote. Instrumento o qual foi apreendido pela polícia na primeira busca em sua casa.




Análise Psicológica
Psicopata nato, Gacy nunca assumiu a culpa de nenhum dos assassinatos que cometeu. Segundo ele, o único crime que cometera era a de não ter licença para ter um cemitério em sua casa.
Segundo Gacy ele possui 4 personalidades
John, O Empreiteiro; John O Palhaço, John O Político e John O Assassino.

Psiquiatras que o examinaram descreveram como:
Pseudoneurótico esquizofrênico paranóico.

Sociopata Personalidade fronteiriça Nacisista Mentiroso patalógico.

Julgamento  
Em 6 de fevereiro de 1980 começou seu julgamento em Chicago, os psiquiatras contratados pela promotoria alegava que Gacy completa noção do certo e do errado, já a defesa, que também contratou psiquiatras que alegavam que o réu era esquizofrênico e sofria de múltiplas personalidades e que isso impedia de perceber oque estava fazendo. Se o juri declarasse que Gacy era insano, ele seria internado em um hospital psiquiátrico, seria tratado e se fosse curado de suas doenças poderia ser solto. Se fosse
declarado são pelo juri, Gacy pegaria a pena de morte. A maioria das testemunhas que deporam contra Gacy, eram amigos e familiares das vítimas. Empregados de John Wayne Gacy também foram ouvidos pela promotoria, os funcionários disseram que Gacy tinha mudanças de humor repentinas, e brincadeiras inconvenientes. Em 24 de fevereiro começou os procedimentos da defesa, para a surpresa de todos, Jeffy Ringal, uma das vítimas que sobreviveu a um de seus ataques, foi a primeira pessoa a ser chamada pela defesa para depor, a estratégia da defesa era mostrar que Gacy não tinha controle de suas ações, um dos advogados de Gacy perguntou a Jeffy se Gacy tinha controle de suas ações no momento do ataque, a vítima respondeu que não. Porém o tiro saiu pela culatra, ao contar os detalhes sórdidos dos ataques Jeffy estressou-se de maneira tal que vomitou na corte e começou a chorar, Gacy olhava tudo sem nem um sinal de remorso. Os advogados querendo reforçar a tese que Gacy era insano chamou familiares e amigos do réu para depor. A irmã de Gacy alegou que ele sofreu vários abusos de seu pai alcoólatra e com uma sinta batia em Gacy. Psiquiatras levados pela defesa disseram que Gacy sofria de transtornos de borderline, tinha múltiplas personalidades e era anti-social. Depois de 5 semanas de depoimento de mais de 100 o juri retirou-se para tomar a decisão. 2 horas depois veio o veredito: O juri decidiu que John Wayne Gacy  Jr., 32 anos, era culpado pela morte de 33 rapazes e tinha completa consciência de seus atos. Foi condenado à morte por injeção letal.

Pinturas curiosidades
Durante os 14 anos que esteve preso, Gacy pintou diversos quadros, pintava como hobby e como forme de ganhar dinheiro, chegou a vender 120 mil dólares em quadro, seus quadros hoje alcançam altos valores no mercado e são vistos como ceticismo por alguns especialistas em obras de arte. Na prisão ainda ganhou
Pintura feita por John Wayne Case
na pisão.
dinheiro com as pinturas que fazia (as mais populares eram pinturas de palhaço, e auto retratos, mas relatou Jesus, Hitler, personagens da Disney e outros criminoso, etc.) e com outros métodos, como um serviço telefônico pago que criou, onde a pessoa que ligava podia ouvir as alegações de inocência. Suas pinturas chegou a fazer parte de exposições. Conta-se que nos que esteve preso tentou o suicídio. Pouco antes de morrer, em 1994, de injeção letal, já sedado, pronunciou suas últimas palavras: "Kiss my ass" ( Beije minha bunda!), outra citação foi: "They were just a bunch of worthless little queers and punks" ( Eles eram um bando de viadinhos e vadios - Sobre suas vítimas)

Fonte: Wikipédia, texto readaptado e traduzido em partes.